

Seleção oferece mais de 300 vagas para micro e pequenas empresas que buscam aprender sobre inovação
O Sebrae Minas abriu inscrições do processo seletivo para o Projeto Agente Local de Inovação (ALI) em 2021. São oferecidas mais de 300 vagas para micro e pequenas empresas localizadas nas regiões da Zona da Mata e Vertentes. A participação é gratuita, e as inscrições devem ser feitas pelo site https://sebraemg.com.br ou telefone 0800 570 0800.
O projeto terá duração entre março de 2021 e novembro de 2022. Neste período, serão realizados cinco ciclos de capacitação com foco em inovação para o crescimento dos negócios. “O projeto tem o objetivo de levar às empresas a cultura de gestão da inovação, com a utilização de metodologias ágeis, de maneira continuada, personalizada, in loco e subsidiada”, destaca o analista do Sebrae Minas, Bruno Castro.
Para participar é preciso ter faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e integrar o setor de indústria, comércio ou serviços. Os especialistas responsáveis pelas orientações às empresas irão fazer o acompanhamento in loco dos processos de inovação.
Sobre o ALI
Com abrangência nacional, o projeto ALI se consolidou como diferencial competitivo para negócios de pequeno porte e passou a integrar o programa Brasil Mais, iniciativa que busca estimular o aumento da produtividade de empresas brasileiras, realizado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em parceria com outras instituições.
Fonte: Tribuna de Minas
“Sinto-me muito privilegiada por ser a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19”, disse Keenan. “É o melhor presente de aniversário antecipado que eu poderia desejar porque significa que posso finalmente esperar passar um tempo com minha família e amigos no Ano Novo, depois de estar sozinha na maior parte do ano”, disse Margaret Keenan, 90 anos, primeira pessoa a ser vacinada na campanha.
Keenan recebeu a primeira dose em um hospital em Coventry, região central da Inglaterra, na manhã desta terça. A segunda dose será aplicada em 21 dias.
A campanha de vacinação do Reino Unido pode ser um divisor de águas no combate ao coronavírus.
Maiores de 80 anos, funcionários de saúde na linha de frente e funcionários e moradores de casas de repouso terão prioridade na primeira fase da vacinação. A imunização dos britânicos com mais de 50 anos, além dos adultos com alguma doença pré-existente, deve acontecer em 2021.

A britânica Margaret Keenan, de 90 anos, recebeu dose da vacina da Pfizer/BioNTech em um hospital de Coventry, na região central da Inglaterra — Foto: Jacob King/AFP
O Reino Unido comprou, no total, 40 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech. Como cada pessoa precisa de duas doses, 20 milhões de pessoas serão imunizadas.
Quem for imunizado vai ganhar um cartão comprovando que recebeu as doses.

Cartão será entregue para quem for imunizado contra Covid-19 no Reino Unido — Foto: Reprodução/TV Globo
Na quarta-feira (2), o Reino Unido se tornou o primeiro país a anunciar a aprovação da vacina da Pfzer/BioNtech. A primeira remessa da vacina chegou ao país na sexta (4).
A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA, na sigla em inglês) do Reino Unido disse, em nota na publicada na quarta, que a aprovação da vacina foi feita com base em uma “revisão contínua” dos dados disponíveis que começou em outubro.
A vacina da Pfizer, desenvolvida em parceria com a empresa BioNTech, é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil. O país ainda não fez acordo para adquirir a vacina, mas, em meados de novembro, o governo recebeu executivos da Pfizer para, segundo o Ministério da Saúde, “conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório”.
Pneumologista e professor da UFJF, Júlio Abreu, avalia que ainda não é a hora para celebrações, mas há formas de arriscar menos

Com a aproximação do Natal e da passagem de ano, e após meses de distanciamento por conta da pandemia causada pelo coronavírus, muitas famílias estão se perguntando se há uma forma segura para celebrar as datas. A Tribuna conversou com o médico pneumologista e professor da UFJF, Júlio Abreu, quem tem, desde o início da pandemia, alertado sobre a doença nas redes sociais. Ele destaca: ainda não é a hora para celebrações, mas há formas de deixar os encontros menos arriscados. O planejamento precisa começar, no máximo, na próxima semana. O médico, que também é doutor em pneumologia, fez uma postagem em seu Instagram sobre o tema, que ele intitulou de “Bolha de Natal”.
O agravamento ocorre a menos de um mês para o Natal e ano novo. Para o pneumologista, não é a hora ideal para fazer comemorações. Porém, há uma forma de fazer as celebrações de forma mais segura, como ele comenta. “Para comer e beber, encurtam-se as distâncias e não se usam máscaras, o que aumenta o risco de contágio e pode causar um repique da segunda onda”, disse.
Veja algumas regras que precisam ser adotadas com extremo rigor pelo grupo que vai participar da reunião, chamada por ele de “Bolha de Natal”:
-Se a reunião será no Natal, a preparação já começa no próximo dia 9
-Aqueles que vão participar da “bolha”, como detalha o professor, devem fazer 14 dias de isolamento, preferencialmente, domiciliar, ou usar máscaras rigorosamente durante este período
-Para aumentar a segurança, fazer o teste de PCR com swab nasal e retro faringe, que é o mais seguro. “Se você não se protegeu nos 14 dias antes do teste, não adianta fazer, pois, nesta situação, o teste negativo não será sinal de menor risco. Se uma pessoa da família testa positivo, todos daquela casa estão vetados. A bolha furou”, disse o professor.
-Quem já teve coronavírus pode participar sem riscos
-Não prolongar as festas por mais de dois dias
-Avaliar até que ponto você quer e pode correr os riscos. “Se você acha tudo isso muito complexo, melhor ver a família e amigos pelo celular”, finalizou.
Clique na imagem abaixo e confira o vídeo do Dr. Júlio Abreu