Maurício Gomes

Conforme matéria da edição de 16.11.17, do Jornal Leopoldinense, de Leopoldina (MG), morreu no último dia 05 de outubro, aos 81 anos, Maurício Gomes, conhecido no meio esportivo da região como Maurício Pratinha.                        Maurício nasceu em Leopoldina, em 22 de agosto de 1936, filho do saudoso “chofer de praça” (taxista) Sr. João Honorato e dona Ernestina. Durante toda a vida trabalhou na Cooperativa do Produtores de Leite de Leopoldina – LAC. Integrou o bloco carnavalesco dos Descamisados, que durante muitos anos animou as festas de momo da cidade. Bom atleta, desde criança Maurício apaixonou-se pelo futebol. Bom jogador e de excelente preparo físico, atuou em diversos clubes e destacou-se inicialmente no juvenil e depois, na equipe principal do Esporte Clube Ribeiro Junqueira. Jogou, também, pelo Centenário Esporte Clube. Em 1961 foi campeão e no ano seguinte vice campeão, atuando pelo Esporte Clube Biquense, de Bicas. Retornou aos clubes da sua terra natal e longo período, a partir de 1963, jogou pelo Rosário Central de Leopoldina, por onde recebeu vários títulos, inclusive o de tetracampeão, em 1965. Jogou pela Seleção Amadora de Leopoldina, que sagrou-se vice campeã do torneio estadual de 1967. Querido e muito respeitado, Maurício recebeu diversas homenagens por seus feitos na área esportiva.

Maurício, no time do Esporte Clube Biquense, no jogo de entrega das faixas de Campeão da Liga Amadorista Biquense de 1961.Em pé: Urias, Quinista, Jarcir, Maury, MAURÍCIO, Taizinho e José de Paula Junior; Agachados: José Carlos Agreli, Joelzinho, Oswaldinho, Nevito e Vitinho

Carlos Augusto Machado Veiga

Faleceu em Bicas, dia 06 de novembro, aos 79 anos.

Carlos Augusto nasceu em Bicas, em 21 de dezembro de 1937. É filho do saudoso casal, Conceição Machado Veiga e José Maria Veiga. Tinha quatro irmãos: Bertoldo, José Maria, Ana Maria e Luiz Roberto. Em 1º de dezembro de 1963, casou-se com Maria Luiza Donnarumma Machado Veiga com quem teve três filhos: Carlos Augusto; Daniela, casada com Hudson Carvalho, pais dos seus dois netos, Hudson Filho e Letícia; e Sílvia, casada com Edivaldo Clemente.

Cursou o primário no Grupo Escolar “Cel. Souza” e o primeiro ano ginasial em São João Nepomuceno. Em 1950, foi inaugurado em Bicas o “Ginásio Francisco Peres”, onde concluiu o curso ginasial e, posteriormente, diplomou-se em Técnico em Contabilidade. Nesse período trabalhou na firma “Jorge Salomão e Cia. Ltda.” e no Laticínios São José, na parte da manhã e, à tarde, ajudava seu pai na Papelaria e Tipografia “A Minerva” e nas edições do jornal “O Município”.

Logo depois foi trabalhar no “Banco Moreira Sales”, em Belo Horizonte e, à noite, frequentava um curso preparatório para o vestibular. Em 1957, retornou a Juiz de Fora e foi aprovado no vestibular da Faculdade Federal de Odontologia. No mesmo ano fez concurso para carteiro e ingressou na Empresa dos Correios e Telégrafos. Em toda a fase universitária trabalhou na Agência dos Correios de Benfica. No final de 1960, foi transferido para prestar serviços na sede, em Juiz de Fora. Em junho de 1961, foi solicitado para trabalhar em Bicas na função de tesoureiro. Após algum tempo, assumiu a chefia da agência. Em 1974, conseguiu junto ao Diretor da ECT de Juiz de Fora a construção do atual prédio dos Correios e Telégrafos de Bicas. Logo que chegou para trabalhar nos correios foi contratado como cirurgião-dentista do Sindicato dos Ferroviários, onde prestou serviços por 25 anos. Atendeu, também, no Sindicato Rural, por 13 anos, através do Funrural. Exerceu a odontologia por 55 anos.

Fora de suas atividades profissionais, participou da organização das primeiras Exposições Agropecuárias de Bicas, atuando até 1982, quando ficou concluída a estrutura básica do parque.

Atuou ativamente nas diretorias e conselhos de clubes e entidades, inclusive do Rotary Club. Como católico, por muitos anos, coordenou e deu palestras em encontros de preparação de noivos para casamento.

Desportista, jogou vôlei, futebol de salão, futebol e, até recentemente, disputava suas “peladas” na AABB/Bicas e na sua propriedade rural.

Gostava de leitura variada, de escrever, relembrar fatos passados e guardar jornais e documentos que lhe chegavam às mãos. Esta dedicação possibilitou-lhe escrever e publicar “Um olhar para o passado”, livro lhe proporcionou a realização de um sonho de muitos anos e foi lançado com grande sucesso no salão da Câmara Municipal de Bicas, em 07 de setembro de 2013, data em que o município de Bicas comemorava 90 anos de emancipação.

Carlos Augusto recebeu um diploma de Honra ao Mérito da Câmara Municipal de Bicas e, em 07 de setembro de 2016, dentro do projeto “Resgatando a história de homens Honrados”, foi o homenageado do “Centro Municipal de Educação Infantil Dejanira Fonseca de Oliveira”.

Seu corpo foi velado e sepultado no Cemitério Municipal de Bicas, com incontável número de parentes e amigos. Na ocasião, o dr. José Maria de Souza Ramos usou da palavra para enaltecer com muita propriedade o “cidadão exemplar”.

ABAIXO, ALGUMAS MENSAGENS RECEBIDAS:

Chicre Farhat: VEIGUINHA, ESTOU CHOCADO, COM LÁGRIMAS NOS OLHOS. O CARLOS AUGUSTO ERA ÍMPAR, DOCE CRIATURA, QUE ME HONROU COM SUA AMIZADE. QUANTAS VEZES ME TELEFONAVA DIZENDO PALAVRAS DE CARINHO E SÁBIAS OBSERVAÇÕES. BICAS PERDEU UM FILHO EXEMPLAR, ADMIRÁVEL CIDADÃO, DE ESPIRITO PÚBLICO, QUE DE HÁ MUITO JÁ DEVIA TER OCUPADO COM SEU TALENTO A PREFEITURA. À MARIA LUIZA, TAMBÉM MINHA AMIGA, O MEU COMOVIDO E FRATERNAL ABRAÇO.

Décio Fávero Retto: Há cidadãos que marcam uma cidade. Hoje, Bicas perdeu um destes: Carlos Augusto Machado Veiga. Gentil, modesto, educado, solidário, amigo. Caminhava pelas ruas de Bicas distribuindo simpatia e gentilezas.  Especialmente delicado com os mais idosos: minha mãe, por exemplo, o adorava. Tinha-o como um filho. Exemplo de humildade e honradez, sua lembrança ficará indelevelmente marcada na memória dos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Amilcar Rebouças: Num fim de tarde muito triste, dia em que Bicas e região estão em luto com o falecimento do Dr. Carlos Augusto Machado Veiga, amigo fraterno da minha família em particular, o discurso de outro amigo Dr. José Maria de Souza Ramos, foi certeiro e verdadeiro: Carlos Augusto um CIDADÃO EXEMPLAR!

Alberto Aluizio Andrade: Meus sentimentos a toda família Machado Veiga pela grande perda. Lá se vai para o descanso eterno uma das maiores personalidades do município de Bicas contemporâneo. Cidadão exemplar, chefe de família ímpar. Alberto e Ana Rita.

Ademir Aquino: Com muito pesar que recebo essa triste notícia do falecimento do amigo Carlos Augusto, com quem tive o privilégio de conviver no trabalho, quando ele era dentista do Sindicato dos Ferroviários e principalmente nos esportes, que ele tanto amava, jogando futebol, volei, futsal, onde ele sempre estava presente e liderava a organização, com sua voz estridente, e sempre tirando um sarro dos participantes. Que Deus o receba no reino do Céu e dê conforto para os seus familiares! Foi mais uma grande perda para a nossa querida Bicas.

Amarildo José Mayrink: Um grande amigo que se vai… Para nossa cidade é sem dúvida uma grande perda. Deixou-nos um belíssimo livro, que servirá para sempre como importante fonte de pesquisas para as gerações futuras.

Joao Paulo Costa Lamha: Homem que em vida fazia da vida, uma arte. Grande historiador municipal, pessoa amada por todos. Não só Bicas está de luto, nós, de Maripá de Minas também. À família, forças.

Jerônimo Lamha de Moura: Quando alguém vai embora e sentimos o coração triste é porque este alguém marcou importante presença na vida da gente. Hoje a maioria dos biquenses sentem o coração triste. CARLOS AUGUSTO deixa um legado que poucas pessoas, hoje conseguem construir. Valeu amigo !!! Você foi companheiro de trabalho e amigo de meu pai. Sempre se importou e interessou por notícias da minha mãe. Sempre me distinguiu com amizade e carinho. Somos privilegiados por isto. PAZ à sua alma !!! Consolação e força para Maria Luíza e seus filhos.

Mara Bertelli Machado: Grande perda, pessoa ímpar, de um coração maravilhoso, excelente dentista, querido por todos, tudo isto demonstrado em seu velório repleto de pessoas não só de Bicas, mas de diversos outros lugares!!!Descanse em paz!!!!

Kaka Morena: Partiu hoje… Um ser humano maravilhoso… Que conheço praticamente desde que nasci. Meu amado vizinho, amigo, que muitas vezes me deu conselhos e longas conversas… Pude ter a honra de te conhecer. Um pai de família e esposo exemplar. Um coração tão grande que mal cabia no peito. Sempre com um sorriso e aquele abraço forte quando nos víamos… Vivemos junto com Daniela, Silvia, Maria Luiza, Dedé, lindos e inesquecíveis momentos no sítio… Onde juntávamos desde crianças pra andar nos seus cavalos, e mais tarde, ia todo mundo fazer almoço e sentar naquela mesa enorme da varanda… Quando a Daniela não salgava demais a famosa maionese de frango ou eu esquecia algum ingrediente em Bicas… o sitio é em Maripá… E lá íamos nós pegar o que faltava em Maripá… Comida era demais!!! E suas broncas pela nossa bagunça acabava em risada. Nunca vou esquecer quando nos levava pros bailes e exposições e ficava tomando conta pra não chegar nenhum rapaz na gente… eu, Sabrine, Daniela e Silvia, rsss… Sua dedicação pela sua família era comovente. Sua amizade era tão fraternal que muitas vezes me emocionava. HOMEM DO BEM… HOMEM DE ALMA LINDA… OBRIGADA POR TER DADO À MINHA VIDA MOMENTOS TÃO FELIZES E INESQUECÍVEIS… ASSIM SERÁ MEU QUERIDO *CASALGO*…CARLOS AUGUSTO MACHADO VEIGA…  INESQUECÍVEL.

                AGRADECIMENTO

Nossos mais sinceros agradecimentos a todos que no confortaram com suas presenças, mensagens de solidariedade e orações. Que Deus recompense a todos.

A Família de Carlos Augusto Machado Veiga

Nota de falecimento

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de CARLOS AUGUSTO MACHADO VEIGA. O sepultamento será hoje, no cemitério de Bicas, às 17h.

Faleceu no dia 07 de outubro de 2017, em Juiz de Fora, Maria das Graças Dantas de Castro. Nascida em 31 de julho de 1948, natural de Ponte Nova/MG, foi criada pelos avós paternos em Viçosa/MG onde estudou em Colégio de Freiras Carmelitas.

Casou-se com Francisco Paulo Dias de Castro, no ano de 1969, quando se mudaram para Pequeri. Logo em seguida mudaram-se para Mar de Espanha e depois em definitivo para Bicas.

Tiveram 04 filhos: Natália (que faleceu bebê com apenas 03 meses de vida), Carolina (casada com Antônio Carlos Cândido de Mattos, que lhe deram quatro netos: Victor, Alice e Pedro), residentes em Juiz de Fora; Frederico (casado com Lizziane Arêdes Moreira, que lhe deram 02 netos: Arthur e Maria Eduarda), residentes em Ipatinga; e Fausto (casado com Julyane Pereira do Amaral Castro: que lhe deu outro neto Nicolas, e que está grávida de outro menino de nome Júlio) residentes em Bicas.

Viúva há 05 anos, foi professora na Escola Estadual Mário Bianco Giannini em Bicas. Deixa além de filhos, genro, noras e netos, a família de seu saudoso esposo, como gostava de dizer como “sendo sua família. também, por quem sempre foi muito bem acolhida e amada”. A família enlutada agradece a todas as manifestações de pesar e pede à Nossa Senhora Aparecida a intercessão junto ao Pai pela alma dessa filha devotada.

Adalberto de Carvalho Valle Filho

Faleceu dia 1º de outubro em Juiz de Fora, onde residia, aos 81 anos.

Funcionário aposentado do Banco do Brasil, durante alguns anos trabalhou na agência de Bicas, onde deixou muitos amigos.

Adalberto era casado com a professora Enelci, que lecionou no Grupo Cel. Souza, com quem teve três filhos, Lena Márcia, Adalberto Netto e Leonardo.

Posteriormente, foi promovido para a agência de Juiz de Fora, onde se aposentou.

Na foto, defronte a antiga agência do Banco do Brasil de Bicas, Adalberto com os funcionários daquela época:

Em pé: Rubens Costa Rocha, Djalma Correa Castro, Carlos Décio Mostaro, Oscar de Souza, Adalberto de Carvalho Vale Filho, Ronaldo Lawal Frisone, Flávio Sales, Maurício Coura, Galileu Vidal, Yure Haddad, Alfredo Bello, Sérvulo Rocha, Armando Henriques Filho, Luiz Carlos Correa Rocha e Marangon – Sentados: João Baptista de Oliveira, Walter Simões Bezerra, Wagner Barreto, Inspetor Mário, Geraldo Cerdeira, Edson Itaborahy e João Correa Netto

João Cassiano

Faleceu dia 27 de setembro.

Assim se manifestou a direção da Viação Santos:

“Com imensa dor nos despedimos hoje de um de nossos mais prezados e antigos funcionários. Sr. João Cassiano, exímio motorista, conduziu, por mais de 40 anos, se não toda, grande parte da população biquense. Com enorme responsabilidade, compromisso e dedicação se tornou exemplo para todos seus companheiros de equipe. Nós, proprietários e funcionários da Viação Santos, teremos eterna gratidão e nos lembraremos sempre desse homem tão honrado!
Pedimos a Deus que conforte toda sua família e amigos, que assim como nós, sentimos a dor nesse momento tão difícil.”

Wilson Antônio Amorim

Faleceu dia 9 de julho, em Juiz de Fora, onde se encontrava internado, aos 95 anos.

Sr. Wilson, pessoa muito estimada por todos, trabalhou na E. F. Leopoldina, como instrutor do SENAI; lecionou nos cursos noturnos (Ginasial Básico e Técnico em Contabilidade) do Ginásio Francisco Peres; foi diretor e presidente da Liga Amadorista Biquense e Presidente do Clube Biquense.

No entanto, não podemos deixar de destacar sua grande paixão esportiva (além do tricolor carioca): o Leopoldina A. C, de Bicas. Ali ele foi atleta, treinador várias vezes campeão (inclusive no inédito tri-campeonato invicto da LAB, nos anos 1958/59/60), diretor esportivo e presidente, além de revelar e lançar inúmeros jogadores que se destacaram em nossa cidade e na região.

Era casado a quase sessenta anos com dona Nadja Lamha Amorim com quem teve quatro filhos: Wânia, casada com Marco Antônio Marques de Oliveira; Walace, casado com Regina; Wilson, casado com Judith; e Wilza, casada com Branco Carlos. Deixa oito netos e quatro bisnetos.

Antes do sepultamento, recebeu bonita homenagem do seu clube de coração: um carro de som executou o Hino do Leopoldina A. C.

Sepultado em Bicas.

Homenagem

Foram 95 anos de uma vida comunicando alegria. Por onde ele passou, sua marca registrada era sempre um alto astral, um jeito moleque que fazia do ambiente uma constante festa à sua volta.. Gostava de futebol, carnaval, passeios, brincadeiras as mais diversas, jogava no bicho todos os dias e fazia sempre sua fezinha na loteria. Professor de matemática de toda uma geração de biquenses, sabia ser enérgico e falar sério quando precisava. Deu o seu recado. Soube viver, não passou por aqui em vão. Hoje o céu está em festa. Imaginamos ele lá chegando esfregando as mãos, fazendo caretas, esquentando o ambiente com suas risadas. Nunca o vimos triste, carrancudo, com ar de preocupação. Hoje estamos tristes, mas nos sentimos privilegiados com seu convívio e de ter sido alvo de seu carinho. TIO WILSON – NOSSO ETERNO MENINO GRANDE !!! Sabemos que hoje o céu é todo seu !!!

* 17-11-1921 + 09-07-2017

Jerônimo Lamha de Moura

Elísio Ferreira Filho (Bate-papo)

Faleceu em Juiz de Fora, no dia 27 de junho, aos 94 anos.

Elísio era casado com  a biquense Águida de Mattos Barral Ferreira, falecida em março deste ano, com quem teve os filhos: Carlos Elizio, Maria Aparecida, Luzia Maximiana, José Carlos (in memoriam), João Carlos (in memoriam), Maria Consolação e André Carlos; os genros e noras, Regina, Cândido, Rosimeire, Paulo Thomaz e Lourdes Cristina; os netos, Mônica c.c. Bruno Campos, Thiago, Daniel, Patrícia, Rodrigo, Leonardo, Liliane, Fernanda (in memoriam), Mariana, João Pedro e João Vitor; e, os bisnetos Gabriel e Isadora.

Elizio Ferreira Filho, membro da família Ferreira da Fonseca, de Maripá de Minas, carinhosamente tratado pelos seus por Elizinho e, conhecido entre os muitos amigos por “Bate-papo”, após ter adquirido em Bicas, na década de 40, uma quitanda assim denominada, da qual foi proprietário por muitos anos.

Estimado por todos, em razão da sua maneira atenciosa de tratar as pessoas com as quais conviveu, antes da quitanda do Bate-papo, ele foi proprietário de mercearia e comércio de tecidos em Bicas. Em 1969, transferiu-se para Juiz de Fora, buscando melhores condições para encaminhar os filhos.

Sepultado em Juiz de Fora.

Jair Longo

Faleceu dia 24 de junho, em Juiz de Fora, aos 83 anos.
Membro da conhecida e estimada família Longo, Didi era casado com Tereza de Jesus Schettini Longo com quem teve três filhos: Rosanne, casada com o dr. Mário Nascentes de Azevedo Filho; Luiz Marlos, casado com Josiana; e Cláudia Maria, casada com o Dr. Léderson Bignoto.
Deixa, ainda, seis netos: Daniel, Marianne, Brenner, Luiz, Igor e Átila. Deixa, também, Onocyr Longo, seu irmão.
Cidadão que irradiava simpatia e educação, participou ativamente da comunidade biquense, na área comercial, como desportiva e na vida social.
Didi Longo partiu, mas continua vivo no coração de seus familiares e amigos.
Sepultado em Bicas.

Antônio Marques Filho

Faleceu dia 07 de junho em Paracuru/CE, onde estava residindo, aos 81 anos.
Deixa viúva a Sra. Gilda Abreu Marques com quem teve os filhos Emerson, Christine – casada com Fernando Assis das Chagas Machado – e Jacqueline.
Deixa, ainda, os netos Antônio Neto e Marcelo e a bisneta Maria Sofia.