
Visual da Praça São José de Bicas – Década de 1920
Ricardo Rossi – omunicipioonline.com.br
Nesse período, pela estação ferroviária de Bicas escoava-se grande parte da produção de café e Minas Gerais, chegando a ocupar a 3ª posição em volume de exportação de café no Estado de Minas Gerais.
Fonte: Revista O Malho, Edição 1052 de 1922, em reportagem sobre a Villa do Guarará.
No ano de 1921, a paróquia de Bicas iniciava sua independência, dando os primeiros passos rumo à emancipação da cidade.
Fonte: Filme A Emancipação de Bicas, disponível no youtube.
O Carnaval não é mais aquele
Antônio Santa Cruz Calvário (Tonico da Dona Minervina) omunicipioonline.com.br

O carnaval se aproxima com a sua alegria contagiante, com o seu ritmo envolvente, que põe requebros no corpo da gente, que domina, arrebata, que faz pular, dançar, gritar, e …pois é! …., mas…, apesar da grande animação, o Carnaval de hoje não é mais como antigamente.
Nos tempos da minha juventude, nos anos 50 e 60, o clima carnavalesco começava mais ou menos em dezembro, quando nas rádios começavam a aparecer as novas músicas gravadas para o Carnaval que se aproximava. Ouviam-se, então, as vozes de Emilinha Borba, Marlene, Chico Alves, João Dias, Carlos Galhardo, Linda Batista, Nuno Roland, Dalva de Oliveira, Blecaute, Orlando Silva, Ivon Curi, Moacir Franco e outros, cantando as marchas e sambas: O teu cabelo não nega, Até amanhã, Implorar, Mamãe eu quero, Não tenho Lágrimas, As pastorinhas, Jardineira, Despedida da Mangueira, Lá vem a Mangueira, Eu agora sou feliz, Deixa andar, Cabeleira do Zezé, Trem das onze, Tristeza, Vem chegando a madrugada, Solteiro é melhor, Aurora, Ai que saudade da Amélia, Alá-lá-ô, Praça onze, Bandeira Branca, Atire a primeira pedra, – Nega do cabelo duro, – Que rei sou eu, – Trabalhar, eu não, Cordão dos puxa sacos, General da banda, Daqui não saio, Nega maluca, Pra seu governo, Chiquita Bacana, Tomara que chova, Touradas de Madri, Sassaricando, Você pensa que cachaça é água, Ressaca, Saca-rolha, Recordar, Maria Escandalosa, Vai com jeito, Vai ver que é, Chora doutor, Me dá um dinheiro aí, Quero morrer no carnaval, Colombina, Deserto do Saara e um montão de outras.
Quando vai se aproximando a época de Carnaval sinto uma grande saudade, exatamente porque não ouço mais as músicas típicas do Reinado de Momo, apenas as “axé-music”, e que continuam a imperar até nos dias de folia.
Em Bicas, passados os bons tempos das Escolas de Samba (1980/1990), felizmente, ainda temos os desfiles de animadas agremiações, como o Bloco da Cana, Bloco do Urubu, Bloco das Abelhas, Piranhas da Rua da Caixa, Bloco dos Amigos etc; contudo, sentimos falta dos antigos e tradicionais Blocos Carnavalescos, como o da “Caninha Verde”, do “Cume Ardendo” e outros.
Também deixou saudades as apresentações da “Orquestra Sapolândia”, que alegrava os participantes e a todos que assistiam as suas apresentações, sem falar da chegada do Trem com o “Rei Momo”, em vagões da Leopoldina, enfeitados e cheios de foliões que eram acompanhados por uma Banda carnavalesca que animava a festa tocando as tradicionais músicas. A Estação, e a praça em frente, ficavam fervilhando de gente aguardando a chegada do Prefeito para entregar a Chave da Cidade ao Rei Momo que dava início ao Carnaval. Isso tudo com muita serpentina, confetes e muita alegria.
De posse da Chave da Cidade, o Rei Momo, Primeiro e Único, acompanhado pela Banda, e dos animados foliões, iniciavam o desfile pelas principais ruas da cidade, que terminava nos salões dos cubes Biquense e Esporte, onde aconteciam os animados bailes infantis com as animadas crianças acompanhadas por seus pais.
À noite, ele comparecia nos salões dos referidos clubes, para animar os foliões com a sua tradicional alegria que contagiava a todos, sempre com a Chave da Cidade nas suas mãos… o seu Reinado ia até a terça-feira gorda… só voltando no próximo Carnaval.
Bicas – PM prende 3 em 24h
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Resumindo o resumo, tá-na-lata que a Polícia Militar de Bicas prendeu três foragidos da justiça, de fora da cidade, no intervalo de 24 horas… Uma mulher (27 anos) e dois homens (30 e 73 anos). A tampa foi fechada nesta terça-feira, 27 de janeiro.
“Bicas não é mais aquela… olha a cara dela.”
Pisca-alerta tá osso
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Estou observando que carinha está utilizando o recurso de pisca-alerta pra tudo… Tá osso… Não é bem assim que funciona, não, ué…
O pisca-alerta deve ser usado apenas em situações de emergência, como panes mecânicas, acidentes, parada forçada na via ou redução brusca e inesperada de velocidade. O uso indevido, como em fila dupla, paradas rápidas ou durante a circulação normal, é infração, conforme reza o Código de Trânsito Brasileiro.
A Colação de Grau foi um momento de orgulho e emoção no Colégio Futuro

Os alunos do 3º ano do Ensino Médio e do 9º ano do Ensino Fundamental celebraram essa conquista ao lado de suas famílias e professores, reconhecendo todo o esforço, dedicação e crescimento ao longo dessa etapa.
Uma cerimônia marcante, repleta de significado, que reforça nosso compromisso com uma educação de qualidade e com a formação integral dos nossos alunos.
Matrículas abertas. Venha fazer parte do Colégio Futuro.
NOLT – New Older Living Trend
A vida mais longa está redesenhando tudo o que sabemos sobre envelhecer

Durante muito tempo, a vida seguiu um roteiro previsível. Estudar, trabalhar, formar uma família e, por volta dos 60 anos, se aposentar. Depois, vinham alguns anos de lazer — até que a idade avançada exigisse ajuda da família ou a mudança para uma instituição destinada à terceira idade, onde se passariam os chamados “anos dourados”.
Por trás desse modelo havia uma suposição silenciosa, porém amplamente compartilhada: a de que, para a maioria das pessoas, a vida não se estenderia muito além dos 70 anos. Essa ideia fazia sentido quando a expectativa de vida era mais curta e serviu de base para decisões fundamentais — do planejamento de carreira individual ao desenho dos sistemas de aposentadoria das empresas.
Hoje, no entanto, esse modelo parece ultrapassado. Esse envelhecimento coletivo é resultado de mais de um século de avanços científicos, médicos e sociais, que permitiram às pessoas viverem mais — e, em muitos casos, manter-se produtivas e socialmente ativas por muito tempo.
O NOLT nasce desse novo tempo: uma geração 60+ ativa, curiosa, conectada e em constante evolução.
O NOLT nasce de um mundo que evoluiu: ciência, saúde e sociedade caminhando juntas para transformar o envelhecimento coletivo em uma nova fase de protagonismo e qualidade de vida.
Resumindo
Vivemos uma era em que a ciência prolongou a vida e a sociedade ampliou horizontes.
O NOLT – New Older Living Trend nasce desse encontro: uma geração que envelhece com saúde, consciência e vontade de evoluir, porque a maturidade não encerra ciclos — ela inaugura novos.
Não é sobre idade — é sobre viver com propósito.






















