
Passagem do Comando
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

Em Juiz de Fora, o Comandante da 4a. Brigada de Infantaria Leve de Montanha, General de Brigada Marcelo Melo Pontes Feliciano, capitaneou a Passagem de Comando do 10º. Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, do Coronel Eduardo Augusto Montella e Carvalho para o Tenente-Coronel Diego Maia Mendonça.
Galera de Bicas pra cima, com tudo… Diego é filho de Edna e José Renê Mendonça.
O lance aconteceu no Pátio “Tudo Pela Pátria”… Antes da cerimônia, foi inaugurado o “Retrato do Coronel Montella”… Na área, autoridades civis e militares, antigos e eternos comandantes, veteranos, familiares, com destaque para o Cap. Reis, herói da Força Expedicionária Brasileira.
“Para frente e para o alto, Montanha!”
Três mil notas em três minutos
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Três mil notas em cerca de três minutos, executadas em um oboé, renderam aplausos estonteantes ao músico brasileiro Alex Klein, na abertura do 21º Festival Internacional de Música de Santa Catarina (Femusc), em Jaraguá do Sul.
Vencedor do Grammy, o baludo interpretou “Le Api”, do italiano Antonino Pasculli, superando os limites impostos pela distonia focal, parada neurológica que afeta os movimentos finos dos dedos.
Com carreira internacional — incluindo o posto de primeiro oboé da Orquestra Sinfônica de Chicago, Klein transformou a limitação em propósito e hoje dedica parte central de sua trajetória à formação de novos músicos. O craque é o idealizador e diretor artístico do Femusc.
Veja o feito, clicando AQUI.
Castelo do Edmar Moreira foi martelado
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Por um valor escondidinho, o lendário Castelo Monalisa, em Carlos Alves, distrito de São João Nepomuceno, até que enfim, foi vendido. O comprador… Mansur Transplante Capilar, de Juiz de Fora.
Erguido entre os anos 1980 e 1990 pelo saudoso empresário e ex-deputado, Edmar Moreira, o exagerado estava de portas fechadas há anos e sempre cercado de interrogações.
O imóvel impressiona: são 37 suítes, três salões, cozinha industrial, adega subterrânea e até parque aquático. Para completar o cenário digno de conto (ou novela), a área total do nariz empinado equivale a mais de 280 campos de futebol.
Canjica pisou no melão
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Bicas deu uma silenciada na sexta-feira, 9 de janeiro, com a “passagem” do Canjica, nome pelo qual todo mundo conhecia José Fagundes de Freitas. “Pisou no melão e foi pra rua Viriato Catão”, ele dizia, quando alguém partia desta para outra.
Dono de um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, por muitos anos, era daquelas figuras raras que misturavam tempero, amizade e bom humor, na mesma panela.
No balcão, Canjica, sempre assessorado pela saudosa esposa, Dona Zélia, não servia apenas tira-gostos caprichados… Servia histórias, piadas e aquela sensação de estar em casa. Aos sábados, então, não tinha lero: bendita-até-o-último grão, a feijoada pintava na área, com força e com vontade…
Fora da cozinha, o vascaíno Canjica vestia a camisa do Baeta, sem-dó-nem-pena… Apaixonado pelo Esporte Clube Biquense, foi um dos grandes incentivadores do clube, especialmente, na década de 1970, quando não mediu esforços (nem bolso) para trazer jogadores consagrados de Juiz de Fora: Lema, Suca, Pedrinho, Samarone, entre outros. O resultado apareceu dentro de campo: títulos regionais, vitórias marcantes e uma fase cintilante que até hoje mora na memória dos torcedores.
E, como personagem completo da vida biquense, Canjica também resolveu experimentar a política. Em 1976, tentou a vereança, apoiando o candidato a prefeito Amílcar Verlangieri Rebouças (eleito). Lançou um slogan que virou folclore: “Vou doar o salário de vereador e não compro votos”.
A sinceridade era tanta que o resultado foi previsível: não eleito, claro. Mas ganhou algo talvez mais duradouro: boas histórias e gargalhadas que atravessaram décadas.
Canjica, igualmente, foi grande para o GRES Unidos do HV… Comemorou pra caramba o título de campeã, em 1982: “Sítio do pica-pau amarelo, terreiro de samba do HV, simbora, gente!”, gritava na guerra, Paulo Cesar Leocádio, o sambista Siri.
Canjica ficava de prontidão… Tudo que era bom pra Bicas, podia contar com ele.
Canjica partiu, mas deixou muito mais do que saudade. Deixou histórias que continuam sendo contadas, risadas que insistem em reaparecer e um legado que vai do prato bem servido ao futebol bem jogado.
Lixo em JF – 2025
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Veja só o tamanho da bagaça… A quantidade de resíduos retirada de JF, em 2025, equivale, de forma ilustrativa, a 18 ônibus urbanos ou cerca de 245 girafas macho, evidenciando o impacto do descarte irregular no sistema de drenagem.
Sacolas, embalagens e garrafas PET foram os bagulhos mais achados. O material, descartado de forma incorreta, acaba levado pela chuva até as bocas de lobo.
Somente em dezembro, as equipes, apertadas-de-costura, recolheram 44 toneladas de lixo, encaminhadas ao aterro sanitário, reduzindo riscos de entupimentos e alagamentos.
A Prefeitura reforça que a colaboração dos moradores é essencial para se evitar novos bloqueios no escoamento da água da chuva.
O descarte irregular de lixo é transgressão e pode ser dedado via telefone (32) 3690-7984.
Agenda positiva (municipalização da BR-267)
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Fonte: Tribuna de Minas – Coluna Cesar Romero 8/1/2026
“Altamente positivo o encontro da prefeita Margarida Salomão com a direção do DNIT, em Belo Horizonte.
Ficou acertado a municipalização da BR-267, trecho que corta Juiz de Fora. Com duas condicionantes: a conclusão pelo DNIT da pavimentação do trecho (iniciada, mas não concluída) nas avenidas JK e Brasil, e a segunda é a execução de obras de contenção da rodovia, no trecho entre a BR-040 e a Avenida JK.”
Formatura da Lara
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Lara Barroso Frade formou-se em medicina, pela Suprema, de Juiz de Fora… A nova médica é filha de Maria Amélia Henriques Barroso e José Américo Frade.
Dona Ana – 90 anos
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

A querida Dona Ana Abrantes festejou 90 anos, em família, no Alto dos Passos, em Juiz de Fora…


Zona da Mata – Amanda se destaca na São Silvestre
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br

A corredora Amanda Oliveira, de Mercês, terminou a 100ª edição da Corrida de São Silvestre na sétima colocação geral feminina, nesta quarta-feira (31), com o tempo de 55min25s, sendo a segunda melhor brasileira da prova. A vitória ficou com a tanzaniana Sisilia Panga.
Outro nome da região entre as dez melhores foi Jéssica Ladeira, de Ubá, que ficou em nono lugar geral e foi a quarta brasileira.
O desempenho confirma a boa fase de Amanda na tradicional corrida paulistana… Ela encerra um ano de resultados joias, que inclui a vitória na Volta Internacional da Pampulha, quebrando um jejum de dez anos sem conquistas de brasileiras na prova.
Gente! Assim sendo, a corredora vai falar… Fala, aí, Amanda…
“Quebrei uma hegemonia de 10 anos e escrevi meu nome na história da Volta Internacional da Pampulha. Conquistar esse título é sentir o coração pulsar orgulho, força e emoção. É entender que cada passo, cada dor e cada sonho me trouxeram até aqui. O sentimento é indescritível, maior do que eu, maior do que as palavras. Obrigada Deus maravilhoso, família querida, e a todos que acreditaram, torceram e caminharam ao meu lado. Essa conquista é nossa, é de Mercês, é de Minas, é do Brasil e de quem nunca desistiu.”

