Níver

Matheus Oliveira Veiga, filho de Fernanda e Marcelo Retto Veiga, comemorou seu primeiro aninho na casa vovó Dedete, em Bicas. Tema da festa: “A galinha pintadinha”… Buffet: Elvira Rossi… Fotos: Fernanda Possi.

Matheus é neto de Dalva e Eduardo Fajardo Oliveira e de Josette e José Maria Machado Veiga.

No “Parabéns pra vc…”, Matheus e os pais, Fernanda e Marcelo
O aniversariante com a tia e madrinha, Marcela, os pais e os avós maternos, Eduardo e Dalva
Matheus com os pais e os avós paternos, Josette e Veiga
O aniversariante com os pais, os tios Raphael e Patrícia, e o primo Pedro
Matheus com os pais, os tios e padrinhos Raquel e Guilherme e as primas Laís e Júlia

Menção honrosa

Maria Angélica Rebouças Estiguer recebeu menção honrosa das mãos do presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora, Rodrigo Mattos, no plenário do Legislativo.

Rodrigo Mattos entregando a honraria a Maria Angélica
Carol Estiguer (filha), Yago Estiguer (neto), Allyce Estiguer (neta), a homenageada, Thereza e Mariana Rebouças (sobrinhas)

Casa Petite no Bicas Liquida

A força do perdão

O sofrimento de Jorge Haddad, o Cristo

Olhando para o banner indicativo da peça “Paixão e Morte de Cristo”, levada na Sexta Santa, na praça São José, lembrei-me de um teatro que fez sucesso na década de sessenta, em Bicas e região, na época do padre Manoel Pires Pereira.

Naquele tempo, o altar da Igreja Matriz era adaptado e se transformava num palco.

Jorge Haddad (Jesus Cristo), Vera Lúcia de Castro (Nossa Senhora), José Maria Agrelli (bom ladrão), Rubens Daniel (Judas Iscariotes), Túlio Horta (Pôncio Pilatos), Salim Jorge (Caifás), Carlos Daniel (Anás), Miguel Cunha (auxiliar da direção) e Queipo Lhamas (diretor) formavam, entre outros, os artistas do espetáculo da peça “A força do perdão”, sobre a crucificação de INRJ e tal.

Menino, na plateia, ficava atento e impressionado com tudo que acontecia na parada, principalmente com a sonoplastia da claridade dos relâmpagos e do barulho dos trovões (provocados por intermédio do agito de lâminas de zinco).

No entanto, esse pequeno introito é pra dizer que, numa das apresentações na Matriz, Jorge Haddad, já pregado na cruz, preparava-se para o momento derradeiro. Nervoso, pediu um cigarro, que prontamente foi colocado na sua boca, a fim de acalmá-lo, porque a cena era difícil e a mais esperada por todos.

Tragava, sem poder usar as mãos, mantendo o “Cubanos” – sem filtro – ente os lábios… Puxava e soltava a fumaça, acalmando-se, quando, de repente, a cortina se abre, sem aviso prévio, e Jorge Haddad cospe o cigarro, que cai aceso no peito do seu pé direito e ali se aloja… “Jesus Cristo” começou a se contorcer de dor na cruz… Aí, aí, aí… Remoía freneticamente, sem parar, lágrimas nos olhos, numa interpretação jamais vista por um ator incorporando o sofrimento do Mestre na cruz. Os espectadores ficaram estáticos, perplexos com a atuação impecável de dor e sofrimento…

Quando acaba a cena, e o pano se fecha, Jorge Haddad estava meio apagado, de tanta dor, e com uma broca escura no peito do pé… Ao descer da cruz, zonzo, apoiado pela produção, recebe o reconhecimento do resto do elenco, que nem se atinou para o ferimento… Os colegas estavam estupefatos com o desempenho perfeito de Haddad…

Dizem que ele balbuciou algumas palavras, já se perdendo na confusão mental: “Quem foi o FDP que abriu a cortina sem me avisar?”

(Com o peito do pé, no osso, foi levado às pressas para o Hospital São José, sem antes acender um cigarro…)

185 anos

Os primos, Victoria Cúgola Telson, Amauri Maini e Antônio Marcos Bordoni comemoraram 185 anos de vida, com almoço para parentes e amigos, na sede social do Esporte Clube Biquense.

Buffet da Tida e música de André Lian.

Marquinhos, Victoria e Amauri

Páscoa cremosa

A imagem pode conter: comida e texto

Escritório destaque

O escritório “Veiga, Hallack Lanziotti e Castro Veras Advogados”, estabelecido em B.H, recebeu da Acelor-Mittal Brasil o prêmio de destaque pelos serviços de consultoria jurídica empresarial prestados no ano de 2017.

Na entrega da placa, Fernando Alencastro (sócio), Marina Soares (gerente-geral do Jurídico da Acelor-Mittal), Bertoldo Machado Veiga, Guilherme Hallack Lanziotti (sócios) e Suzana Fagundes (diretora jurídica da Acelor-Mittal)

Paixão e Morte de Cristo

Com o apoio da Polícia Militar e da Sociedade São Vicente de Paulo, no palco do Esporte Clube Biquense, Sexta-feira Santa, dia 30 de março, às 19h, vai ao ar a peça teatral “Paixão e Morte de Cristo”. Entrada franca!

Sagradas Escrituras

É o João Paulo Lanini na área… Fala aí, João!

“O Grupo da Fraternidade Irmão Holdernes, em Bicas, promoverá o seu primeiro grupo de estudos das Sagradas Escrituras, um espaço destinado à leitura reflexiva da Bíblia Sagrada, com ênfase no Novo Testamento. A reunião será aberta a quem se interessar, e não há pré-requisitos para a participação! Nossos encontros serão semanais, sempre aos domingos, das 19h30 às 20h30, e a primeira reunião está agendada para dia 08/04/2018 (domingo após a Páscoa). Sua presença entre nós será motivo de especial alegria.”

Casamento

Paloma (filha de Maria Helena de Carlos Augusto Moreira – Guducho) e Gustavo (filho de Maria de Fátima e José Henrique de Andrade e Silva) casaram-se na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Rio de Janeiro.

Cerimonial: Marcia Tarasiuk… Beleza: Gabi Back… Vestido: Carol Hungria… Decoração da igreja e buquê: Clube das Flores… Fotografia: Marina Lomar… Filmagem: Olga Filmes… Recepção: Confeitaria Colombo… Música da cerimônia religiosa: Astorga… Música da festa: Dj Renato Couto e Banda Cordão da Bola Preta… Lua de mel: Fernando de Noronha.

Paloma e Gustavo

Casa Petite

Lançamento outono/inverno 2018…

Na mesa e na areia

Tendo em pauta a 2a. Copa Bicas de Integração Esportiva Intermunicipal, colado permanecerá aqui… Seguinte…

Desde ontem estão abertas as inscrições para as disputas: tênis de mesa, dupla de vôlei de areia, dupla de peteca de areia, dupla de futevôlei de areia, dupla de bisca de rela, dama e xadrez.

As inscrições saem a 0800.

Informações a mais vão ser dadas pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer ou pelo celular 98889-0483.

Relembrando o João Varanda

Jornalista Marcelo Barreto

O jornalista biquense Marcelo Barreto, mais uma vez, lembrou-se da terrinha e mencionou o Estádio João Varanda, do Esporte Clube Biquense, em sua coluna de domingo passado, intitulada “O Carioca, uma lembrança”, no jornal O Globo.

O início da coluna era nosso, tudo nosso… Assim…

O Estádio João Varanda não tinha arquibancada. Os torcedores assistiam às partidas de pé, entre um bambuzal e o alambrado, virando à direita ao passar pelos vestiários depois da entrada. Um vendedor de laranjas percorria a lateral do campo com seu carrinho, que tinha acoplado um aparelho parecido com um apontador de lápis gigante para tirar a casca numa só tira espiralada, com ajuda de uma manivela — os bagaços eram guardados para saudar o trio de arbitragem. Do outro lado, num canto à frente do muro que separava o terreno de uma fila de eucaliptos, ficava o placar, com os números impressos em chapas que iam sendo trocadas por um garoto pendurado no alto de uma estrutura metálica (o ferro era material farto em Bicas, na época ainda sede de uma estação e de uma oficina da Rede Ferroviária Federal): E.C. Biquense x Visitante.

Essa foi minha primeira experiência num estádio de futebol. Tenho as mais carinhosas lembranças das manhãs e tardes que passei ali, vendo meu pai jogar na defesa do Esporte — ou Baeta, como chamávamos nosso time — e também entrando em campo, para treinar na escolinha do Seu Zé Vieira. Poucas vezes usei a camisa vermelha em jogos à vera e me mudei para Juiz de Fora antes de realizar o sonho de ser titular do time juvenil —o que hoje sei que jamais aconteceria, porque havia muita gente melhor do que eu na cidade. Mas fui embora realizado, como atleta e torcedor: o passado ficou no passado, que é o seu lugar.