No vídeo, o noivo aparece furioso, arrombando a porta da casa
correio24horas.com.br – Por Fernanda Varela Publicado em 14 de outubro de 2025 às 15:19
Padre foi flagrado com noiva de fiel Crédito: Reprodução
Um vídeo pra lá de polêmico tomou conta das redes sociais nesta terça-feira (14). Nas imagens, um padre é flagrado com a noiva de um fiel dentro de uma casa paroquial em Nova Maringá, no Mato Grosso. O caso virou assunto em todo o país e está deixando os fiéis em choque.
O religioso foi identificado como padre Luciano Braga Simplício, da Diocese de Diamantino. No vídeo, o noivo aparece furioso, arrombando a porta da casa com a ajuda de amigos depois que o padre se recusou a abrir. Quando finalmente entram, a cena é digna de novela: a mulher está escondida embaixo da pia do banheiro, tentando não ser vista.
O vídeo rapidamente viralizou e já soma milhares de visualizações. Muita gente comenta o flagrante nas redes, misturando indignação e memes. “Nem o roteirista de Vale Tudo pensaria numa reviravolta dessas”, brincou um internauta.
A Diocese de Diamantino confirmou o caso e soltou uma nota dizendo que “todas as medidas canônicas estão sendo tomadas” e pediu “compreensão e oração” aos fiéis.
Enquanto a Igreja promete investigar, o público segue em choque com o escândalo que virou um dos assuntos mais comentados do dia.
Casal foi detido após indicar à polícia o local onde o corpo da criança estava enterrado
Por Estadão Conteúdo 15/10/2025 às 16h42
Maria Clara tinha 5 anos e morava em Itapetininga com mãe e padrasto (Foto: Reprodução redes sociais)
A mãe e o padrasto de uma menina de 5 anos foram presos na tarde de terça-feira (14) após confessarem ter matado e enterrado o corpo da criança no quintal da residência onde moravam, em Itapetininga, no interior de São Paulo. O desaparecimento da menina, identificada como Maria Clara Aguirre Lisboa, havia sido comunicado pelo pai biológico ao Conselho Tutelar.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações levaram à suspeita de que a criança poderia ter sido morta. Durante o interrogatório, os dois apresentaram versões divergentes até que a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, de 25 anos, confessou o crime. Em seguida, o padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, de 23 anos, levou os policiais ao local onde o corpo estava enterrado.
“Durante os depoimentos, eles deram informações conflitantes. Em dado momento, a genitora decidiu colaborar dizendo que a criança estava morta. A partir daí, o padrasto, sabendo que a mãe tinha confessado, levou a polícia ao local”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Franco Augusto.
O casal foi preso temporariamente e vai responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O delegado informou que aguarda os laudos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa da morte, que pode ter ocorrido por traumatismo craniano.
O caso segue sob investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga.
Transcrito do jornal Tribuna de Minas *Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe
Psicólogo é preso suspeito de abusar sexualmente de adolescentes em Muriaé — Foto: MPMG/Divulgação
Nesta terça-feira (14/10), na cidade de Muriaé (MG), um psicólogo foi preso preventivamente suspeito de abusar sexualmente de adolescentes. A detenção aconteceu durante a operação Anjos da Guarda, deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais em conjunto com a Polícia Militar.
Além do mandado de prisão preventiva, as equipes também cumpriram três mandados de busca e apreensão e um de suspensão de atividades econômicas ou financeiras, devido ao medo de que esses recursos fossem usados para cometer crimes graves. As investigações ainda estão em andamento e apontam que o profissional usava sua posição para cometer abusos, incluindo contra adolescentes com deficiência.
Em meio às buscas, foram apreendidos vários materiais e dispositivos eletrônicos, que serão analisados para identificar possíveis novas vítimas e verificar se há a participação de outras pessoas. De acordo com o promotor de Justiça Breno Costa da Silva Coelho, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), na Zona da Mata, o material será examinado com rapidez e cuidado, com o objetivo de coletar provas e garantir a proteção das vítimas.
Mãe e filha morrem em SP após comerem bolo envenenado entregue por parente
Polícia Civil investiga caso como duplo homicídio e tentativa de homicídio por envenenamento
Por: Redação Terra 11 out 2025 – 11h19
Resumo
Mãe e filha morreram e uma adolescente sobreviveu após comerem bolo envenenado no Ipiranga, São Paulo; o caso, suspeito de duplo homicídio, é investigado pela Polícia Civil.
Ana Maria e a filha Larissa morreram após comer bolo envenenado entregue por um parente Foto: Reprodução/Brasil Urgente/Band
Ana Maria de Jesus, de 52 anos, e a filha, Larissa de Jesus Castilho, de 21 anos, morreram após comerem um pedaço de bolo de aniversário envenenado no bairro do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo como duplo homicídio e tentativa de homicídio por envenenamento, já que uma adolescente de 16 anos também consumiu o bolo, mas sobreviveu depois de ser hospitalizada.
Ao Terra, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que o caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As equipes da unidade cumpriram mandados de busca na última quarta-feira, 8, relacionados aos fatos. “Diligências seguem em andamento visando ao esclarecimento do crime”, disse em nota.
Segundo o jornal O Globo, as três consumiram um pedaço de bolo de aniversário que foi entregue na casa de Ana Maria no dia seguinte à celebração. O laudo pericial mostrou que o alimento estava contaminado com um inseticida de uso comum contra pragas. O caso ocorreu em junho deste ano.
Um homem foi visto saindo de um carro com uma sacola e entregando o bolo à vítima, conforme apontaram imagens de câmeras de segurança averiguadas durante a investigação. Ele conversou brevemente com Ana Maria antes de ir embora. Após 40 minutos, ela passou mal e conseguiu ligar para a filha antes de convulsionar.
Ela foi internada em estado grave no Hospital Heliópolis, mas não resistiu. As outras duas meninas visitaram Ana Maria no hospital, mas não sabiam que a causa do mal-estar havia sido o bolo e comeram o restante do alimento. A adolescente informou à polícia que consumiu menos bolo do que Larissa, e que a jovem comentou que o sabor do alimento estava estranho.
Larissa acabou morrendo em casa, enquanto a adolescente de 16 anos, que era melhor amiga de Larissa, foi socorrida e sobreviveu. Ana Maria chegou a receber alta, mas voltou a ser hospitalizada e morreu quase dois meses depois do envenenamento, com diagnóstico de intoxicação grave e insuficiência respiratória.
Pedaço de bolo foi envenenado propositalmente
De acordo com as investigações, nenhum outro convidado do aniversário passou mal, o que reforça as suspeitas de que apenas o pedaço de bolo entregue à vítima teria sido manipulado com veneno.
Em entrevista ao programa Brasil Urgente, da Band, a adolescente de 16 anos contou que Larissa desconfiou que o bolo estava envenenado por conta do sabor estranho do alimento. A menor de idade chegou a ligar para uma amiga enfermeira para perguntar quais eram os sintomas de envenenamento, relatando, também, que Larissa estava passando mal.
Os socorristas tentaram reanimar Larissa por 40 minutos, mas ela não resistiu. Já a adolescente foi levada ao hospital, ficou internada, mas sobreviveu. A vítima relatou que ela e a amiga estiveram na noite anterior no aniversário do primo de um ano de Larissa e que o bolo foi servido para todos os convidados, mas que ninguém passou mal.
Segundo a adolescente, o marido de uma sobrinha da vítima se ofereceu para levar o pedaço de bolo para Ana Maria no dia seguinte, tendo em vista que a mulher não conseguiu comparecer à festa. O homem e a esposa são investigados pelo crime.
BR-251: acidente mata todos os ocupantes de ambulância em Minas
Veículo ficou destruído com o impacto da batida CBMMG/Reprodução
O motorista do veículo e duas passageiras morreram ao baterem na traseira de um caminhão em Unaí (MG)
Todos os ocupantes de uma ambulância morreram depois do veículo bater na traseira de um caminhão na noite dessa quinta-feira (9/10), na BR-251, em Unaí (MG), no Noroeste do estado.
O acidente aconteceu no no km 886 da rodovia e envolveu uma ambulância da Prefeitura de Unaí, modelo Fiat Fiorino, e um caminhão carregado com silo. O Corpo de Bombeiros foi acionado pela Polícia Militar Rodoviária (PMRv) para atender à ocorrência.
A ambulância era conduzida por um homem de 55 anos e transportava duas mulheres, de 66 e 73 anos. Todos os ocupantes morreram no local. Com o impacto da batida, o veículo ficou com a frente destruída
O motorista do caminhão, de 40 anos, não se feriu. Ele relatou que seguia sentido Unaí quando sentiu o impacto na traseira do veículo e parou no acostamento. O teste do etilômetro deu negativo para ingestão de álcool.
A perícia técnica da Polícia Civil esteve no local e liberou os corpos para o Instituto Médico-Legal (IML). O Corpo de Bombeiros atuou na retirada das vítimas e na limpeza da pista, que foi liberada depois da remoção dos veículos.
Reportagem Aristides dos Santos / Crédito das informações e imagens: CPE / BPMRv / 4ª Cia PRv / 1º Pel / 1° GPRv
ADOLESCENTE DE 17 ANOS É APREENDIDO E HOMEM DE 19 ANOS É PRESO COM 8 BARRAS DE MACONHA EM ÔNIBUS NA BR-267, EM JUIZ DE FORA
97,3 FM / www.difusorasjn.com.br / São João Nepomuceno – MG
Operação “Última Parada” da Polícia Militar Rodoviária flagrou dupla que transportava droga do Rio de Janeiro para São João Nepomuceno.
JUIZ DE FORA, quarta-feira, 08 de outubro de 2025 — Durante a Operação “Última Parada”, policiais do Grupamento Tático Rodoviário da 4ª Cia PRv, com apoio da viatura RV 34868, realizaram abordagem a um coletivo que fazia a linha Juiz de Fora x São João Nepomuceno, na BR-267, km 96, por volta das 17h.
Durante a fiscalização, os militares localizaram 8 barras de substância análoga à maconha dentro da mochila de um adolescente, que viajava acompanhado de um homem já conhecido por envolvimento em ocorrências e denúncias relacionadas ao tráfico de drogas.
O menor assumiu a propriedade do entorpecente, relatando que adquiriu a droga na capital fluminense e transportava o material para São João Nepomuceno. O maior negou participação, mas testemunhas afirmaram que ambos embarcaram juntos e que o adulto pagou a passagem do menor.
Diante dos fatos, o homem foi preso e o adolescente apreendido. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso, que configura tráfico ilícito de drogas (art. 33 do Código Penal) e ato infracional análogo ao tráfico, no caso do menor.
Nesta terça-feira, 7 de outubro, o Prefeito de Pequeri, Gláuco Braga Fávero, participou da 5ª edição do Diálogo Público – encontro de ideias e soluções, realizado em Belo Horizonte, na Sala Minas Gerais (Filarmônica).
O evento, promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), reuniu prefeitos e prefeitas de todo o estado, para discutir temas fundamentais como obras públicas, transferências da União, reforma tributária e inteligência artificial na gestão pública.
Foram momentos de muito aprendizado e troca de experiências, com a presença de autoridades das três esferas da federação. Continuamos buscando conhecimento e diálogo para que Pequeri siga no caminho certo, com uma administração moderna, responsável e comprometida com o desenvolvimento da nossa cidade.
Gláuco Braga Fávero, (Prefeito de Pequeri), Denilson Ferraz (Gestor de Convênios da Prefeitura de Pequeri) e Célio José Ferraz (Prefeito de Guarará)