Dondoca

Ferroviários biquenses com a Maria Fumaça DONDOCA (fabricada em Bicas) ao fundo

Elegantes jovens biquenses

A elegância dos jovens biquenses, no início da década de 1960: Jarbas Antunes, Carlos Augusto Veiga, Wolney Sarto, Waguinho Barreto, José Carlos Penchel, Rogerinho Barros, José Américo Frade e Milton Fernando Souza

Praça São José / Bicas -MG / 1918

Funcionários do Banco do Brasil de Bicas / Década de 60

Década de 60 / Funcionários do Banco do Brasil de Bicas, em frente a antiga agência na Praça Vicente Bianco: (Em pé) Rubens Costa Rocha, Djalma Castro, Carlos Décio Mostaro, Oscar de Souza, Adalberto Carvalho, Ronaldo Lawal, Flávio Sales, Maurício Coura, Galileu Vidal, Yure Haddad, Alfredo Bello Silva, Sérvulo Rocha, Luiz Carlos Rocha, Armando Henriques e Marangon… 
(Sentados) João Batista de Oliveira, Walter Bezerra, Wagner Barreto, Inspetor Mário, Geraldo Cerdeira, Edson Itaborahy e João Corrêa Neto

Amilcar e alguns dos seus aliados

16/11/1976 – Pedro Porto, José Maria Veiga, José Alípio Alhadas, Amílcar Rebouças, Laerte Afonso, Juca Croce, Ério Silva e José Maria Agrelli

O velho Barreto

O título é parecido com uma conhecida marca de um produto viticultor; entretanto, nosso homenageado é mais velho na amizade e na tradição familiar, além de patrimônio biquense. Trata-se do saudoso CARLOS BARRETO, ao qual, eu e meus patriarcados, éramos unidos pelos laços afetivos de longa amizade.

Quem não se lembra dele? Pois bem, ele era natural de Campos/RJ, porém, desde cedo veio para nossa terra, constituiu família com Dª Glória (ah, a saudosa Dª Glória, mulher de fibra), cujos filhos formam essa querida e popular família, assim como foi um ferroviário que contribuiu para a grandeza e crescimento de Bicas.

Conheci-o como Encarregado de Pintura na E. F. Leopoldina, o qual, pela sua inteligência, cortesia e educação de berço, soube instilar o respeito e admiração de seus colegas, naquela ferrovia, inclusive com a alta chefia de Barão de Mauá.

Sempre alegre, cordato, era um apaixonado pelo futebol. E não podia deixar de ser, pois que, anteriormente foi jogador de um antigo clube além-paraibano, o Bayne F. C, de prestígio em vários estados que formavam a rede ferroviária da Leopoldina.

Lembro-me dele como técnico em nossa cidade, onde atuou, respeitado e um dos raros que se preocupavam em estudar e teorizar em mapas, papéis, pondo em prática nos treinos a estratégia que iria adotar com seus jogadores no dia do jogo.

Destaque-se que seus filhos foram jogadores de futebol conhecidos na região, como o Dr. Urias, colega advogado e da Leopoldina, talvez o maior zagueiro da época, convindo dizer que atuou, também, como excelente atacante.

Da mesma forma, o Maury, grande centroavante e do Urly, meu colega como professor no SENAI e no Ginásio Francisco Peres, que também atuava como armador.

Por fim, lembro-me do saudoso Antônio Carlos, o Cacai, este colega no SENAI e em Niterói, onde trabalhamos e estudamos juntos. O Cacai também atuava na defesa, volante armador de fina classe. Eu e ele jogamos bola num time de várzea em São Gonçalo, o Mauá F.C. (clube de expressão). Claro que eu compunha o time, eis que jogava pedra n’água, mas ele, não, era craque.

Querido leitor. Exaltei-os com quem convivi e, com isso, recordei a figura de Carlos Barreto, uma legenda nos esportes e um grande nome como cidadão biquense.

(Homenagem do saudoso articulista Frank Granado, ao saudoso ferroviário e esportista Carlos Barreto / Publicado no jornal O MUNICÍPIO, em 10 de agosto de 2006)

Recordar é Viver: Comemorações dos 100 anos do jornal O MUNICÍPIO

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25 anos da inauguração do Centro Comercial “José Maria Veiga”

A data de 20 de abril de 2021 marca os 25 anos da inauguração do Centro Comercial “José Maria Veiga”, em Bicas.

O empreendimento, incorporado pelos irmãos José Maria e Luiz Roberto Machado Veiga, ocupou um endereço de muita história onde, por 65 anos, funcionou a Papelaria e Tipografia “A Minerva”, a pioneira em Bicas. No local, também, funcionava a redação e a oficina do jornal “O Município”.

A rua Cel. Souza, 72, ganhou uma imponente obra de quatro andares, com 19 lojas e sobrelojas, de 50 m2, e 25 salas comerciais, de 30 m2, todas com banheiro, utilizando mais ou menos 3.000 m2 de obra, com ligação ao fundo com a Rua Eduardo Gomes Baião.

Fachada e escadas em granito, pisos da galeria e corredores em mármore veneziano, esquadrias em alumínio bronze, com fechamento em vidro no mesmo tom, revelam, até hoje, a qualidade da construção.

O patrono do Centro Comercial não poderia ser outro, senão “JOSÉ MARIA VEIGA”, que nas palavras de Chicre Farhat foi “homem raro, que não faltou a sua gente, que enriqueceu seu tempo e deu, como poucos, à terra comum o melhor de sua existência”.

Nas fotos, lembranças do evento:

Dª Conceição Machado Veiga desatando a fita inaugural
Benção do Padre Elias-José Saleh
Discurso da prefeita Wanda Maria Correa Lamha
Dª Conceição e sua filha Ana Maria descerrando a placa inaugural e a foto do patrono
Dª Conceição com seus filhos, Ana Maria, José Maria, Luiz Roberto, Carlos Augusto e Bertoldo
O incorporador, José Maria Machado Veiga com sua esposa Josette e os filhos Guilherme, Marcelo e Raphael
Leatrice, Veiga e Lauro Machado
Dª Wanda Lamha, Gibson Leite e Emil Farhat
Vice-prefeito Wolney Sarto, Gibson Leite e Veiga
Jornalista César Romero e Veiga
Vista parcial do coquetel servido pelo Martha´s Bufet
Vista parcial do coquetel servido pelo Martha´s Bufet I

Entrega das chaves aos proprietários

Karine e Gilson Elias
Wandenise Stephani
Dedé Oliveira
Adilton Ferreira
Aloísio Granado
Gibson Leite
Ary Maroco e sua filha Arize
Warner e Adelaide Stephani
Danilo Campos
Mariozinho Nascentes
Eurico Possas Araújo
Ronaldo Granato (representando o Sr. Renê Cozac)
Alvino Novaes
Márcia e José Renato Grassano
Lierce Pereira e esposa
Eunice e Newerton (Nevito) de Oliveira Pinho
Jorge Franklin Alves Felipe
Décio Monteiro da Silva
Neuza Maria Coelho
Edir Pereira
Fachada do prédio

Igreja Matriz do Divino Espírito Santo / Antes e depois

Fotografia da Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, datada de 1932. Essa imagem foi publicada numa revista do Rio de Janeiro. Nela podemos observar que a Matriz sofreu poucas modificações externas ao longo dos tempos. A exceção é sua torre que foi reconstruída na década de 1970. Através de fotografias antigas, podemos identificar e recordar um pouco de nossa memória e história. Aproveitamos a oportunidade para pedir as pessoas que possuem fotografias antigas de Guarará para que divulguem nessa página ou em outros meios digitais.

Fonte do texto: Guarará Patrimônio Histórico/Facebook – Fonte da imagem: Internet

Em 02/02/1941, O Município publicava a fundação do Hospital São José, que neste 19/01/2021 completa 80 anos