Falsa biomédica é indiciada após deformar bocas de pacientes

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) indiciou Ana Carolina Brites, de 27 anos, por realizar procedimentos estéticos ilegais que resultaram em complicações graves para diversos pacientes. A investigada se apresentava como biomédica e esteticista, mas não possuía formação na área.
Um dos casos mais graves envolveu um paciente que sofreu uma ocorrência tão intensa que precisou passar por uma traqueostomia e ficou com uma deformidade permanente.
Durante a operação, agentes da 2ª Delegacia de Polícia apreenderam na casa das suspeitas diversos produtos estéticos que só podem ser usados por médicos, dentistas ou biomédicos. Os itens eram importados ilegalmente e não tinham registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Além disso, foi encontrado um diploma de estética aprimorado expedido por uma faculdade local. No entanto, laudos periciais comprovaram que o documento era falso.
Fonte: portaltocanews.com.br
Câmera em capacete de motociclista registra tentativa de latrocínio: ‘Mata, fiote, mata’
Câmera em capacete de motociclista registra tentativa de latrocínio em SP: ‘Mata, fiote, mata’
Vítima foi baleada duas vezes durante o assalto na região de Guaianases, na capital paulista. Menor foi apreendido nesta quarta-feira
Redação Terra 21 mar 2025 – 12h05
(atualizado às 14h31)
A câmera acoplada no capacete de um vigilante flagrou uma tentativa de latrocínio contra ele na Zona Leste de São Paulo. Ele foi abordado por dois assaltantes, que levaram sua moto e dispararam cerca de três tiros contra ele, que foi atingido por dois disparos, na perna e nas costas. O crime aconteceu no dia 5 de março, e um dos suspeitos, menor de idade, foi apreendido.
O vigilante estava voltando para casa quando foi abordado por dois criminosos em outra moto na Rua Alçaprima, no bairro Jardim Vila Isabel, região de Guianases. No vídeo, é possível ouvir um deles dizendo: “Continua com a mão no guidão. Mata, ‘fiote’. Mata, ‘fiote’. Mata”.
Depois, três tiros são disparados, e o homem é atingido na canela e na parte superior das costas. Depois, os criminosos fogem com a moto dele.
O motociclista ferido conseguiu caminhar até a portaria de seu prédio, onde pediu por socorro, e vizinhos acionaram uma ambulância. Ele foi levado para o Hospital Geral de Guaianases e, posteriormente, transferido para o Hospital São Luiz. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dele.
Nesta quarta-feira, 19, a Polícia Militar apreendeu um dos suspeitos envolvidos na tentativa de latrocínio, um adolescente de 16 anos, na região de Lajeado, na Zona Leste de São Paulo.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o menor foi detido em flagrante por roubo de veículo na noite da quarta-feira, na rua Miguel Martins Lisboa. Policiais militares abordaram o suspeito, que estava na moto roubada do vigilante. Foi constatado que havia queixa recente de roubo do veículo, e o adolescente foi identificado como membro de uma quadrilha de roubos de motos.
O menor confessou que participou da tentativa de latrocínio contra um vigilante no último dia 5, na Vila Princesa Isabel. Duas motos roubadas foram localizadas e devolvidas aos proprietários. “O menor foi encaminhado à Fundação Casa. As diligências prosseguem para identificar e prender o segundo envolvido na tentativa de latrocínio. O caso foi registrado no 50º DP”, disse a SSP em nota.
Fonte: Redação Terra
Ex-prefeito de cidade da Zona da Mata é condenado a devolver R$ 5,5 milhões aos cofres públicos
Pai adotivo é preso por estuprar filha de 12 anos em Minas Gerais
Criança denunciou abuso durante palestra sobre violência contra mulher na escola; vítima apresentou comportamento suspeito durante palestra ministrada em escola
A palestra foi ministrada por uma investigadora da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) na escola em que a vítima está matriculada. Durante a apresentação, a policial civil Sabrina Gregória teria suspeitado do comportamento da menina, que estava muito tensa e chegou a chorar enquanto ela falava.
A delegada Karine Maia conta que ao final do evento, a policial pediu para a diretora observá-la. “Durante conversa com a diretora ela teria contado que era abusada sexualmente pelo pai adotivo, desde os sete anos”, disse.
De acordo com a apuração da PCMG, a adolescente foi adotada pelo casal quando tinha sete anos. Desde então, ela relatou que sofre abusos. A violência sexual ocorria na residência da família, e o homem aproveitava do fato de ser aposentado e da esposa trabalhar.
A investigação revelou, ainda, que ele passou a buscar a criança mais cedo na escola para que desse tempo de chegar em casa e manter a relação sexual no horário em que a mãe ainda estava ausente. Conforme informou a delegada, no dia da prisão, a vítima afirmou que teria sofrido abusos ainda naquela manhã.
O homem foi preso em flagrante na porta da escola da filha. “Ele permaneceu em silêncio durante depoimento e também não quis fornecer material genético para ser utilizado na investigação”, informou Karine Maia.
Homem limitava interações e controlava aparência da criança
Conforme levantamentos investigativos, a vítima vivia sob rígidas regras impostas pelo padrasto, que limitava suas interações e controlava sua aparência de forma extrema. A jovem não tinha permissão para brincar com os colegas no intervalo da escola e era obrigada a usar roupas que escondessem qualquer traço de delicadeza.
“Seu cabelo, antes mais longo, foi cortado bem curto sob a justificativa de higiene, mas, no fundo, servia para reforçar a imagem que o investigado queria impor”, relatou a delegada. “O mundo dessa garota era constrito a tais restrições, por meio das quais sua identidade parecia ser moldada por vontades alheias”, analisou Karine.
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Geraldo Aparecido Alves Miranda, pai do menino, é procurado pela polícia. Corpo da criança foi encontrado em um matagal no sábado (15), em Itamarandiba.
Por Taislaine Antunes, g1 Grande Minas
17/03/2025 09h21 Atualizado há 3 horas
Geraldo Aparecido Alves Miranda, de 50 anos, está foragido da polícia, suspeito da morte de seu filho de 9 anos. O corpo do garoto foi encontrado no último sábado (15) em Itamarandiba, no Vale do Jequitinhonha. Segundo a Polícia Militar, Miranda não aceitava o fim do relacionamento com sua ex-mulher, o que pode ter motivado o crime.
Veja tudo o que sabe e o que precisa esclarecer sobre o caso:
1. Quem era a vítima?

Gabriel Santos Miranda, de 9 anos, era fruto do relacionamento entre Simone Rodrigues dos Santos com Geraldo Aparecido. Ele estava desaparecido desde que foi levado pelo pai.
O corpo da criança foi sepultado no início da noite de sábado (15), no mesmo dia em que foi encontrado.
2. Como o crime aconteceu?
Segundo a Polícia Militar, a vítima foi encontrada morta com tiro no ouvido de uma espingarda calibre 22. O corpo foi encontrado em uma área de mata no sábado (15), na comunidade de Várzea do Santo Antônio, em Itamarandiba.
De acordo com a polícia, o desaparecimento de pai e filho foi informado por um membro do Conselho Tutelar do município, na sexta-feira (14). Aos militares, o denunciante informou que os familiares da criança haviam recebido um áudio do pai do menino, por meio de um aplicativo de mensagens, onde ele relatava que teria matado Gabriel e que tiraria a própria vida. Na mensagem, Geraldo apontou o possível paradeiro dele.
Após serem informados do desaparecimento, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros iniciaram as buscas por pai e filho. Durante a procura, a corporação foi informada que uma mulher teria os recebido na casa dela no dia 13 de março. Ao chegarem no imóvel, a testemunha contou aos militares que alimentou os dois e que logo foram embora.
O g1 tenta localizar a defesa de Geraldo Aparecido.
O homem não havia sido localizado até a última atualização desta reportagem.

Renê Cozac 9.2
José Maria M. Veiga, diretor-proprietário do jornal O MUNICÍPIO, compareceu à comemoração dos 92 anos do empresário Renê Cosac… Assim sendo, ele quem vai falar… Fala, aí, Veiga…
“Aniversariando, o prezado amigo e empresário Renê Cozac, ao lado da esposa Maria Ignez, dos
filhos e dos netos, recebeu familiares e amigos, para um delicioso almoço, na bela casa,
em Pequeri.”








Jovem encontra ex-colega de trabalho para receber dívida, é assassinada e tem corpo concretado nos fundos de casa
Duas pessoas foram presas; vítima tinha 21 anos e trabalhava como auxiliar de cozinha em padaria de Belo Horizonte
Por Agência Estado
14/03/2025 às 11h11- Atualizada 14/03/2025 às 11h13
A Polícia Civil de Minas Gerais localizou na quarta-feira (12) o corpo de uma jovem de 21 anos que morava em Belo Horizonte e estava desaparecida desde o domingo (9). O corpo dela estava enterrado no jardim da casa onde morava um ex-colega de trabalho.
O suspeito foi preso em flagrante, assim como um amigo dele também acusado de participar do crime. Os dois podem responder pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio e ocultação e destruição de cadáver. O Estadão não localizou a defesa de ambos.
Quem era a jovem?

A vítima é Clara Maria Venâncio Rodrigues, que trabalhava como auxiliar de cozinha em uma padaria de Belo Horizonte. Ela contou ao namorado que um ex-colega de trabalho, de 27 anos, a quem havia emprestado R$ 400 três meses atrás, tinha pedido para encontrá-la para devolver o dinheiro. Por isso, na noite de domingo, ela iria para a frente de um supermercado na avenida Fleming, na Pampulha.
“A dívida foi contraída quando trabalharam no mesmo estabelecimento e usada como desculpa para que o suspeito pudesse encontrá-la, na noite do crime. Essa dívida não estava sendo cobrada pela vítima”, contou o delegado Alexandre Oliveira da Fonseca, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), durante entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (13).
Como Clara Maria não deu mais notícias após sair para esse encontro, na noite de domingo o namorado e amigos começaram as buscas por ela e pelo ex-colega, mas não conseguiram esclarecer o caso e comunicaram o desaparecimento à polícia.
A polícia descobriu dois endereços vinculados ao principal suspeito. Em um deles, encontraram uma tia dele, que confirmou que o suspeito morava no segundo endereço.
Ao chegar à frente da casa, os PMs estranharam o cheiro que vinha de dentro do imóvel. “Já no calçamento foi possível perceber odor característico e semelhante ao de cadáver que exalava pela janela da casa. Também percebemos que havia uma pessoa no interior da residência, que não atendia ao chamado dos policiais”, contou o delegado. A porta foi arrombada e o suspeito, localizado.
Assim que os investigadores entraram na residência, notaram cimento fresco em um corredor. Ao iniciar uma escavação, viram parte do corpo de uma pessoa. Diante da situação, Sampaio atribuiu o homicídio a um amigo.
“O suspeito afirmou que apenas ocultara o corpo e que o autor do homicídio seria seu amigo, de 29 anos. Mas, a investigação aponta o contrário: o ex-colega da vítima é quem a enforca, e o amigo dele o ajuda na ocultação do corpo”, afirmou Fonseca.
À polícia, o suspeito afirmou que atraiu a vítima até a casa dele para rendê-la e tirar dinheiro de sua conta bancária, por meio do celular dela. Mas, a vítima resistiu e ele decidiu enforcá-la até a morte.
Assédio sexual, nazismo e necrofilia
Outra questão que pode ter influenciado no crime é que o suspeito havia tentado namorar a vítima e não foi correspondido. “Durante as investigações também descobrimos que a vítima já havido sofrido assédio sexual por parte do ex-colega de trabalho e não teria correspondido às investidas. No dia 6 de março, ele teria encontrado com a vítima em um bar e tomado conhecimento de que ela estaria namorando, o que teria lhe deixado com muita raiva”, contou o delegado.
O segundo suspeito é Lucas Rodrigues Pimentel, de 29 anos, amigo de Sampaio. Ele já teria tido uma desavença com a vítima. “Esse suspeito tem adoração pelo nazismo e, durante uma conversa, a vítima o criticou por tal posicionamento, o que lhe causou profunda ira. Além disso, ele também tem interesse em necrofilia o que pode indicar abuso sexual. Todos esses fatores se juntam com a outra motivação, de roubo, e criam este cenário para o crime”, disse Fonseca.
Os suspeitos foram presos e prestaram depoimento. Durante a oitiva, o segundo suspeito citou a participação de um terceiro, que chegou a ser conduzido ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e ouvido formalmente, porém não ficou configurada a participação dele nesse crime. Depois, os dois suspeitos presos também refizeram suas afirmações e negaram que esse terceiro tenha participado do crime.
Ao ser questionado sobre o paradeiro de Clara Maria por uma das amigas dela, antes da prisão, o primeiro suspeito chegou a dar o endereço dele, que é o local onde o corpo da vítima foi encontrado. Ele chegou a marcar um encontro com uma amiga da vítima, nesta quarta-feira. “Esse encontro não aconteceu porque nós o prendemos antes. Mas possivelmente ela seria uma próxima vítima”, disse o delegado.

