Zona da Mata | Morto na Barriga | Grávida com feto morto há cinco dias mobiliza médicos e desespera família e amigos

Falsa biomédica é indiciada após deformar bocas de pacientes

24/03/2025 19h19
Por: Eduardo Neres
Reprodução / Redes Sociais

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) indiciou Ana Carolina Brites, de 27 anos, por realizar procedimentos estéticos ilegais que resultaram em complicações graves para diversos pacientes. A investigada se apresentava como biomédica e esteticista, mas não possuía formação na área.

As investigações foram realizadas no início de setembro de 2024, após quatro mulheres relatarem reações diversas aos preenchimentos labiais feitos por Ana Carolina em um espaço de coworking em Campo Grande (MS). As vítimas, que acreditaram estar sendo atendidas por uma deficiência profissional, precisaram de atendimento médico e, em alguns casos, internação.

Um dos casos mais graves envolveu um paciente que sofreu uma ocorrência tão intensa que precisou passar por uma traqueostomia e ficou com uma deformidade permanente.

Durante a operação, agentes da 2ª Delegacia de Polícia apreenderam na casa das suspeitas diversos produtos estéticos que só podem ser usados ​​por médicos, dentistas ou biomédicos. Os itens eram importados ilegalmente e não tinham registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Além disso, foi encontrado um diploma de estética aprimorado expedido por uma faculdade local. No entanto, laudos periciais comprovaram que o documento era falso.

Fonte: portaltocanews.com.br

Câmera em capacete de motociclista registra tentativa de latrocínio: ‘Mata, fiote, mata’

Câmera em capacete de motociclista registra tentativa de latrocínio em SP: ‘Mata, fiote, mata’

Vítima foi baleada duas vezes durante o assalto na região de Guaianases, na capital paulista. Menor foi apreendido nesta quarta-feira

Redação Terra 21 mar 2025 – 12h05
(atualizado às 14h31)

A câmera acoplada no capacete de um vigilante flagrou uma tentativa de latrocínio contra ele na Zona Leste de São Paulo. Ele foi abordado por dois assaltantes, que levaram sua moto e dispararam cerca de três tiros contra ele, que foi atingido por dois disparos, na perna e nas costas. O crime aconteceu no dia 5 de março, e um dos suspeitos, menor de idade, foi apreendido.

O vigilante estava voltando para casa quando foi abordado por dois criminosos em outra moto na Rua Alçaprima, no bairro Jardim Vila Isabel, região de Guianases. No vídeo, é possível ouvir um deles dizendo: “Continua com a mão no guidão. Mata, ‘fiote’. Mata, ‘fiote’. Mata”.

Depois, três tiros são disparados, e o homem é atingido na canela e na parte superior das costas. Depois, os criminosos fogem com a moto dele.

O motociclista ferido conseguiu caminhar até a portaria de seu prédio, onde pediu por socorro, e vizinhos acionaram uma ambulância. Ele foi levado para o Hospital Geral de Guaianases e, posteriormente, transferido para o Hospital São Luiz. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dele.

Nesta quarta-feira, 19, a Polícia Militar apreendeu um dos suspeitos envolvidos na tentativa de latrocínio, um adolescente de 16 anos, na região de Lajeado, na Zona Leste de São Paulo.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o menor foi detido em flagrante por roubo de veículo na noite da quarta-feira, na rua Miguel Martins Lisboa. Policiais militares abordaram o suspeito, que estava na moto roubada do vigilante. Foi constatado que havia queixa recente de roubo do veículo, e o adolescente foi identificado como membro de uma quadrilha de roubos de motos.

O menor confessou que participou da tentativa de latrocínio contra um vigilante no último dia 5, na Vila Princesa Isabel. Duas motos roubadas foram localizadas e devolvidas aos proprietários. “O menor foi encaminhado à Fundação Casa. As diligências prosseguem para identificar e prender o segundo envolvido na tentativa de latrocínio. O caso foi registrado no 50º DP”, disse a SSP em nota.

Fonte: Redação Terra

Ex-prefeito de cidade da Zona da Mata é condenado a devolver R$ 5,5 milhões aos cofres públicos

Político usava o próprio posto de de combustível para fraudar cofres do município de Vieiras, na Zona da Mata

Por Renato Knopp*
20/03/2025 às 12h52

Ex-prefeito teve seus direitos políticos cassados (Foto: Reprodução/Facebook Prefeitura de Vieiras)

Waldinei Chicareli de Andrade (PT), ex-prefeito de Vieiras, cidade da Zona da Mata Mineira, foi condenado a a ressarcir aos cofres públicos R$ 5,5 milhões, com juros e correção monetária, por fraude em licitação na contratação de posto de combustíveis. Ele teve seus direitos políticos suspensos por 12 anos e está proibido de contratar com o poder público. A condenação do ex-gestor se deu após denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

É apontada na decisão judicial que o ex-prefeito comandou as licitações e celebrou contratos com a empresa Auto Posto Bom Jesus de Vieiras, a qual era proprietário. Segundo o MPMG, testemunhas confirmaram que o político era o real dono do posto de combustíveis. Vários “laranjas” teriam tentado encobrir o real proprietário com  alterações contratuais, como a entrada e saída de pessoas na condição de sócios do empreendimento.

Isso visando manter o político como sócio oculto e permitir assim que o posto pudesse ser contratado para fornecer o combustível à prefeitura.  

O ex-gestor foi condenado por improbidade administrativa e está obrigado a ressarcir R$ 5,5 milhões aos cofres da prefeitura. Deste montante, deve ser descontado o valor do combustível efetivamente entregue para a administração municipal, de acordo com a sentença.

*Estagiário sob supervisão da editora Mariana Floriano

Pai adotivo é preso por estuprar filha de 12 anos em Minas Gerais

Criança denunciou abuso durante palestra sobre violência contra mulher na escola; vítima apresentou comportamento suspeito durante palestra ministrada em escola 

Por Tribuna de Minas
19/03/2025 às 12h40

Um homem, de 55 anos, foi preso em flagrante por estupro de vulnerável, na última segunda-feira (17), em Montes Claros, região Norte de Minas Gerais. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a vítima era uma criança de 12 anos, filha adotiva do abusador, que denunciou o caso após uma palestra sobre violência contra à mulher na escola. 
 

A palestra foi ministrada por uma investigadora da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) na escola em que a vítima está matriculada. Durante a apresentação, a policial civil Sabrina Gregória teria suspeitado do comportamento da menina, que estava muito tensa e chegou a chorar enquanto ela falava. 

A delegada Karine Maia conta que ao final do evento, a policial pediu para a diretora observá-la. “Durante conversa com a diretora ela teria contado que era abusada sexualmente pelo pai adotivo, desde os sete anos”, disse. 

De acordo com a apuração da PCMG, a adolescente foi adotada pelo casal quando tinha sete anos. Desde então, ela relatou que sofre abusos. A violência sexual ocorria na residência da família, e o homem aproveitava do fato de ser aposentado e da esposa trabalhar. 

A investigação revelou, ainda, que ele passou a buscar a criança mais cedo na escola para que desse tempo de chegar em casa e manter a relação sexual no horário em que a mãe ainda estava ausente. Conforme informou a delegada, no dia da prisão, a vítima afirmou que teria sofrido abusos ainda naquela manhã. 

O homem foi preso em flagrante na porta da escola da filha. “Ele permaneceu em silêncio durante depoimento e também não quis fornecer material genético para ser utilizado na investigação”, informou Karine Maia. 

Homem limitava interações e controlava aparência da criança 

Conforme levantamentos investigativos, a vítima vivia sob rígidas regras impostas pelo padrasto, que limitava suas interações e controlava sua aparência de forma extrema. A jovem não tinha permissão para brincar com os colegas no intervalo da escola e era obrigada a usar roupas que escondessem qualquer traço de delicadeza. 

“Seu cabelo, antes mais longo, foi cortado bem curto sob a justificativa de higiene, mas, no fundo, servia para reforçar a imagem que o investigado queria impor”, relatou a delegada. “O mundo dessa garota era constrito a tais restrições, por meio das quais sua identidade parecia ser moldada por vontades alheias”, analisou Karine. 

Vídeo | Menino de 12 anos morre após ataque brutal de rottweilers em MG

Morre Guilherme Gabriel Couto, menino que foi atacado por cães da raça rottweiler

Pai é suspeito de matar filho de 9 anos, por não aceitar fim do relacionamento com ex-mulher em MG: veja o que se sabe

Pai suspeito de matar filho por não aceitar fim do relacionamento com ex-mulher em MG: veja o que se sabe

Geraldo Aparecido Alves Miranda, pai do menino, é procurado pela polícia. Corpo da criança foi encontrado em um matagal no sábado (15), em Itamarandiba.

Por Taislaine Antunes, g1 Grande Minas
17/03/2025 09h21 Atualizado há 3 horas

Geraldo Aparecido Alves Miranda, de 50 anos, está foragido da polícia, suspeito da morte de seu filho de 9 anos. O corpo do garoto foi encontrado no último sábado (15) em Itamarandiba, no Vale do Jequitinhonha. Segundo a Polícia Militar, Miranda não aceitava o fim do relacionamento com sua ex-mulher, o que pode ter motivado o crime.

Veja tudo o que sabe e o que precisa esclarecer sobre o caso:

1. Quem era a vítima?

Gabriel Santos Miranda, de 9 anos, e o pai Geraldo Aparecido Alves Miranda, de 50 anos, suspeito de matá-lo — Foto: Reprodução


Gabriel Santos Miranda, de 9 anos, era fruto do relacionamento entre Simone Rodrigues dos Santos com Geraldo Aparecido. Ele estava desaparecido desde que foi levado pelo pai.

O corpo da criança foi sepultado no início da noite de sábado (15), no mesmo dia em que foi encontrado.

2. Como o crime aconteceu?

Segundo a Polícia Militar, a vítima foi encontrada morta com tiro no ouvido de uma espingarda calibre 22. O corpo foi encontrado em uma área de mata no sábado (15), na comunidade de Várzea do Santo Antônio, em Itamarandiba.

De acordo com a polícia, o desaparecimento de pai e filho foi informado por um membro do Conselho Tutelar do município, na sexta-feira (14). Aos militares, o denunciante informou que os familiares da criança haviam recebido um áudio do pai do menino, por meio de um aplicativo de mensagens, onde ele relatava que teria matado Gabriel e que tiraria a própria vida. Na mensagem, Geraldo apontou o possível paradeiro dele.

Após serem informados do desaparecimento, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros iniciaram as buscas por pai e filho. Durante a procura, a corporação foi informada que uma mulher teria os recebido na casa dela no dia 13 de março. Ao chegarem no imóvel, a testemunha contou aos militares que alimentou os dois e que logo foram embora.

3. Quem é o suspeito?
Natural de Itamarandiba, Geraldo Aparecido Alves Miranda, de 50 anos, trabalha com a produção e venda de carvão na localidade. Ele é apontado como suspeito de matar o filho após desaparecer com a criança e enviar uma mensagem aos familiares relatando a morte do menino e afirmando que tentaria contra a própria vida.

O g1 tenta localizar a defesa de Geraldo Aparecido.

4. Qual a motivação do crime?
Conforme a denúncia, o homem teria cometido o crime por não aceitar o fim do relacionamento com a ex-esposa. Segundo os militares, ele vinha fazendo ameaças à mãe da criança e estaria usando o filho para tentar uma reconciliação.
5. Polícia busca pelo suspeito
As buscas pelo autor foram retomadas na manhã desta segunda-feira (17), depois de serem interrompidas ao anoitecer de domingo (16). Já são mais de 72 horas de cerco policial na região onde o corpo foi encontrado, na zona rural de Itamarandiba.

O homem não havia sido localizado até a última atualização desta reportagem.

Policiais montaram cerco na mata para capturar o foragido — Foto: Polícia Militar

 

Zona da Mata | Homem atropela prefeito e diz que daria 3 tiros na cara dele, caso seu filho fosse demitido

Neste sábado, 15/3, um homem, 57 anos, foi preso depois de tentar atropelar o prefeito de Recreio e deixar outras 4 pessoas feridas.

Consoante informações apuradas pelo Jornal O Vigilante Online, o prefeito Leo Medeiros e outras 4 pessoas estavam em um bar, localizado no bairro Grotinha, ocasião em que o homem sentou- se próximo e ligou o som do carro.

Uma das pessoas que estava na mesa do prefeito pediu que o autor abaixasse o volume do som.

Após o pedido, o homem começou a ameaçar dizendo que daria três tiros na cara do prefeito, caso seu filho fosse demitido. Em seguida, a esposa do homem conseguiu retirá-lo do local.

O casal entrou no veículo Fiat Uno e, após darem uma volta no quarteirão, o condutor acelerou o carro e jogou o veículo contra a mesa das vítimas.

O prefeito e os outros 4 homens foram socorridos e levados para o hospital São Sebastião, e o atropelador localizado e preso pela Polícia Militar. O autor recusou a fazer o teste do bafômetro; porém, policiais constataram sinais de embriaguez, devido a fala desconexas, andar cambaleante e olhos vermelhos.

Renê Cozac 9.2

José Maria M. Veiga, diretor-proprietário do jornal O MUNICÍPIO, compareceu à comemoração dos 92 anos do empresário Renê Cosac… Assim sendo, ele quem vai falar… Fala, aí, Veiga…

“Aniversariando, o prezado amigo e empresário Renê Cozac, ao lado da esposa Maria Ignez, dos
filhos e dos netos, recebeu familiares e amigos, para um delicioso almoço, na bela casa,
em Pequeri.”

O aniversariante com os filhos Ivan, João e Suyan
Joaquim Simeão de Faria e Suyan com D. Ignez e Renê Cozac
Rana Cozac, Matheus Vilela, Luiza, Laura, Suyan, Joaquim, D. Ignez e Renê 
O aniversariante sendo saudado pelo amigo José Vicente Daniel
Em pé: o Prefeito de Pequeri, Glauco Braga Fávero; Ivan Cozac e Toni Pimenta Alves… Sentados: João, Suyan, Renê Cozac, o Juiz de Direito da Comarca de Bicas, Ricardo Domingos de Andrade e sua esposa Adriana
O prefeito Glauco, José Maria M. Veiga, Ronaldo Granato Matta e Toni com os anfitriões
Sandra Araújo, Ronaldo, Rafaela Granato, Eduardo Macedo, D. Ignez e Renê
O aniversariante com os amigos Vicente, Veiga e Ronaldo 

Jovem encontra ex-colega de trabalho para receber dívida, é assassinada e tem corpo concretado nos fundos de casa

Duas pessoas foram presas; vítima tinha 21 anos e trabalhava como auxiliar de cozinha em padaria de Belo Horizonte

Por Agência Estado
14/03/2025 às 11h11- Atualizada 14/03/2025 às 11h13

A Polícia Civil de Minas Gerais localizou na quarta-feira (12) o corpo de uma jovem de 21 anos que morava em Belo Horizonte e estava desaparecida desde o domingo (9). O corpo dela estava enterrado no jardim da casa onde morava um ex-colega de trabalho.

O suspeito foi preso em flagrante, assim como um amigo dele também acusado de participar do crime. Os dois podem responder pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio e ocultação e destruição de cadáver. O Estadão não localizou a defesa de ambos.

Quem era a  jovem?

Clara Maria Venâncio Rodrigues tinha 21 anos e trabalhava em padaria de Belo Horizonte (Foto: Reprodução Redes Sociais)

A vítima é Clara Maria Venâncio Rodrigues, que trabalhava como auxiliar de cozinha em uma padaria de Belo Horizonte. Ela contou ao namorado que um ex-colega de trabalho, de 27 anos, a quem havia emprestado R$ 400 três meses atrás, tinha pedido para encontrá-la para devolver o dinheiro. Por isso, na noite de domingo, ela iria para a frente de um supermercado na avenida Fleming, na Pampulha.

“A dívida foi contraída quando trabalharam no mesmo estabelecimento e usada como desculpa para que o suspeito pudesse encontrá-la, na noite do crime. Essa dívida não estava sendo cobrada pela vítima”, contou o delegado Alexandre Oliveira da Fonseca, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), durante entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (13).

Como Clara Maria não deu mais notícias após sair para esse encontro, na noite de domingo o namorado e amigos começaram as buscas por ela e pelo ex-colega, mas não conseguiram esclarecer o caso e comunicaram o desaparecimento à polícia.

A polícia descobriu dois endereços vinculados ao principal suspeito. Em um deles, encontraram uma tia dele, que confirmou que o suspeito morava no segundo endereço.

Ao chegar à frente da casa, os PMs estranharam o cheiro que vinha de dentro do imóvel. “Já no calçamento foi possível perceber odor característico e semelhante ao de cadáver que exalava pela janela da casa. Também percebemos que havia uma pessoa no interior da residência, que não atendia ao chamado dos policiais”, contou o delegado. A porta foi arrombada e o suspeito, localizado.

Assim que os investigadores entraram na residência, notaram cimento fresco em um corredor. Ao iniciar uma escavação, viram parte do corpo de uma pessoa. Diante da situação, Sampaio atribuiu o homicídio a um amigo.

“O suspeito afirmou que apenas ocultara o corpo e que o autor do homicídio seria seu amigo, de 29 anos. Mas, a investigação aponta o contrário: o ex-colega da vítima é quem a enforca, e o amigo dele o ajuda na ocultação do corpo”, afirmou Fonseca.

À polícia, o suspeito afirmou que atraiu a vítima até a casa dele para rendê-la e tirar dinheiro de sua conta bancária, por meio do celular dela. Mas, a vítima resistiu e ele decidiu enforcá-la até a morte.

Assédio sexual, nazismo e necrofilia

Outra questão que pode ter influenciado no crime é que o suspeito havia tentado namorar a vítima e não foi correspondido. “Durante as investigações também descobrimos que a vítima já havido sofrido assédio sexual por parte do ex-colega de trabalho e não teria correspondido às investidas. No dia 6 de março, ele teria encontrado com a vítima em um bar e tomado conhecimento de que ela estaria namorando, o que teria lhe deixado com muita raiva”, contou o delegado.

O segundo suspeito é Lucas Rodrigues Pimentel, de 29 anos, amigo de Sampaio. Ele já teria tido uma desavença com a vítima. “Esse suspeito tem adoração pelo nazismo e, durante uma conversa, a vítima o criticou por tal posicionamento, o que lhe causou profunda ira. Além disso, ele também tem interesse em necrofilia o que pode indicar abuso sexual. Todos esses fatores se juntam com a outra motivação, de roubo, e criam este cenário para o crime”, disse Fonseca.

Os suspeitos foram presos e prestaram depoimento. Durante a oitiva, o segundo suspeito citou a participação de um terceiro, que chegou a ser conduzido ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e ouvido formalmente, porém não ficou configurada a participação dele nesse crime. Depois, os dois suspeitos presos também refizeram suas afirmações e negaram que esse terceiro tenha participado do crime.

Ao ser questionado sobre o paradeiro de Clara Maria por uma das amigas dela, antes da prisão, o primeiro suspeito chegou a dar o endereço dele, que é o local onde o corpo da vítima foi encontrado. Ele chegou a marcar um encontro com uma amiga da vítima, nesta quarta-feira. “Esse encontro não aconteceu porque nós o prendemos antes. Mas possivelmente ela seria uma próxima vítima”, disse o delegado.