“O Gui nasceu botafoguense. Não foi escolha — foi destino. Desde pequeno, aprendeu a rir, sofrer e acreditar junto com o time. Ele brinca que precisa de muita fé pra aguentar a seca de títulos, e talvez precise mesmo. Mas o que impressiona é como transformou essa paixão em jeito de viver.
Quando tentei convencê-lo a ir a um jogo do Flamengo, oferecendo pagar três vezes mais, ele foi firme: NUNCA! Amor tem fronteira — e a dele é preta e branca.
E leva isso a sério!
A conversa com o Gui é engraçada, cheia de histórias inusitadas, mas também traz uma inspiração poderosa: a vida floresce quando paramos de lutar contra quem somos e escolhemos viver a nossa verdade.
Isso exige coragem para sustentar escolhas impopulares, resiliência para enfrentar os dias difíceis e fé para acreditar que a felicidade está no caminho, não só na chegada.
No fundo, será que o Botafogo é só pano de fundo? PUTZ, comprei briga agora! Kkkk
O que o Gui mostra é que paixão de verdade pode moldar uma vida inteira — e que quando você se ancora naquilo que te faz vibrar, você encontra sentido, direção e força para seguir.
Ele encontrou o caminho!”