A vida mais longa está redesenhando tudo o que sabemos sobre envelhecer
Durante muito tempo, a vida seguiu um roteiro previsível. Estudar, trabalhar, formar uma família e, por volta dos 60 anos, se aposentar. Depois, vinham alguns anos de lazer — até que a idade avançada exigisse ajuda da família ou a mudança para uma instituição destinada à terceira idade, onde se passariam os chamados “anos dourados”.
Por trás desse modelo havia uma suposição silenciosa, porém amplamente compartilhada: a de que, para a maioria das pessoas, a vida não se estenderia muito além dos 70 anos. Essa ideia fazia sentido quando a expectativa de vida era mais curta e serviu de base para decisões fundamentais — do planejamento de carreira individual ao desenho dos sistemas de aposentadoria das empresas.
Hoje, no entanto, esse modelo parece ultrapassado. Esse envelhecimento coletivo é resultado de mais de um século de avanços científicos, médicos e sociais, que permitiram às pessoas viverem mais — e, em muitos casos, manter-se produtivas e socialmente ativas por muito tempo.
O NOLT nasce desse novo tempo: uma geração 60+ ativa, curiosa, conectada e em constante evolução.
O NOLT nasce de um mundo que evoluiu: ciência, saúde e sociedade caminhando juntas para transformar o envelhecimento coletivo em uma nova fase de protagonismo e qualidade de vida.
Resumindo
Vivemos uma era em que a ciência prolongou a vida e a sociedade ampliou horizontes.
O NOLT – New Older Living Trend nasce desse encontro: uma geração que envelhece com saúde, consciência e vontade de evoluir, porque a maturidade não encerra ciclos — ela inaugura novos.
Entidade celebra quatro décadas de articulação, presença “na rua” e impacto no ambiente de negócios
A Abrasel completa 40 anos em 2026 celebrando uma trajetória construída ao lado de quem empreende no setor de alimentação fora do lar. O que começou como união para enfrentar problemas comuns virou uma rede nacional com presença em mais de 1.200 municípios. Hoje, são mais de 30 mil negócios associados e um compromisso renovado com um Brasil mais simples, seguro e próspero para empreender.
A Abrasel nasceu pela vontade de organizar o jogo, defender o setor e criar o legado para que bares e restaurantes tivessem voz na rua, nas mesas, nas cidades e nas decisões que moldam o ambiente de negócios.
Uma história construída “na rua”, com governança e gestão
Criada por empreendedores, a Abrasel cresceu mantendo o foco na realidade do setor e ampliando a capacidade de articulação. Ao longo das décadas, aprimorou governança, instituiu planos estratégicos nacionais e consolidou rotinas de gestão, fortalecendo a coordenação entre seccionais e regionais. Surgiu com o objetivo de garantir coerência nacional com resposta local, sem perder o vínculo com as bases e com o cotidiano dos negócios.
Com métodos de gestão mais consistentes, a entidade ampliou sua capacidade de entrega, conectando empresários, poder público e parceiros em iniciativas que fortalecem o setor e ajudam a destravar obstáculos históricos. Isso porque exerce um duplo mandato de representar e desenvolver o setor.
Atuação decisiva para o ambiente de negócios
Ao longo dos 40 anos, a Abrasel trabalhou para a modernização das leis trabalhistas — incluindo contribuições para a regulamentação do trabalho intermitente e da lei das gorjetas —, e na da defesa pela ampliação dos limites do Simples Nacional.
A entidade também atuou para reduzir distorções que pesavam no caixa do empresário. Entre as ações, está a pressão que levou o Banco Central a regular o mercado de meios de pagamento, reduzindo taxas abusivas cobradas por operadoras de cartão, e a atuação para preservar o parcelamento sem juros, instrumento relevante de competitividade do setor.
No campo regulatório, participou de discussões ligadas à Lei da Liberdade Econômica e ao Selo Arte, voltado ao fortalecimento de pequenos produtores e à expansão de oportunidades no mercado.
Durante a pandemia de COVID-19, em 2020, a entidade assumiu papel central na defesa de medidas emergenciais e na proteção do setor, conquistando a flexibilização temporária de salários e jornadas, que garantiu a sobrevivência de milhares de negócios. Também participou da elaboração de protocolos sanitários e da articulação para que o setor fosse reconhecido como atividade essencial.
Mais recentemente a Abrasel lançou o Conexão Abrasel, um ambiente digital que reúne soluções práticas para aumentar a produtividade, melhorar a gestão e acelerar o crescimento dos negócios no setor de alimentação fora do lar. Nele aos gestores podem realizar uma autoavaliação detalhada de seus negócios e, com o apoio de inteligência artificial, construir um plano de crescimento personalizado. Além disso, o empreendedor tem acesso a dados sociais e de mercado por região, análise do preço médio dos principais itens do cardápio e recurso para medir a satisfação dos clientes.
Cidades mais humanas e um novo ciclo de crescimento
Os 40 anos também consolidam a visão política-urbana da Abrasel, expressa no Manifesto Simplifica Brasil, que reforça o papel dos bares, cafés e restaurantes como pontos vitais da vida urbana. Cidades mais humanas e seguras começam na valorização dos espaços de convivência.
O foco para os próximos anos é ampliar presença, fortalecer iniciativas em favelas, apoiar a sustentabilidade dos negócios e construir soluções concretas para gestão, caixa e competitividade dos negócios.
As quatro décadas coincidem com um novo ciclo de expansão e fortalecimento, e a mensagem é simples: não é ponto de chegada, é ponto de partida. A história segue com presença, articulação e trabalho diário para que o setor continue sendo um dos segmentos mais vibrantes da economia brasileira.
A presidente do Conselho de Administração da Abrasel, Rosane Oliveira, destaca a confiança do setor e reforça o compromisso com a representação e o desenvolvimento dos negócios.
“Chegar aos 30 mil associados tem um peso enorme, é a prova de que os empreendedores se reconhecem em nós e querem caminhar junto. E isso aumenta a nossa responsabilidade de representar o setor com firmeza, mas também de entregar desenvolvimento de verdade. A Abrasel tem trabalhado na defesa de um ambiente de negócios mais simples e seguro, através da construção de ferramentas, projetos e parcerias que ajudem o empresário. Esse marco mostra que estamos no caminho certo e que o setor quer seguir avançando de forma coletiva”, comenta.
Faleceu no dia 16 de janeiro, aos 76 anos, Antônio de Pádua Guarnieri. Natural de Bicas era membro da tradicional família Guarnieri. Filho de Maria da Conceição de Paula Guarnieri e Felippe Guarnieri. Irmãos: José Maria Guarnieri, Marly Guarnieri Galil, Maria José Guarnieri Cândido, Felippe Guarnieri Filho, Maria da Penha Guarnieri Lagrotta (falecidos), Getúlio Guarnieri (casado com Sueli Cerdeira Guarnieri), Lúcia Maria Guarnieri Aquino (casada com Ademir Aquino), Terezinha Sandra Guarnieri e Jésus Guarnieri.
Casado com Marília Leite Guarnieri, deixa os filhos Fabrício, Patrícia e Priscila, além de cinco netos. Dinâmico, atuante e carismático, Antônio destacou-se não apenas como exemplar chefe de família, mas também como industrial no ramo da metalurgia.
Atuava ao lado dos filhos na AMFAC, empresa presente em diversos setores da indústria nacional, com a fabricação de equipamentos e peças para os segmentos agrícola, ferroviário e industrial. Antônio sempre prestigiou o nosso jornal como leitor, assinante e anunciante. Sepultado no Cemitério Municipal de Bicas, com a presença de numerosos familiares e amigos.
MARIA APPARECIDA PONTES DE CARVALHO
Faleceu dia 13 de janeiro, aos 90 anos. Natural de São João Nepomuceno, filha de Yone Henriques Pontes e Ricardo Soares Pontes. Residia na Avenida Salvador Ferreira Filho, em Bicas, onde foi sepultada.
JOSÉ DE OLIVEIRA (ZÉ COLEIRO)
Faleceu dia 10 de janeiro, aos 76 anos. Natural de Duque de Caxias/RJ., filho de Maria Chagas de Oliveira e Geraldo de Oliveira. Residia na Rua Garcia Passos, em Bicas, onde foi sepultado.
JOSÉ FAGUNDES DE FREITAS (CANJICA)
Faleceu dia 09 de janeiro, aos 88 anos. Natural de Rochedo de Minas, era filho de Maria de Lourdes Freitas e Manoel de Lourdes Freitas. Viúvo de Zélia Maroco de Freitas, deixa os filhos Geraldo, George, além dos netos. Canjica participou ativamente na comunidade biquense: comerciante no tradicional Bar do Canjica, desportista, no Esporte Clube Biquense, carnavalesco na Escola de Samba Unidos do HV, além de diversas outras colaborações.
O “Bar do Canjica” era ponto de encontro dos biquenses presentes e ausentes. Resida na Rua dos Operários, em Bicas, onde foi sepultado.
Abaixo, a crônica que o Zé Arnaldo publicou em sua coluna no omunicipioonline.com.br:
CANJICA PISOU NO MELÃO Bicas deu uma silenciada na sexta-feira, 9 de janeiro, com a “passagem” do Canjica, nome pelo qual todo mundo conhecia José Fagundes de Freitas. “Pisou no melão e foi pra rua Viriato Catão”, ele dizia, quando alguém partia desta para outra.
Dono de um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, por muitos anos, era daquelas figuras raras que misturavam tempero, amizade e bom humor, na mesma panela.
No balcão, Canjica, sempre assessorado pela saudosa esposa, Dona Zélia, não servia apenas tira-gostos caprichados… Servia histórias, piadas e aquela sensação de estar em casa.
Aos sábados, então, não tinha lero: bendita-até-o-último grão, a feijoada pintava na área, com força e com vontade… Fora da cozinha, o vascaíno Canjica vestia a camisa do Baeta, sem-dó-nem-pena… Apaixonado pelo Esporte Clube Biquense, foi um dos grandes incentivadores do clube, especialmente, na década de 1970, quando não mediu esforços (nem bolso) para trazer jogadores consagrados de Juiz de Fora: Lema, Suca, Pedrinho, Samarone, entre outros.
O resultado apareceu dentro de campo: títulos regionais, vitórias marcantes e uma fase cintilante que até hoje mora na memória dos torcedores. E, como personagem completo da vida biquense, Canjica também resolveu experimentar a política.
Em 1976, tentou a vereança, apoiando o candidato a prefeito Amílcar Verlangieri Rebouças (eleito). Lançou um slogan que virou folclore: “Vou doar o salário de vereador e não compro votos”. A sinceridade era tanta que o resultado foi previsível: não eleito, claro.
Mas ganhou algo talvez mais duradouro: boas histórias e gargalhadas que atravessaram décadas. Canjica, igualmente, foi grande para o GRES Unidos do HV… Comemorou pra caramba o título de campeã, em 1982: “Sítio do pica-pau amarelo, terreiro de samba do HV, simbora, gente!”, gritava na guerra, Paulo Cesar Leocádio, o sambista Siri.
Canjica ficava de prontidão… Tudo que era bom pra Bicas, podia contar com ele. Canjica partiu, mas deixou muito mais do que saudade. Deixou histórias que continuam sendo contadas, risadas que insistem em reaparecer e um legado que vai do prato bem servido ao futebol bem jogado.
LUZIA ALVES DE SOUZA
Faleceu dia 07 de janeiro, aos 91 anos. Natural de Maripá de Minas, filha de Alcina Tresse e Joaquim Alves dos Santos. Residia na Rua Garcia Passos, em Bicas, onde foi sepultada.
TECLA MARIA AMARO PENNA faleceu dia 03 de janeiro, aos 67 anos. Natural de Bicas, filha de Terezinha Maria da Silveira Amaro e Gilson Amaro. Residia na Rua Garcia Passos, em Bicas, onde foi sepultada.
HARILDO MESQUITA PORTUGAL faleceu dia 01 de janeiro, aos 63 anos. Natural de Leopoldina, filho de Maria Aurora Mesquita Portugal e João Portugal. Residia na Rua Jorge Lamha, em Bicas, onde foi sepultado.
ANTÔNIO DE OLIVEIRA
Faleceu dia 31 de dezembro, aos 76 anos. Natural de Guarará, filho de Idalina Antônia Martins de Oliveira e José Vicente de Oliveira. Residia na Rua Cel. Joaquim José de Souza, em Guarará, onde foi sepultado.
ELIANA LAMHA
Faleceu dia 30 de dezembro, em Juiz de Fora, aos 64 anos. Membro de tradicional família de Bicas. Filha de D. Maria Helena e Antônio Lamha, era irmã de Marco Antônio (Theia), Guiomar (falecidos), Áurea Maria, Heloisa, Lúcia e Álvaro. Desfrutava de um alto astral, sempre alegre e animada. Prestigiou com sua presença o baile em comemoração ao centenário do jornal O MUNICÍPIO. Sepultada no cemitério Municipal, em Juiz de Fora.
SNIR GOMES DA SILVA
Faleceu dia 28 de dezembro, aos 45 anos. Natural de Bicas, filha de Nair Leonidia da Silva e José Gomes da Silva. Residia na rua Carmela Agrelli Guilherme, em Bicas, onde foi sepultada.
ARLETE LAMHA DE MACHADO
Faleceu dia 26 de dezembro, em Juiz de Fora onde residia, aos 93 anos. Natural de Bicas, filha de Dª Maria e Jorge Lamha, foi a última dos irmãos a falecer: Antônio, José, Karin, Gilson, Aduba, Nadja e Olga. Arlete era viúva de Idalino Machado. Sepultada em Bicas.
Mensagem do sobrinho Jerônimo Lamha de Moura no Facebook:
TIA ARLETE – * 07/04/1932 +26/12/2025 ÚLTIMA DESCENDENTE DO CLÃ DOS LAMHA. Encerra, com ela, a história da casa da VÓ MARIA e VÔ JORGE. Tempos felizes, cheios de boas lembranças, momentos de uma convivência que só quem viveu sabe contar. Coração está triste, mas a certeza da missão bem cumprida, o carinho e dedicação dos seus no final da caminhada, a paz e a serenidade na hora da morte, tudo isto conforta e dá forças para seguir na caminhada. Hoje os anjos do céu cantam felizes à sua chegada!!!
SÉRGIO BERTELLI ALHADAS
Faleceu dia 26 de dezembro, aos 69 anos. Natural de Bicas, filho de Noêmia Bertelli Alhadas e Gilson Fernandes Alhadas. Residia na Rua Primo Rossi, em Bicas, onde foi sepultado.
ALADIM GONÇAVES FILGUEIRAS faleceu dia 21 de dezembro, aos 89 anos. Natural de São João Nepomuceno, filho de Virgínia Filgueiras e Urbano Gonçalves Filgueiras. Residia na Rua Sargento José Carlos da Silva, em Bicas, onde foi sepultado.
HENIR PIRES DE MOARES faleceu dia 21 de dezembro, aos 91 anos. Natural de Bicas, filha de Aurora Moraes Pires e Matheus Pires de Mendonça. Residia na Rua José Monteiro de Resende, em Bicas, onde foi sepultada.
EDYR MOREIRA faleceu dia 19 de dezembro, aos 89 anos. Natural de Maripá de Minas, filho de Silvina Lopes Moreira e Edgard Antônio Moreira. Residia na Praça Quintino Bocaiúva, em Bicas, onde foi sepultado.
MARIA ODETE DE OLIVEIRA FERREIRA faleceu dia 19 de dezembro, aos 90 anos. Natural de Bicas, filha de Maria José de Carvalho Oliveira e João de Oliveira. Residia na Rua Cel. Francisco Sales, em Bicas, onde foi sepultada.
WANDER LUIZ DE OLIVEIRA PIRES faleceu dia 19 de dezembro, aos 55 anos. Natural de Juiz de Fora, filho de Sebastiana de Oliveira Pires e Geraldo Januário Pires. Residia na Avenida Aristides Ramos, em Bicas, onde foi sepultado.
SYDNEY JORGE HADDAD (NEY)
FOTO DO JUVENIL DO ESPORTE NA DÉCADA DE 60: Em pé: Paulinho, Adir, Sergio Penchel, Bolão, Marquinhos do Valé e Nilson Turco; Agachados: Jorginho, César, Ney, Chim e Gibinho
Faleceu dia 15 de dezembro, em Juiz de Fora, onde residia, aos 78 anos. Natural de Bicas, filho dos saudosos Dª. Margarida e Jorge Abdalla Haddad, era irmão de Samir, Sandra e Jorginho (já falecidos), tendo aqui passado sua infância e juventude, época em que se destacou como atacante do poderoso juvenil do Esprte Clube Biquense.
Formado em Economia, pela UFJF, Ney casou-se com Amarilis Machado Possas de Araújo, trabalhou na ACESITA e residiu por muitos anos, em Conceição da Barra/ES. Após sua aposentadoria, veio residir em Juiz de Fora. Deixa três filhas: Tathiana, Priscila e Carolina e três netos. Sepultado em Bicas.
HERLEI DAVID DE OLIVEIRA faleceu dia 12 de dezembro, aos 38 anos, Natural de Bicas, filho de Rogéria David de Oliveira e José de Oliveira. Residia na rua José Monteiro de Resende, em Bicas, onde foi sepultado.
ANTÔNIO LAGO DE SOUZA JUNIOR
Faleceu dia 11 de dezembro, em Belo Horizonte, onde residia, aos 96 anos. Natural de Teófilo Otoni, foi trabalhar no Banco do Brasil em Bicas onde conheceu e casou com Regina Coeli Fonseca Lago de Souza, em 08/12/1957.
Tiveram 4 filhos: Olavo, Verônica, Mônica e Regina, além de 3 netos e 1 bisneto. Sempre prestigiou nosso jornal, como assinante e leitor. Foi sepultado no Bosque da Esperança Cemitério e Crematório em Belo Horizonte.
MARIA JOSÉ ROCHA AMARO faleceu dia 03 de dezembro, aos 74 anos. Natural de Bicas, filha de Sebastiana Maria Severo de Sebastião Rocha. Residia na Rua José Varanda, em Bicas, onde foi sepultada.
SUELY MAIA DE SOUZA faleceu dia 02 de dezembro, aos 70 anos. Natural de Bicas, filha de Zilda Maia de Souza e Agnelo de Souza Carmo. Residia na Rua Necésio Silva, em Bicas, onde foi sepultada.
MARIA DA CONCEIÇÃO DA COSTA PONTES faleceu dia 30 de novembro, aos 83 anos. Natural de Comendador Levy Gasparian/RJ, filha de Francisca Miranda. Residia na Rua José Costa, em Bicas, onde foi sepultada.
JORGE BRETAS DE ALMEIDA
Faleceu dia 26 de novembro, aos 55 anos. Natural de São João Nepomuceno, filho de Ubaldina Bretas de Almeida e Jorge Castorio de Almeida. Residia na Rua José Monteiro de Rezende, em Bicas, onde foi sepultado.
À polícia, homem confessou o crime e disse que agiu por ciúmes e por não aceitar o fim do relacionamento. Tentativa de feminicídio foi registrada na manhã desta quinta-feira (22), em Leopoldina.
Por g1 Zona da Mata, TV Integração — Leopoldina 22/01/2026 12h54 Atualizado há 21 horas
Resumo
. Uma mulher de 51 anos foi esfaqueada sete vezes pelo ex-companheiro, de 45 anos, na manhã desta quinta-feira (22), em Leopoldina. . Segundo a Polícia Militar, o homem foi até a padaria onde a vítima trabalha e atingiu a cabeça e o abdômen dela com uma faca. . Câmeras de monitoramento gravaram o ataque. O ex-companheiro chegou a fugir, mas foi localizado e preso perto da casa onde mora, em flagrante. . À polícia, ele confessou o crime e disse que agiu por ciúmes e por não aceitar o fim do relacionamento.
Clique AQUI e veja a matéria e o vídeo, na íntegra.
A Missa de Formatura marcou um momento de fé, gratidão e emoção para os alunos do 3º ano do Ensino Médio e do 9º ano do Ensino Fundamental do Colégio Futuro. Reunimos alunos, famílias e educadores para agradecer por cada aprendizado, cada conquista e por tudo o que foi construído ao longo dessa caminhada. Um momento especial que ficará para sempre na memória de todos que viveram essa celebração. Matrículas abertas no Colégio Futuro.
Educação com valores, acolhimento e propósito.
Um ônibus de turismo que operava de forma clandestina tombou na noite de quarta-feira (21) na BR-251, no trecho da Serra de Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais. O acidente deixou cinco pessoas mortas e pelo menos 43 feridas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, três vítimas ficaram presas sob o veículo após o tombamento, enquanto outras duas foram arremessadas para fora do ônibus. Entre os mortos está um bebê com menos de um ano de idade.
Ainda segundo os bombeiros, nove passageiros sofreram ferimentos graves e outros 34 tiveram lesões leves. Ao todo, o coletivo transportava 48 pessoas.
O ônibus havia saído de Arapiraca, em Alagoas, e seguia para Itapema, em Santa Catarina. Informações preliminares apontam que o motorista teria perdido o controle da direção, provocando o tombamento no meio da pista.
O atendimento à ocorrência mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação das causas do acidente.
A Prefeitura de Bicas divulga a programação oficial do Carnaval, com dias de muita alegria, música e diversão para toda a família! Prepare a fantasia, reúna os amigos e venha curtir essa grande festa popular que movimenta nossa cidade e valoriza a cultura. Confira a programação completa na arte. Salve, compartilhe e marque quem vai cair na folia com você! Prefeitura de Bicas #carnabicas #bicas #carnaval
Na segunda-feira, dia 19 de janeiro de 2025, o Cine Fama recebeu um encontro marcante sobre desenvolvimento econômico em Bicas. Autoridades locais, representantes dos setores do comércio, indústria, serviços e agropecuária participaram de um evento promovido pela Ace Asscom ( ASSCOM de Bicas), Prefeitura Municipal de Bicas, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e pela Câmara M. de Bicas, por meio do vereador Max Neves, com a intermediação de Magela Matos, que abriu um debate essencial sobre os desafios da transformação econômica que a cidade enfrenta.
O ponto alto do encontro foi a palestra de Bruno Araújo, Secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Ele apresentou dados atualizados sobre a economia do estado e destacou as oportunidades de acesso a recursos voltados para projetos inovadores, capazes de impulsionar diferentes setores da economia local.
Entre os temas debatidos, ganhou destaque a necessidade de inovação no comércio. Foi enfatizado que a migração para o e-commerce é urgente para garantir competitividade nas vendas. Ficou evidente que a resistência a essa nova forma de negociar pode ser fatal para muitos estabelecimentos. Apesar de possuir um comércio expressivo, Bicas já testemunha o fechamento de lojas diante da força do comércio digital.
Outro ponto relevante foi a escassez de mão de obra especializada para atender às demandas das confecções e serviços. A chamada geração Z, que deveria estar ingressando no mercado de trabalho não conseguem iniciar uma trajetória profissional. O excesso de assistencialismo, sem políticas eficientes de capacitação e renovação, agrava ainda mais esse cenário.
Os debates convergiram para um consenso: os setores produtivos precisam ter maior participação nas decisões político-econômicas. Ao final, ficou clara a necessidade da criação de um Conselho de Desenvolvimento Econômico Municipal, formado por representantes de cada setor, com a missão de propor soluções e alinhar estratégias para o futuro da cidade.
O empresário Ricardo Rossi reforçou a importância de um plano diretor que contemple ações de curto, médio e longo prazo, preparando Bicas para enfrentar mudanças tributárias e estruturais. Ele destacou a localização estratégica da cidade, a apenas 40 km da BR-040 e 60 km da Rio-Bahia, e a necessidade de aproveitar essa configuração com visão de futuro.
Também, foram apresentadas soluções pontuais, uma delas: A Dra. Cristina Carreiro destacou a oportunidade que surge com a expansão da produção de laranja, que vem se deslocando de São Paulo para Minas Gerais, abrindo novas perspectivas para a agricultura local. Temas como esses foram debatidos de forma intensa e aprofundada.
O consenso final foi de que a criação de um Conselho de Desenvolvimento em Bicas é fundamental para a construção de um plano decenal, capaz de atravessar diferentes gestões públicas e assegurar um olhar contínuo para o desenvolvimento local, passo decisivo rumo a um futuro mais planejado, inovador e sustentável para Bicas.
O que se sabe sobre o trio de enfermeiros suspeitos de matar três pacientes no DF
Polícia ainda não descobriu motivação, mas afirma que vídeos comprovam ações de criminosos; uma das vítimas foi morta por desinfetante na veia
Veja – Por Pedro Jordão – 20 jan 2026, 19h36 • Atualizado
Os técnicos de enfermagem Marcela Camilly Alves, 22, Marcos Vinícius Silva, 24, e Amanda Rodrigues de Sousa, 28, que trabalhavam no Hospital Anchieta, em Taguatinga (PC-DF/Divulgação)
Três técnicos de enfermagem foram presos sob a suspeita de terem assassinado três pacientes que estavam internados em um hospital onde eles trabalhavam no Distrito Federal. Eles administraram medicamentos na veia das vítimas, provocando paradas cardíacas fatais, segundo a polícia.
Os técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva, 24, Marcela Camilly Alves, 22, e Amanda Rodrigues de Sousa, 28, trabalhavam no Hospital Anchieta, em Taguatinga, e são suspeitos de terem matado três pacientes que estavam internados na UTI da unidade.
De acordo com a Polícia Civil de Brasília, Marcos Vinícius Silva entrou indevidamente no sistema de prescrição de medicamentos do hospital, pelo login de um médico, e prescreveu substância que poderia matar para os pacientes. Ele aplicou os medicamentos na veia dos pacientes, e as técnicas ficaram vigiando para ninguém entrar no quarto ou se aproximar do leito.
Duas mortes ocorreram no dia 17 de novembro. Na última, no dia 1° de dezembro, o técnico de enfermagem já não conseguiu ter acesso à substância e aplicou, por dez vezes, um desinfetante na veia da vítima até ela morrer.
As ações das três mortes foram registradas por câmeras de segurança. Em depoimento à polícia, o técnico, inicialmente, negou a autoria do crime. No entanto, após os agentes mostrarem as imagens câmeras, ele confessou o crime, segundo as autoridades.
“Existem elementos convincentes de que o técnico de enfermagem se passou pelo médico, entrou no sistema, que estava aberto, o qual faz a prescrição dos medicamentos no hospital, ele entrou duas vezes, e, se passando pelo médico, ele prescreveu esse medicamento. Ele também foi até a farmácia, buscou os medicamentos, preparou-os, os escondeu no jaleco e os aplicou na veia dos pacientes”, disse o delegado Wisllei Salomão, que coordena a investigação, em coletiva de imprensa.
Ainda segundo Salomão, os técnicos aguardavam as paradas cardíacas ocorrerem e, quando mais profissionais de saúde chegavam à sala, eles aplicavam massagens cardíacas nas vítimas para fingir que tentavam salvá-las.
“A conduta das técnicas de enfermagem: elas foram negligentes. Elas sabiam qual era a substância que ele estava usando, tanto o medicamento quanto o desinfetante, elas sabiam que a aplicação direta na veia daqueles produtos poderia causar a morte e, mesmo assim, elas não intervieram e não fizeram nada. Elas estavam nos leitos dessas pessoas, elas viram [as aplicações], elas, inclusive, nas filmagens, demonstraram que olhavam a porta para impedir que terceiros entrassem”, explicou Salomão.