Em palestra proferida nesta quinta-feira, 10 de maio, “O bem-estar do educador: ferramenta fundamental para o sucesso escolar”, o coordenador do Sistema Etapa Público, professor Carlos Eduardo da Cruz, contagiou os profissionais da educação do município e autoridades com uma fala recheada de sensibilidade, competência e dinamismo.
O evento aconteceu no Esporte Clube Biquense e foi uma realização da Secretaria Municipal de Educação.
O palestranteSonia Regina da Silva (coordenadora pedagógica da SME), professor Carlos Eduardo e Sônia Mattos (secretária de Educação)Eduardo Mendonça (secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo), Tarcísio Alves Moreira (secretário de Educação de Guarará), Vera Rossi (assessora da SME), Luizinho Sales (vice-prefeito) e Sônia MattosOs profissionais da educação do município
Segunda-feira, 08 de maio, no salão do CREAS, a diretora integral da Saúde da Prefeitura de Bicas, Nathalia Rossi, palestrou para o grupo Conexão Jovem, da Secretaria de Assistência Social, que tem como facilitadora, Priscila Fernandes.
Os tópicos abordados foram: sexo, gravidez na adolescência, doenças sexualmente transmissíveis etc.
Além de distribuir preservativos, a palestrante tirou dúvidas dos jovens em conjunto e reservadamente.
Veja um trecho do documentário sobre Vicente Rossi, realizado por seu filho, o fotógrafo e cineasta Ricardo Rossi…
Para lembrar os 102 anos de O Município (29 de abril), este colunista e o diretor, José Maria Machado Veiga, visitaram o professor Vicente Rossi, e lhe entregaram uma placa para registrar que o professor é o assinante e leitor mais antigo do jornal. Em 29 de maio, fará 100 anos de vida.
Vicente Rossi com a placa do jornal O Município
No encontro, restou revelado, em primeira mão, a paixão do seu Vicente por fotografia, numa determinada fase da vida… Quando ele trabalhou em Além Paraíba, conheceu um alemão, de nome Eny, que lhe ensinou a arte de fotografar. Na posse de uma moderníssima máquina inglesa Ensign, fotografava e revelava as imagens em sua própria casa.
Vicente Rossi e a sua Ensign inglesa
CZA:Onde nasceu Vicente Rossi?
Vicente Rossi: Nasci em Bicas, no dia 29 de maio de 1918. Fui casado com Graciema Martins Rossi com quem tive 5 filhos, 7 netos e 3 bisnetos. Sou o quinto filho de uma descendência de nove. Meus pais, Primo Rossi e Hilária Ferri, imigrantes italianos, chegaram ao Brasil na última década do século XIX. Eram naturais de Veneza e de Bolonha, respectivamente. De família humilde, fui educado com princípios e valores sólidos, que forjaram meu caráter e minha conduta. Ética, Moral e Religião foram os pilares sobre os quais construí minha história.
Ele com José Maria M. Veiga e Zé Arnaldo
CZA: Fale sobre a infância…
Vicente Rossi: Aos 6 anos de idade, comecei meus estudos no Grupo Escolar Coronel Joaquim José de Souza. O prédio era localizado na rua Dona Ana, no espaço onde funcionava o antigo Fórum de Bicas. Com nove anos já trabalhava vendendo verduras e balas pelas ruas da cidade. Em 1929, aos 11anos, fui trabalhar na farmácia do Romeu de Oliveira. Eu atendia no balcão, no laboratório e ajudava o farmacêutico na manipulação de remédios, conforme a receita dos médicos.
Vera (filha), Veiga, Zé Arnaldo, Regina e Ricardo (filhos) brindando com o professor
CZA: Quando começou a trabalhar na ferrovia?
Vicente Rossi: No dia 7 de janeiro de 1933, fui admitido pela Estrada de Ferro Leopoldina Railway como aprendiz de carpintaria e de tornearia. Trabalhei 13 anos nesses setores. Quando cursava o Ginásio Francisco Peres, desenhei a lápis o retrato do poeta Catulo da Paixão, patrono do Grêmio Literário da nossa escola. A obra impressionou o chefe do Departamento de Ensino Seleção e Treinamento (DEST-RJ), que me convidou a ocupar o cargo de Professor de Desenho Técnico no SENAI de Cachoeira de Macacu- RJ, em 1946, e eu aceitei.
Vera e Vicente Rossi
CZA: E a música na sua vida?
Vicente Rossi: Desde a década de 30, sempre estive envolvido com música. Inicialmente, fiz parte do Coral e Orquestra Santa Cecília, na Igreja Matriz de Bicas. Em Cachoeira de Macacu, além de ensinar Desenho no SENAI, fundei o Grêmio Teatral São Jorge e o Coro da Matriz Nossa Senhora da Conceição. Em 1954, fui transferido para Além Paraíba, promovido a Diretor do SENAI e da Escola Primária 28 de Outubro, ambas da Rede Federal de Ensino. Naquele município, fui regente do Coro da Igreja Nossa Senhora da Conceição, onde também fazia a voz de tenor.
Stella (neta) e Vicente Rossi
CZA: Quando voltou pra Bicas?
Vicente Rossi: Em 1959, finalmente, retornei a Bicas. Aqui cheguei para dirigir o SENAI e a Escola Primária Quatro de Novembro (Liceu). No SENAI, criei o Coral Catulino Benedicto Dore, com 120 vozes masculinas, divulgando músicas sacras e do folclore brasileiro. Com esse coral, cantamos na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte. Organizei uma fanfarra que, durante anos, abrilhantou a festividade cívica de 7 de setembro. Na matriz de São José, dirigi o Coro Santa Cecília, que até o início de 60, entoou em latim todas as músicas das cerimônias da Semana Santa, das missas dominicais e o TEDEUM, quando a cerimônia exigia. Com as mudanças do Concílio Vaticano II, o coro continuou cantando em todas as missas, Semana Santa, bênção do Santíssimo, casamentos; porém, em português.
A caligrafia continua a mesma
CZA: E o seu lado professor?
Vicente Rossi: Em Bicas, no Ginásio Francisco Peres, lecionei Ciências Físicas e Biológicas… Práticas Comerciais no Curso Comercial e Canto Orfeônico na Escola Normal Anna de Souza. Formei mais um coral com as normalistas, o Coral Anna de Souza. Com ele, cantamos no Palácio da Liberdade em Belo Horizonte, para o governador Israel Pinheiro e, em Cachoeira do Itapemirim, a convite de um grande empresário. Meu objetivo era divulgar o folclore brasileiro e cancioneiros da Itália e da Espanha, nas festividades e na Semana das Normalistas. Aposentei-me da direção do SENAI, em 1965, mas continuei lecionando, até 1983.
Carteira profissional de Vicente Rossi
CZA: E a sua relação com a Igreja Católica?
Vicente Rossi: Na Igreja Católica de Bicas, minha devoção à Maria foi o motivo para a criação do Momento Mariano de Oração. O terço era recitado, diariamente, de casa em casa, inclusive nos sítios e fazendas da zona rural de Bicas. No final da década de 60, teve início a recitação do terço, em frente à gruta de Nossa Senhora de Lourdes, às 5h30 min, nas segundas-feiras, onde orávamos pelos falecidos, pelos agonizantes, pelos doentes e pela paz.
CZA: Faça um balanço da sua trajetória?
Vicente Rossi: Hoje, aos 100 anos, contabilizo o que plantei na gratidão dos ex-alunos, nas homenagens especiais do legislativo biquense, com o diploma de Cidadão Benemérito, em 7 de setembro de 1994; da Escola Técnica (SENAI), de Além Paraíba, que agraciou-me com a Comenda Valdomiro A. de Oliveira, em outubro de 2011, em reconhecimento por trabalhos prestados; da Prefeitura de Pequeri, por minha descendência italiana, na bela festa dos imigrantes, em setembro de 2012; das escolas de Bicas, E.M. Gilson Lamha, E.M. Dr. Mateus Monteiro da Silva, E.M. Cel Joaquim José de Souza, por onde passei como professor colaborador, ensaiando os alunos para festas cívicas e religiosas; do Colégio Elite e da Escola Aquarela, que me escolheu para ser homenageado no projeto da Prefeitura de Bicas, “Resgatando a História de Homens Honrados”, em 7 de setembro de 2013. Por tudo isso, agradeço a Deus, à minha família e a todos que contribuíram para o meu crescimento profissional e espiritual.
Equipe de Vigilância Ambiental e Epidemiológica trabalhando na prevenção e eliminação de prováveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, em pontos estratégicos, como por exemplo o Parque de Exposições, ferros-velhos etc
A convite do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), os funcionários da Secretaria de Saúde e da Fiscalização de Posturas Municipais realizaram um encontro com as mães do Bolsa Família e do PAIF (Proteção e Atendimento Integral à Família), dia 25 de abril, no Espaço Cultural (antigo Fórum), cujo assunto foi “A dengue e outras endemias”.
“As ações de prevenção às doenças infecciosas, que ocorrem com frequência, devem partir de cada um de nós para a proteção de todos. Devemos cuidar de nossas casas e terrenos, assim como da vizinhança, para alcançarmos êxitos cada vez melhores contra essas endemias perigosas e que matam”, enfatizou a secretária de Saúde, Verônica Bordonal.
Funcionários da PrefeituraMães do Bolsa Família e do PAIF
O dia estava amanhecendo quando a atual administração, mantendo a tão esperada tradição do Dia do Trabalhador, providenciou para que a Corporação Musical São José percorresse as ruas da cidade, em alvorada, despertando a população para a importância do trabalho na vida do homem.
Primeiro de maio é igualmente Dia de São José Operário, data em que a Igreja Católica santifica o trabalho humano, elevando ao céu o esforço de cada operário, trabalhador, que procura dignificar a sua vida, adquirindo recursos para o seu sustento e de sua família, com honestidade, tendo como modelo o pai adotivo de Jesus.
Assim sendo, às 10h, na Secretaria de Obras e Serviços, foi celebrada uma missa pelo padre Dione, tendo como concelebrante o padre José Custódio.
Em homilia, o padre Dione explanou sobre a importância e a simbologia do local da celebração, por onde já se passaram e ainda passam muitos trabalhadores biquenses, que precisam se valorizar e valorizar o seu trabalho cada vez mais.
O prefeito Honorio agradeceu o pároco pela bonita celebração e por ter proferido palavras santas, puras e sinceras: “Quem dera se pudéssemos ouvir sempre essas belas palavras que empolgaram muita gente. Agradecemos imensamente, de coração, o senhor vir até aqui trazer a palavra de Deus… Todas as repartições da prefeitura trabalham com seriedade, mas aqui é um local de trabalho mais pesado, mais sacrificado, por isso eu valorizo muito este local. Agradeço também ao padre José Custódio, filho de Bicas, que veio nos brindar com sua presença… Me lembro da sua ordenação, há 20 anos, no Colégio Estadual, onde nós participamos, com alegria”.
O prefeito ressaltou a participação do Coral Cantores de São José, pela bela apresentação, afirmando que não deixará morrer a tradição dessa cerimônia no Dia do Trabalhador, porque acredita no trabalho sério e dignificante, o qual pratica desde a infância. Agradeceu, ainda, a presença da maioria dos vereadores, dos secretários, do funcionalismo em geral e das demais pessoas que participaram do evento.
Em seguida, o chefe do executivo convidou a todos para almoçar, ouvindo a música do conjunto André, Leandro e Léo.
Fotos: Willian Rocha
Padres Dione e José CustódioPrefeito Honorio de OliveiraEm oração pelo Dia do TrabalhadorCoral Cantores de São JoséDiego Bordonal, Erivelton Florenzano, Rafael Aquino, Tiago Enfermeiro (vereadores), prefeito Honorio de Oliveira, vice-prefeito Luizinho Sales, Ailton Mendes e Tanauza (vereadores)Almoço
IMAGENS DE ALGUMAS AÇÕES DA SECRETARIA DE OBRAS E SERVIÇOS: reforma e manutenção do cemitério, construção da nova sede da Secretaria de Educação, captação de água, reforma das bueiras, capina por toda a cidade, calçamentos, manutenção das estradas rurais, limpeza e pintura das escolas municipais.
A Polícia Militar inicia policiamento especializado na zona rural dos Municípios de Bicas, Guarará, Maripá de Minas e Pequeri.
O objetivo é reduzir a criminalidade e aumentar a segurança nos sítios e fazendas dos Municípios atendidos pelo programa.
Serão repassados aos proprietários, moradores e trabalhadores das localidades dicas de autoproteção com ações para reduzirem suas vulnerabilidades.
Nos patrulhamentos rurais, a comunidade terá a oportunidade de sugerir melhorias e repassar informações sobre suspeitos que estiverem circulando pelas vias, além de estreitar os contatos entre a PM e sitiantes.
Será realizado cadastramento das propriedades para facilitar atendimento de ocorrências. Este cadastro irá embasar um estudo para possível criação de rede de proteção com ações conjuntas que ampliem a capacidade de prevenção e reação nas localidades.