A Justiça de Minas Gerais fixou em R$ 600 mil a indenização por danos morais a um casal que perdeu os três filhos em um incêndio causado por curto-circuito, em 2014, em Presidente Olegário, no Noroeste de Minas. A decisão é da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que condenou a Cemig e manteve a pensão por morte e os danos materiais.
Segundo o processo, o incêndio ocorreu após técnicos da companhia substituírem um transformador, e uma sobrecarga no religamento da rede teria provocado curto-circuito na residência. As vítimas eram dois gêmeos de um ano e oito meses e uma menina de quatro anos.
A Cemig alegou ausência de responsabilidade e atribuiu o incêndio às condições da instalação elétrica do imóvel, mas os desembargadores rejeitaram os argumentos. A relatora, desembargadora Juliana Campos Horta, destacou que a perícia apontou a oscilação de voltagem como causa mais provável do incêndio.
O valor da indenização foi elevado de R$ 120 mil para R$ 600 mil, sendo R$ 300 mil para cada genitor, devido ao “sofrimento de magnitude incomensurável”. Também foram mantidos o ressarcimento por danos materiais e o pagamento de pensão por morte.
A Cemig informou que recorreu da decisão e afirmou que cumprirá a sentença após o trânsito em julgado.
À polícia, homem confessou o crime e disse que agiu por ciúmes e por não aceitar o fim do relacionamento. Tentativa de feminicídio foi registrada na manhã desta quinta-feira (22), em Leopoldina.
Por g1 Zona da Mata, TV Integração — Leopoldina 22/01/2026 12h54 Atualizado há 21 horas
Resumo
. Uma mulher de 51 anos foi esfaqueada sete vezes pelo ex-companheiro, de 45 anos, na manhã desta quinta-feira (22), em Leopoldina. . Segundo a Polícia Militar, o homem foi até a padaria onde a vítima trabalha e atingiu a cabeça e o abdômen dela com uma faca. . Câmeras de monitoramento gravaram o ataque. O ex-companheiro chegou a fugir, mas foi localizado e preso perto da casa onde mora, em flagrante. . À polícia, ele confessou o crime e disse que agiu por ciúmes e por não aceitar o fim do relacionamento.
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Um ônibus de turismo que operava de forma clandestina tombou na noite de quarta-feira (21) na BR-251, no trecho da Serra de Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais. O acidente deixou cinco pessoas mortas e pelo menos 43 feridas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, três vítimas ficaram presas sob o veículo após o tombamento, enquanto outras duas foram arremessadas para fora do ônibus. Entre os mortos está um bebê com menos de um ano de idade.
Ainda segundo os bombeiros, nove passageiros sofreram ferimentos graves e outros 34 tiveram lesões leves. Ao todo, o coletivo transportava 48 pessoas.
O ônibus havia saído de Arapiraca, em Alagoas, e seguia para Itapema, em Santa Catarina. Informações preliminares apontam que o motorista teria perdido o controle da direção, provocando o tombamento no meio da pista.
O atendimento à ocorrência mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação das causas do acidente.
O que se sabe sobre o trio de enfermeiros suspeitos de matar três pacientes no DF
Polícia ainda não descobriu motivação, mas afirma que vídeos comprovam ações de criminosos; uma das vítimas foi morta por desinfetante na veia
Veja – Por Pedro Jordão – 20 jan 2026, 19h36 • Atualizado
Os técnicos de enfermagem Marcela Camilly Alves, 22, Marcos Vinícius Silva, 24, e Amanda Rodrigues de Sousa, 28, que trabalhavam no Hospital Anchieta, em Taguatinga (PC-DF/Divulgação)
Três técnicos de enfermagem foram presos sob a suspeita de terem assassinado três pacientes que estavam internados em um hospital onde eles trabalhavam no Distrito Federal. Eles administraram medicamentos na veia das vítimas, provocando paradas cardíacas fatais, segundo a polícia.
Os técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva, 24, Marcela Camilly Alves, 22, e Amanda Rodrigues de Sousa, 28, trabalhavam no Hospital Anchieta, em Taguatinga, e são suspeitos de terem matado três pacientes que estavam internados na UTI da unidade.
De acordo com a Polícia Civil de Brasília, Marcos Vinícius Silva entrou indevidamente no sistema de prescrição de medicamentos do hospital, pelo login de um médico, e prescreveu substância que poderia matar para os pacientes. Ele aplicou os medicamentos na veia dos pacientes, e as técnicas ficaram vigiando para ninguém entrar no quarto ou se aproximar do leito.
Duas mortes ocorreram no dia 17 de novembro. Na última, no dia 1° de dezembro, o técnico de enfermagem já não conseguiu ter acesso à substância e aplicou, por dez vezes, um desinfetante na veia da vítima até ela morrer.
As ações das três mortes foram registradas por câmeras de segurança. Em depoimento à polícia, o técnico, inicialmente, negou a autoria do crime. No entanto, após os agentes mostrarem as imagens câmeras, ele confessou o crime, segundo as autoridades.
“Existem elementos convincentes de que o técnico de enfermagem se passou pelo médico, entrou no sistema, que estava aberto, o qual faz a prescrição dos medicamentos no hospital, ele entrou duas vezes, e, se passando pelo médico, ele prescreveu esse medicamento. Ele também foi até a farmácia, buscou os medicamentos, preparou-os, os escondeu no jaleco e os aplicou na veia dos pacientes”, disse o delegado Wisllei Salomão, que coordena a investigação, em coletiva de imprensa.
Ainda segundo Salomão, os técnicos aguardavam as paradas cardíacas ocorrerem e, quando mais profissionais de saúde chegavam à sala, eles aplicavam massagens cardíacas nas vítimas para fingir que tentavam salvá-las.
“A conduta das técnicas de enfermagem: elas foram negligentes. Elas sabiam qual era a substância que ele estava usando, tanto o medicamento quanto o desinfetante, elas sabiam que a aplicação direta na veia daqueles produtos poderia causar a morte e, mesmo assim, elas não intervieram e não fizeram nada. Elas estavam nos leitos dessas pessoas, elas viram [as aplicações], elas, inclusive, nas filmagens, demonstraram que olhavam a porta para impedir que terceiros entrassem”, explicou Salomão.
Casal é abordado pela PM após suspeita de ato sexual em praia cheia no Arpoador
Vídeo viral mostra abordagem em área movimentada; policiais orientaram os envolvidos e ninguém foi levado à delegacia
Por Rlagos Notícias • 20/01/2026 09h35 – Atualizado há 2 horas
RIO — Um casal foi abordado pela Polícia Militar após suspeita de prática de ato sexual em meio à praia lotada e iluminada do Arpoador, na Zona Sul, na noite de domingo (19). Imagens que circularam nas redes sociais mostram o momento da intervenção, após testemunhas relatarem comportamento incompatível com o local, que contava inclusive com crianças.
De acordo com o Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM), os agentes apenas orientaram os envolvidos e não houve condução à delegacia. Em um dos vídeos, uma testemunha comenta: “A praia está lotada”, evidenciando a repercussão do episódio.
O caso ocorreu em meio à operação conjunta da Prefeitura do Rio e da PM, iniciada neste mês, que estabelece novas regras para o uso noturno do Arpoador, do Parque Garota de Ipanema e da faixa de areia e orla do Posto 8 durante o verão. Entre as medidas estão horários de funcionamento, controle de acesso, reforço de policiamento, videomonitoramento, uso de drones e ordenamento urbano, com foco em segurança, limpeza e organização.
O prefeito Glauco Braga Fávero esteve em Belo Horizonte, garantindo avanços importantes para o nosso município em 2026. Novo ônibus escolar Recurso de R$ 650 mil para a compra de um ônibus zero km, trazendo mais conforto e segurança aos alunos da zona rural. Iluminação pública em LED Em parceria com a CEMIG, o projeto Minas em LED segue substituindo as antigas lâmpadas por LED em toda a cidade. Mais economia Mais segurança Custo zero para a prefeitura Seguimos trabalhando com responsabilidade, parcerias e compromisso com o desenvolvimento de Pequeri.
O desfile de carros de boi, realizado no domingo 18/01, representa a força da tradição da Festa de São Sebastião, Padroeiro de Maripá de Minas, Bem Imaterial inventariado do Patrimônio Cultural da nossa cidade. A festa também realizada pela Paróquia São Sebastião segue até esta terça-feira 20/01, dia dedicado a São Sebastião.
No sábado 17/01, vivemos um momento de muita fé e esperança na Missa do Impossível, celebrada pelo Padre Pierre, durante a Festa de São Sebastião, Padroeiro de Maripá de Minas.
Uma celebração que fortalece nossa devoção e preserva uma tradição reconhecida como Bem Imaterial inventariado do Patrimônio Cultural da nossa cidade.
No domingo 18/01, o tradicional desfile de carros de boi tomou as ruas de Maripá de Minas, mantendo viva uma das expressões mais marcantes da Festa de São Sebastião, Padroeiro da nossa cidade.
Uma manifestação reconhecida como Bem Imaterial inventariado do Patrimônio Cultural.
Um homem de 26 anos foi preso em flagrante na noite da última sexta-feira (16), após matar o próprio amigo, de 22 anos, por engano, durante uma discussão em frente a uma barbearia no município de Dourados. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como homicídio.
De acordo com as informações apuradas pela investigação, o suspeito se envolveu em uma discussão acalorada com um desafeto, que seria o verdadeiro alvo do disparo. A confusão teria começado em razão da prisão do irmão do autor, ocorrida dias antes. O irmão do suspeito é investigado pela morte de um primo do homem com quem ele discutia no momento do crime, o que teria aumentado ainda mais a tensão entre os envolvidos.
A vítima fatal, um jovem de 22 anos que trabalhava como barbeiro no local, não participava da discussão. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito saca um revólver da cintura, engatilha a arma e efetua o disparo. O tiro acabou atingindo o amigo, que estava próximo, enquanto o verdadeiro alvo conseguiu fugir do local logo após o disparo.
Após perceber que havia atingido o amigo, o suspeito demonstrou desespero e tentou prestar socorro à vítima. Com a ajuda do irmão, ele colocou o jovem em um veículo e o levou às pressas para o Hospital da Vida. Apesar dos esforços, o barbeiro não resistiu aos ferimentos e morreu logo após dar entrada na unidade hospitalar.
Após deixar o hospital, o suspeito tentou fugir para um bairro vizinho, mas foi localizado e preso por equipes policiais. Ele foi encaminhado para a carceragem da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes da ocorrência, incluindo a motivação exata do crime, a origem da arma utilizada e a participação de outras pessoas no episódio. As imagens de segurança devem auxiliar na conclusão do inquérito.
Uma menina de 1 ano e seis meses passou por cirurgia de urgência após cair da cama e ficar com um carregador de celular cravado na testa, em Divinópolis, no Oeste de Minas. O acidente ocorreu na segunda-feira (12).
Segundo o neurocirurgião Bruno Castro, a criança estaria com o carregador na mão no momento da queda, e o objeto perfurou a região frontal do crânio, próximo ao olho. Familiares relataram que a mãe encontrou a menina caída no chão, com sangramento e o carregador atravessando o crânio.
A vítima foi socorrida pelo Samu e levada ao Hospital São João de Deus, onde passou por cirurgia para retirada do objeto e reconstrução da área afetada. Exames indicaram que o pino transfixou a calota craniana, mas o procedimento ocorreu sem intercorrências.
A criança ficou 36 horas em observação no CTI pediátrico e, após nova tomografia sem sinais de sangramento, foi transferida para a enfermaria. Ela recebeu alta nesta sexta-feira (16) e, segundo o médico, tem grande chance de recuperação sem sequelas.