O planeta vive uma guerra de ideologias. Capitalismo e socialismo dividem opiniões pelos mais diversos lugares. Controvérsias, fanatismos e ilusões fazem parte do âmago de muitos dos ferrenhos defensores. Porém, quem está realmente com a razão? Tomando emprestado um conceito de Henry Ford, que dizia não importar a cor que você desejasse o seu modelo “T”, ele sempre o entregaria pintado de preto; uso a mesma simbologia para afirmar que não importa quantos elementos você utilize para mostrar o quanto o socialismo é benéfico, pois o capitalismo será sempre o melhor entre os dois.

Nivelar todos por baixo não trará prosperidade para ninguém; e é justamente esta a essência do socialismo. A ilusão de que o mundo será um verdadeiro reino dos céus, com jardins floridos e reluzente paz caso o socialismo se difundisse por todo o planeta é uma tremenda idiotice. Vilanizar empresários, transformando-os em vampiros usurpadores do potencial laboral de pobres e indefesos trabalhadores é a mais profunda irresponsabilidade. Os que o fazem, não sabem os desafios intrínsecos à manutenção de uma empresa. Ser empresário no Brasil é além de um ato de coragem, uma demonstração de generosidade. Experimente arcar com altas cargas tributárias e trabalhistas, aluguel, e toda a burocracia legal para manter um negócio com as portas abertas. Muitos empresários acumulam meses no vermelho e se desdobram para honrar compromissos na esperança de que o mercado será mais favorável à frente, só para não deixar seus funcionários em pior situação. É um verdadeiro sacrifício em nome do outro.

Mas é possível viver num país com melhores condições para todos! Sim… claro que é. Desde que este país dê condições para que seu povo possa andar com as próprias pernas e construir o seu próprio patrimônio. O que vemos no Brasil é a proliferação da cultura das muletas. As pessoas se escoram no governo em busca de algum benefício que seja. São os mendigos do século XXI. Triste realidade…

O desejo de ser atendido pelo assistencialismo estatal tomou conta de grande parte dos lares do país. Nossas crianças crescem inseridas num mundo totalmente capitalista, onde os países mais bem-sucedidos apoiam a livre iniciativa, a inovação e a descoberta de novas tecnologias. Enquanto isso, somos doutrinados nas escolas por meio dos “ensinamentos” de um certo Marx que escreveu meia dúzia de idiotices e continua sendo idolatrado até os dias atuais.

Imagine você estudar administração sob a ótica de Marx… É o mesmo que estudar religião sob os olhos de um ateu. O que você contribuirá para o mercado de trabalho tendo uma visão totalmente distorcida e alheia a tudo o que esse mercado espera de você? Imagine-se ainda tendo de fazer um trabalho de nível superior sobre um filme cujo nome é: “Socialismo limpo, capitalismo sujeira”. Pois é… isso existe e está mais perto de nós do que você imagina.

Esse endeusamento do Estado como sendo o salvador da pátria é o que leva à ruína a força do povo brasileiro. O governo deve ser um aliado daqueles que lutam para transformar suas vidas e o ambiente ao redor. Não um deus capaz de suprir todas as necessidades, dar comida, abrigo, migalhas. Sem mérito, tudo é desmerecimento.

O nosso “amigo” barbudo e charlatão desenvolveu um sistema de estado no qual os indivíduos estivessem em condições iguais. Mas será mesmo justo retribuir igualmente a quem esforçou-se de maneira desigual? Ilusoriamente, formule em sua mente a seguinte situação: o dono de uma empresa afirmou que a partir de hoje todos os funcionários irão receber o mesmo salário de mil reais, independentemente da função que exercem. Os que recebiam menos de mil reais ficaram satisfeitos e perceberam que não precisaram se dedicar mais para terem um aumento de salário. Motivo pelo qual permaneceram da mesma forma, posto que não valeria a pena se dedicarem mais, já que o salário de nenhum funcionário ultrapassaria mil reais. Por outro lado, aqueles que recebiam mais, viram-se injustiçados e decidiram reduzir o tempo de trabalho, assim como sua produtividade; visto que uma dedicação maior não seria recompensada, seria inútil trabalhar mais para ganhar o mesmo valor daqueles que trabalham pouco. Com isso, a empresa viu sua produção cair drasticamente e a manutenção dos salários nesse patamar se tornou insustentável.

O que proporciona o crescimento é o estímulo de melhora. Se não houver estímulo, não há melhora e consequentemente não há crescimento. Para quê ser mais do que preciso ser? Essa é a lógica que o senhor Carl não explicou aos seus discípulos. Limitou-se a formular entrelinhas complexas em dialética de difícil percepção e mostrar ao proletariado que o “mais-valor” de seu trabalho era o lucro do patrão. Segundo ele, cada funcionário trabalha X dias em um mês para pagar o seu próprio salário, e após esse período, todo o esforço dispendido se reverte em lucro para o patrão. Esqueceu-se, porém, de dizer aos seus súditos que tal patrão possui despesas além do salário de seus funcionários, como: matéria-prima, insumos, encargos trabalhistas, impostos, e uma série de outros fatores que devem ser analisados. O lucro vem muito depois da simples exclusão do valor pago em salários.

O povo deve deixar de ser povo. Não se contentar com o mínimo necessário à sobrevivência, mas tentar alcançar meios legítimos de conquistar seu lugar ao sol pelo mérito próprio. O vitimismo está fortemente consolidado no inconsciente popular. Eu não consigo, não é pra mim, eu não tenho sorte, isso é só pra quem pode; são alguns dos argumentos mais ouvidos. Nem todos são filhinhos de papai. E é esse desejo de aprimoramento que faz com que uma generosa parcela da população levante todos os dias bem cedo para trabalhar.

As pessoas têm as condições para conseguirem o que quiserem. Nossa constituição já elenca os valores do trabalho e da livre iniciativa como um de seus princípios. Cabe ao povo levantar a cabeça, focar em bons exemplos e deixar o vitimismo de lado. Usar um iphone de última geração para postar mensagens idolatrando o socialismo é mole. Difícil é sentir a dureza de uma vida miserável e não possuir perspectivas de melhora alguma. A população da Venezuela que o diga.

A importância dos pequenos momentos

A vida é um sopro. Tão rápida e frágil quanto um simples volume de ar em meio à imensidão gasosa que compõe a atmosfera terrestre. A vida é um tesouro. Tão rica e única, capaz de promover reflexões até mesmo na mente dos mais afortunados financeiramente. Se o ano de 2019 pôde de alguma forma nos deixar algo de bom com relação à vida, sem dúvida alguma foi relativo à importância que devemos dar a ela.

Certamente, todos perdemos pessoas que amamos ou pelas quais possuíamos respeito e admiração neste ano que já vai se encerrando. Seja um ente querido ou uma personalidade, 2019 não foi muito diferente de outros anos anteriores, porém, talvez tenha sido na intensidade com que tais perdas se deram. A brevidade na passagem terrena de pessoas como Ricardo Boechat, Gabriel Diniz, André Mattos e Gugu Liberato – só para listar alguns -, nos faz refletir sobre os mistérios da vida e como ela nos conduz ao longo de nosso caminho espiritual. Para aqueles que conseguem entendê-la, ainda que parcialmente, tudo ganha novos contornos e elementos anteriormente desprezados de atenção, ganham uma tremenda e merecida importância.

Quantas pessoas deixaram de dar um último beijo em quem tanto amavam?… Quantos abraços esperados não tiveram a devida retribuição física? Quantas ausências se fizeram presentes e quantos corações ficaram partidos ao nosso redor? Lidamos diariamente com a dor alheia, mas achamos sempre que a nossa dor é a única que nos interessa, pois é esta dor a que sentimos. Porém, nos esquecemos de que tudo a nossa volta é ensinamento.

O desprendimento e generosidade do apresentador Gugu em manifestar o desejo de ter seus órgãos doados, fez com que muitas pessoas se sensibilizassem a respeito e também tivessem, ainda que momentaneamente, a consciência de que o que não mais lhe será útil do outro lado da existência, ainda pode contribuir e muito para uma vida mais feliz de muitos aqui na Terra.

Não somos donos de nada! Nem mesmo nossos corpos nos pertencem. Duvida? Então pense em quantas vezes você já usou a expressão “meu corpo está ruim hoje…”. Acha mesmo que a utilização de tal expressão se referindo ao corpo como algo alheio a si próprio é pura força do hábito? Não é. Somos espíritos que se utilizam de um recurso material para cumprir sua missão.

Este não é um texto sobre uma retrospectiva do ano de 2019; muito menos sobre os mistérios da vida espiritual. É um texto sobre valorizar os pequenos momentos e entender que nada na vida dura para sempre. Tudo é passageiro. Tudo acontece por um princípio predeterminado do qual não possuímos conhecimento, no entanto, sabemos existir.

Valorizar cada segundo e ser grato por tudo é entender que Deus está sendo generoso em cada mero gesto. Seja um momento feliz ou um instante de dor que lhe tira o chão, tudo é experiência e material de reflexão que levam a um único caminho: à evolução espiritual.

A rotina muitas vezes cansa e transmite a sensação de que os dias são enfadonhos para grande parte da humanidade. Entretanto, é ela que faz os momentos de lazer e descontração serem tão aguardados e especiais. Não existem apenas telhados. É preciso construir-se bases que os sustentem previamente. Entender a dinâmica dos fatos faz com que grandes equívocos possam ser evitados, ou ao menos, minimizados.

Por isso, viver com o coração mais aberto, agradecer a oportunidade que lhe foi dada e ser o melhor que puder ser até mesmo nas coisas mais ínfimas e aparentemente sem importância, é tão primordial. Desde que o mundo nos recebeu e nos deu um registro de nascimento, um cronômetro em contagem regressiva foi acionado. Nunca sabemos quando seremos os próximos a partir, mas garantir a vida mais feliz possível é sempre a melhor forma de experimentar esse intervalo compreendido entre a chegada e a partida.

Só tendo fé

Novembro de 2019 e a variedade de temas disponíveis para a elaboração de um artigo de opinião é extensa. Infelizmente, para aqueles residentes na zona da mata mineira do maior país da América do Sul, as opções momentâneas ainda acabam sendo reduzidas: a BR 267 e o Supremo Tribunal Federal.

Os últimos dias trouxeram uma carga de elementos negativos muito significativa. Falar de uma rodovia e de um tribunal federal num único texto pode soar estranho para a grande maioria das pessoas; no entanto, ambos possuem algo em particular que vai além de seu âmbito federativo: sua baixa qualidade. Salvo poucas e boas exceções (Luiz Roberto Barroso, Luiz Fux, Edson Fachin e Cármen Lúcia), nosso país tem sido muito mal representado juridicamente ao longo dos últimos anos. Possuímos um órgão de última instância que não representa os anseios da população e ainda contribuem para o retrocesso de tudo o que vem sendo feito para que o país possa voltar a se reestabelecer.

Ao citar a decisão absurda e tendenciosa de um tribunal pra lá de descrente até para alguns de seus membros, não é intenção limitar a revolta pela soltura de um ex-presidente ladrão, corrupto e manipulador; mas sim pela extensão que tal medida toma ao beneficiar um contingente sem precedentes de indivíduos que mais do que nunca, passarão a se sentir acima da lei e de todos. Tal fato só reafirma no inconsciente popular que: aos que têm como pagar, tudo; aos que não têm, nada.

Quantas pessoas lotam os presídios a espera de um julgamento por terem cometido crimes banais e torpes? No Brasil, se reafirma a cada dia que passa a certeza de que ladrões de galinha devem ser mais fortemente punidos que aqueles de colarinho branco. Ter uma conta bancária repleta de muitas cifras faz com que seja possível postergar qualquer punição e estabelecer uma verdadeira intocabilidade em relação a tais criminosos não abarcados pelos rigores e isonomia da lei.

De mesmo modo, analisando elementos de qualidade duvidosa, nos deparamos novamente com a BR 267. O que dizer mais uma vez de algo tão ruim quanto o nosso “supremo”? É lastimável ver tanto dinheiro público se esfarelando em cada nova cratera que se abre num asfalto tão porcamente construído. Basta uma mera garoa para que todos os motoristas se sintam trafegando sobre uma peneira. O número gigantesco de carros à beira da estrada tendo seus pneus trocados é o maior indicativo disto. Até quando seremos feitos de bobos num país em que nada funciona com excelência?

O título deste artigo não foi escolhido por acaso. Ao perceberem as iniciais das palavras que o compõem, é possível notar uma menção ao órgão citado anteriormente e que em nada nos representa; mas também é uma mensagem sincera de que somente tendo muita fé é possível acreditar que dias melhores ainda virão. Mesmo que minem nossas esperanças e estabeleçam a descrença no interior de todos os brasileiros, a fé de que tudo um dia pode ser melhor fará com que continuemos nos incomodando com as injustiças, arbitrariedades e desperdícios de dinheiro público que veem acontecendo ao longo de décadas, e busquemos nossos direitos. Somente tendo muita fé, realmente.

Caso Navasti

Outubro de 2019 e novamente utilizo este espaço que me é reservado muito generosamente pelo Jornal O Município, para compartilhar com todos vocês mais uma conquista em minha vida. Trata-se do “Caso Navasti: nem tudo é o que parece no mundo dos negócios”, meu novo livro.

Destinado a cumprir a função de motivador a respeito do universo administrativo, a obra contextualiza conceitos inerentes à administração de empresas num universo prático. Deste modo, possibilita o entendimento de maneira mais rápida a respeito dos respectivos conceitos e visa promover um estímulo do leitor sobre a área temática.

A história traz gestores de duas empresas concorrentes do ramo alimentício francês e desenrola-se em torno de um assassinato envolvendo um dos sócios da J.R. Nourriture. Adam Leminsk, dono da empresa rival é o único a possuir provas de que Raul, sócio do então morto Jean Pierri Navasti, não cometeu o crime. Porém, há apenas um detalhe: ambos são inimigos ferrenhos. Você estenderia a mão a um inimigo ou lhe pediria ajuda para não parar na cadeia injustamente?

A história traz práticas de gestão e liderança adotadas por ambas as empresas durante sua caminhada concorrencial. Abordando o universo com temas do tipo: estresse organizacional, fusão de empresas, inovação, estratégia e marketing; o livro busca ser uma introdução àqueles que se interessam pelo meio administrativo e uma ferramenta de consulta para os já imersos nesse meio e que queiram ampliar seus horizontes.

O Caso Navasti foi devidamente registrado na Biblioteca Nacional, possuindo ISBN e prefixo editorial de meu cadastro na instituição como autor/editor. Sua versão e-book encontra-se disponível para venda no site da amazon.com.br por apenas R$ 8,00. Pode ser lido em qualquer kindle ou dispositivo eletrônico que tenha o emulador kindle instalado.

Aos que irão se aventurar no universo proposto pelo livro: boa leitura! Aos demais, estaremos juntos novamente para falar sobre as coisas que nos rodeiam no próximo artigo e assim, podermos estabelecer um olhar sobre o mundo. Até a próxima!

Meio ambiente, política e sociedade: os males do Brasil na contemporaneidade dos fatos

Cuidar do ambiente em que vivemos é além de básico, uma atitude essencial para se ter as condições mínimas necessárias a uma vida com asseio e salubridade. Diante de tal afirmação e frente às recentes manifestações em favor do meio ambiente pelo mundo, expomos alguns elementos fundamentais para trazer a temática mais próxima à nossa realidade e contexto.

Difícil encontrar algum cidadão brasileiro que não tenha presenciado no decorrer dos últimos dias uma onda maciça de manifestações em favor da Amazônia e contra o presidente da República. Estranho, porém, que tal movimento revela uma tentativa desenfreada de atribuir a uma única pessoa tudo o que acontece de ruim em um país. Quando os pastos de nossa cidade pegam fogo, ninguém culpa o prefeito. Mas se a Amazônia está em chamas, a culpa é do presidente homofóbico, fascista e possuidor de todos os demais adjetivos depreciativos que lhe são atribuídos por uma esquerda desesperada.

O meio ambiente com toda a certeza merece a devida atenção e cuidado. Porém, este não diz respeito somente aos quilômetros de hectares de florestas, nem aos animais ameaçados de extinção. O meio ambiente nada mais é do que o ambiente do meio em que vivemos. E como temos cuidado do nosso próprio meio? Já reservaram um tempo, por menor que seja, para avaliar o nível de limpeza da rua em que mora? Ou mesmo de sua própria calçada? Você costuma recolher as embalagens que encontra pelo caminho para jogá-las na lixeira mais próxima? Separa o lixo corretamente e o acondiciona em recipientes adequados para o descarte? Tais perguntas são importantes para que possamos traçar um perfil de nós mesmos como agentes modificadores do ambiente em que estamos inseridos.

Quem necessita se deslocar atualmente para a cidade de Juiz de Fora, com certeza se surpreende com o nível de poluição apresentado pelo rio Paraibuna. Hoje ele não passa de um defunto em decomposição exalando um odor insuportável por toda a sua extensão. Suas águas escuras mais parecem petróleo. Descaso público? Descaso também da população que insiste em demonstrar tremenda deseducação e persiste atirando todo tipo de objetos (inclusive sofás) e rejeitos em suas águas. Neste momento, encontra-se em construção no bairro Granjas Bethel uma estação de tratamento de esgoto, que promete minimizar os impactos negativos no Paraibuna em até 60%. Pena que a obra está atrasada. Culpa do presidente? Não… creio que não.

Em Bicas, o horto florestal finalmente adquiriu aspecto de parque sob cuidados de preservação durante a administração 2013/2016. Anteriormente o espaço chegou a ser utilizado, inclusive, como transbordo de lixo e destino de entulho. Fato que contrastava terrivelmente com a essência do lugar, onde se podia ver carcaças de grandes lixeiras dizendo “ajude a manter a sua cidade limpa”, em meio a toda uma bagunça dos mais variados descartes. Tudo culpa do presidente! Ops!… Nessa época a “presidenta” era a Dilma. E se era ela, então é por que ela era ela e então não havia nada de errado. Pois se tivesse teria, e assim, não estaria certo. Não entenderam nada, não é mesmo? Não se preocupem. Tudo não passou de um artifício para relembrar os memoráveis e cômicos discursos de nossa antiga representante. Que Deus a tenha!

Novamente, percebemos que o problema do Brasil é cultural. As pessoas reclamam do que elas próprias fazem sem notar que sua parcela de culpa aumenta a cada dia que passa. Nossas ruas são imundas e ninguém se preocupa se aquele lixo vai parar na porta de outra pessoa na primeira chuva forte que cair. Insensatos incendeiam pastos por pura vontade de prejudicar o coletivo e sequer se sensibilizam com aqueles portadores de distúrbios respiratórios. Mas a Amazônia é o pulmão do mundo! Tá… mas como ficam e os nossos pulmões aqui na zona da mata mineira? Caminhar sobre as mais diversas embalagens é super normal para você desde que as florestas estejam preservadas?

Ao levantar tais indagações, a intenção não é a de promover uma apologia ao desmatamento, muito menos aos incêndios criminosos. Pelo contrário. São ilegais e devem receber a devida punição com os rigores máximos da lei. No entanto, chamo a atenção para a incoerência humana em suas mais diversas necessidades e interesses.

Desde quando iniciei minha caminhada como colaborador do jornal O Município, tenho repetido por diversas vezes que o problema do Brasil é cultural. Se somos corruptos, é porque fomos “educados” desde criança que o jeitinho brasileiro faz parte de nosso DNA. Se somos “porcos”, é porque alguém um dia disse que jogar lixo no chão gera emprego para lixeiros. Se somos pobres e não buscamos qualificação para alterar nosso padrão de conforto, é porque um certo presidente plantou no inconsciente coletivo que ricos são pessoas más e que basta ter uma penca de filhos para que uma esmola mensal lhe seja garantida.

Vemos defensores ferrenhos do socialismo com a carteira cheia de dinheiro e incapazes de dividir com seus pares uma parcela que seja de seus rendimentos. A culpa é do capitalismo! Ora, se dinheiro faz tão mal assim, por qual motivo então não compartilham o que lhes está sobrando?

Falar de meio ambiente, política e sociedade em um único texto pode ser um tanto confuso e enfadonho. Contudo, tais elementos estão intimamente ligados até a mais primária de suas raízes. Os grandes países do globo discutem sobre meio ambiente muito mais por uma questão geopolítica do que por qualquer outra coisa. Se preservar o ecossistema fosse de fato uma prioridade para eles, não teriam degradado seus próprios territórios. Então não devemos preservar o nosso país também? Claro que devemos! Mas também devemos ter bom senso e inteligência.

O grande mal do brasileiro é o de ter se especializado em ser unicamente um receptor de informações, absorvendo tudo o que lhe é apresentado, seja verdade ou mentira, de modo que nada passe por um filtro sequer de raciocínio lógico. Conduzido por caminhos como uma marionete manipulada pelo seu operador, serve ao seu amo como uma verdadeira ovelha pertencente a um rebanho controlado por lobos travestidos de bons pastores. Conforme citado no artigo anterior, a felicidade em ver o barco do qual faz parte naufragando é tão grande, que fazem o possível e o impossível para que tal desastre de fato se efetive. Do Rio Amazonas à Baia de Guanabara, não importa quão pura ou duvidosa seja a água na qual iremos afundar ou boiar, desde que o mergulho esteja garantido. Pobre nação.

O antagonismo do Estado brasileiro frente à crise de saúde pública

Ao analisarmos criteriosamente o estado em que a prestação de serviços públicos de saúde tem sido feita em nosso país, percebemos o quanto ainda precisamos evoluir para que o tão falado Sistema Único de Saúde possa de fato se tornar um exemplo. Os brasileiros pagam cifras astronômicas de impostos que deveriam lhes garantir a prestação de serviços básicos de qualidade, e ainda necessitam retirar uma generosa parcela da quantia líquida que lhes resta para custear a obtenção particular dos mesmos serviços (transporte, saúde, educação…), já que estes não lhes são revertidos em condições mínimas de utilização. Quando direcionamos nossa mira unicamente para a saúde, tal fato se mostra incrivelmente aumentado e evidente.

Delimitando uma parcela reduzida do território nacional – microrregião da zona da mata mineira -, é possível constatar que o grande fluxo de pacientes em estados delicados desagua na cidade de Juiz de Fora, a qual já não comporta mais toda a demanda pela qual vem sendo submetida diariamente. Dados da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, unidade do Juizado Especial de Juiz de Fora, apontam que nos meses de julho e agosto de 2019, a instituição ingressou, respectivamente, com 44 e 38 processos judiciais de transferências hospitalares. Número que mostra um índice médio aproximado de 2 pedidos emergenciais por dia útil de trabalho.

Tal estatística poderia ser vista com bons olhos pelos entusiastas da carreira jurídica, frente à constatação de que a Defensoria tem cumprido o papel de amparar seus assistidos e lutar para que estes gozem dos direitos que lhes são devidos. No caso em questão: a prestação de serviços de saúde de qualidade e em tempo hábil, a fim de reduzir ou eliminar eventuais sequelas a estes pacientes. Todavia, o mesmo fato que engrandece um dos lados, rebaixa seu oposto ao evidenciar um gigantesco caos no sistema de saúde pública.

Quando um familiar recorre às vias judiciais requerendo uma transferência hospitalar com urgência para seu ente querido, está jogando suas últimas fichas em uma medida drástica de fazer com que o judiciário realize aquilo que o setor público negligenciou. Por outro lado, a ausência evidente de leitos suficientes para o atendimento de todos os enfermos é perfeitamente sentida. O alto índice de descumprimentos de transferências nos últimos dias corrobora tal fato. Não há leitos para todos. Em contato com o maior hospital do município em questão, a informação foi de que a fila de espera é grande; e para que alguém possa furá-la judicialmente, outro alguém teria de morrer ou obter alta hospitalar para que a tão aguardada vaga do primeiro “alguém” pudesse surgir.

É muito triste ficar frente a frente com tantos dados chocantes. Ao traçarmos uma linha de raciocínio unindo todos os pontos do estudo apresentado, percebemos que os fatos estão intimamente ligados, pois a maioria esmagadora dos pedidos de transferência hospitalar refere-se a problemas vasculares, em que os pacientes apresentam riscos de perda de membros e até mesmo de vida.

Considerando que tais pacientes são em grande parte diabéticos, e que nos últimos meses aumentou exponencialmente o número de ações judiciais pleiteando tiras reagentes para medição de glicemia, em virtude destas não estarem mais sendo fornecidas gratuitamente pelo poder público, aliado ao também elevado número de ações do medicamento Xarelto, indicado para auxílio das atividades circulatórias do organismo; é possível perceber que a correlação existente entre ambos os fatos é muito forte. Os mais carentes deixam de se cuidar adequadamente, frente à impossibilidade financeira de arcar com o custeio de algo antes fornecido gratuitamente; e acabam contribuindo para a estatística das filas de espera constantes e crescentes nos hospitais.

Frente a todo o conteúdo exposto anteriormente, verificamos a contraposição existente entre os governos do país em suas diversas esferas. Enquanto o federal luta para que a previdência social possa ser menos custosa para os cofres públicos ao longo dos anos; os estaduais e municipais, ao deixarem de prestar a assistência básica, acabam por contribuir para que o número de benefícios de auxílio-doença provocados por mutilações decorrentes dos citados problemas vasculares, seja em contraponto, crescente.

Sendo assim, concluímos que o Brasil é de fato um país de contrastes. Onde freios e contrapesos realmente existem em nosso sistema administrativo. Porém, não exatamente como deveria ser, conforme sua característica original. Vivemos um constante cabo de guerra. Forças antagônicas lutam diariamente umas contra as outras e no fim, quem sempre paga a conta é o cidadão que luta de sol a sol, muitas vezes sem a menor qualidade de vida possível, e vê que todos os esforços direcionados ao pagamento de impostos obrigatórios destinados às mãos do Estado, não lhe serviram de nada.

A decadência jornalística nacional

A cada dia que passa torna-se mais difícil a tarefa de se informar corretamente a respeito dos fatos que compõem a nossa vida. A imparcialidade jornalística há muito deixou de existir. Veículos de comunicação importantes e reconhecidos no cenário nacional e internacional perderam-se pelo caminho em meio a conflitos de interesses e adoção de metodologias de trabalho pouco condizentes com a profissão. Debater sobre como a mídia brasileira tem se portado ao longo dos últimos anos é a intenção deste singelo texto que visa promover uma análise crítica do leitor a respeito dos fatos aqui enumerados.

Não é de hoje que as críticas envolvendo a emissora “plim plim” são frequentes no cotidiano brasileiro. Tal afirmação se comprova inclusive pela tentativa da própria emissora de se mostrar pouco preocupada com o fato, ao veicular uma campanha em diversos estilos musicais dizendo atingir “100 milhões de uns todos os dias”, apesar de outros dizerem não gostar de seu conteúdo. Nota-se, porém, que a gigante da comunicação e entretenimento nacional tem sofrido importantes baixas ao longo dos últimos anos, seja no setor artístico, seja no jornalístico. Reformulações em sua programação estão sendo feitas constantemente; no entanto, o tom utilizado ao disseminar informações tem se tornado consideravelmente agressivo e acusador.

Seu noticiário de horário nobre, comumente dedicado a assuntos políticos, tem se voltado à transmissão diária de notícias envolvendo o presidente do Brasil e sua família. Em outras emissoras, a onda tendenciosa se intensifica de mesmo modo. Aquela inserida no universo religioso reserva um generoso espaço de seu noticiário para denunciar irregularidades envolvendo a Fundação Roberto Marinho em licitações da Prefeitura do Rio de Janeiro. A que leva rede em seu nome, se reserva ao direito de falar da vida de todos os famosos, enquanto a pertencente ao homem do baú prefere continuar sendo a emissora mais alegre do Brasil.

Diferenças existem; porém, a forma como a notícia é dada se mostra incrivelmente divergente em todas elas. Um mesmo fato pode ser visto de diversas formas unicamente em virtude da maneira com que o mesmo é exposto. Tal similaridade se repete ao analisarmos as publicações da mídia impressa.

Assim, é construída uma fortaleza de opiniões preconcebidas e moldadas a fim de atenderem a efetivação de certos objetivos particulares. Analisando um caso hipotético de suicídio, vemos como uma mesma notícia poderia ser transmitida pelos veículos hoje existentes em nosso país com suas particularidades características: 1 – Homem se mata após governo Bolsonaro aprovar a reforma da previdência; 2 – Programação global induz homem a pular de prédio para a morte; 3 – Veja o que os famosos estão comentando a respeito do suicídio da semana na Avenida Paulista; 4 – Homem pula do prédio e morre. Confira os detalhes após o comercial da Jequiti.

Numa era em que a facilidade de acesso à informação é extremamente elevada, o grande desafio não se resume somente ao alto índice de fake news, como também à fonte de onde a informação está sendo obtida. A postura ilibada e íntegra transmitida por grande parte da mídia nacional faz com que a identificação de más condutas seja um tanto quanto dificultada. Deste modo, o que vemos é a adequação de públicos aos seus respectivos anseios; onde telespectadores e leitores buscam pelas notícias nas fontes que tratam o assunto da maneira que estes estão dispostos a aceitá-lo como verdade.

Com isso, é possível compreender que a polarização que tanto se fala nos dias atuais vai muito além de questões político-partidárias; e que adentra os mais diversos setores do país. Lamentável, porém, é constatar que nessa guerra de egos e interesses, o público é sempre o principal prejudicado e o barco em que todos nós estamos inseridos, fica cada vez mais à deriva; onde um rema para um lado, outro para a direção oposta; um fura o buraco e o outro tira a água que entra como uma medida desesperada de retardar o naufrágio a que todos estamos fadados. Difícil precisar, contudo, até quando será possível adotar tal dinâmica sabotadora de si próprio sem sucumbir pela própria estupidez.

Como é ser um aluno da FACC/UFJF?

Vivemos em uma era de inovações em que as transformações acontecem de maneira extremamente veloz. Os perfis profissionais, estudantis e pessoais mudam constantemente, como que numa verdadeira onda oscilatória visando se assemelharem aos novos padrões adotados. Neste contexto, o papel de formação de futuros profissionais, com suas nuances e particularidades em meio a um ambiente acadêmico torna-se uma tarefa desafiadora e de extrema relevância. O presente artigo tem como principal função levar ao conhecimento do leitor, como é ser um aluno de administração naquela que é uma das mais belas e importantes universidades do país: a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Ser um estudante da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFJF (FACC/UFJF) é estar em contato direto com profissionais de alto nível educacional. Quando me refiro a tal nível, não contemplo títulos acadêmicos, apesar de estes existirem em abundância no corpo docente da instituição; mas, refiro-me à educação inerente à gentileza. Dos funcionários responsáveis pela limpeza aos chefes de secretaria, todos lhe cumprimentam com um sorriso no rosto e fazem questão de ajudar os alunos no que for preciso. Dedicação e tratamento diferenciado assim, modelo de um comportamento há muito esquecido por uma generosa parcela dos prestadores de serviços públicos, mostra-se um diferencial extremamente positivo da instituição. Motivo este que propiciou a redação destes singelos parágrafos dedicados a enaltecer quem tanto contribui para a formação de novos e bons profissionais em nosso país.

Além de toda a presteza característica da FACC, a instituição oferece um amplo suporte aos estudantes para que estes possam desempenhar suas atividades acadêmicas, possibilitando o máximo de rendimento àqueles que realmente se interessam. Infelizmente, conforme abordado na introdução do presente texto, vivemos em uma era de transformações recorrentes. E a enorme variedade de perfis faz com que uma generosa parcela dos discentes lá matriculados não deem valor a todo o suporte que lhes é ofertado.

É impossível sentir-se 100% satisfeito. Porém, estar imerso em um ambiente que respira pesquisa e funciona como uma verdadeira cidade em favor da educação, é realmente uma experiência e tanto. Para um aluno já com 3 décadas de vida, o simples ato de ficar parado esperando o ônibus de estudantes no ponto em frente ao planetário – que muitos discutem se pertence à administração ou ao direito -, é motivo de observações variadas. Ver a vida acontecendo ao seu redor e instigar pensamentos a respeito de todo aquele sincronismo que acontece de maneira tão natural, é um exercício que de certa forma alivia as tensões acumuladas de um dia de trabalho e faz com que o agradecimento por estar fazendo parte de tudo aquilo, se faça presente.

Assim, ser um aluno da FACC/UFJF não é apenas ter um bom suporte acadêmico e profissional. É estar rodeado de pessoas que lhe veem com bons olhos e que contribuem realmente para que os seus estudos gerem os melhores resultados para você e também para a Universidade. Além disso, ser um aluno da UFJF nos proporciona além de longos e difíceis períodos de frio intenso, belas recompensas da natureza que enchem os olhos daqueles que têm sensibilidade suficiente para reconhecer sua grandeza. Assim como este lindo pôr do sol que tive o prazer de registrar do alto do instituto de economia no último dia 03 de julho e que ilustra a presente publicação.

Então podemos dizer que é tudo perfeito? Não. Muito pelo contrário. Existem falhas como em todas as instituições do planeta. Todavia, as ferramentas que ela dispõe para gerar entusiasmo são bem maiores que aquelas existentes para, por ventura, desmotivar.

Mudanças

Mudanças. Nem sempre as pessoas estão dispostas a aceitá-las, pois tudo o que é contrário ao habitual, à rotina, traz consigo uma carga de consequências desconhecidas que preocupa e causa receio. Com isso, muitas transformações que poderiam acontecer de maneira veloz, acabam se tornando vagarosas e verdadeiras demonstrações de como o medo aprisiona a coragem.

Como deve ter sido a transição da vela para a lâmpada? Dos veículos de tração animal para os a vapor, e depois os movidos a motores a combustão? Como aconteceu a extinção de determinadas profissões para que outras pudessem surgir? Darwin já dizia que na natureza nada se cria, tudo se transforma. Discordo em parte de tal conceito, visto que ao transformarmos elementos já existentes, acabamos criando coisas novas. Por mais que tais coisas possam ser vistas simplesmente como uma transformação das já existentes, não deixam de ser algo novo.

Recentemente, vemos em nosso país uma boa demonstração desses exemplos. O surgimento da Uber como um novo meio de transporte, afetou significativamente a vida de muitas pessoas. Taxistas, por exemplo, se viram incrivelmente ameaçados. Porém, não podemos frear a evolução por simplesmente temer que o estado presente das coisas não mais se mantenha como está. Igual situação é verificada quando levantamos a questão da reforma previdenciária. Manifestações ocorrem em todo o país com pessoas reclamando do que sequer conhecem. Quase a totalidade dos revoltosos ao menos se dispôs a ler a proposta de reforma, e menos ainda, conhece a real situação do rombo nacional provocado pelo INSS.

Em palestra ministrada por um economista do Ipea, foi possível reconhecer a gravidade da situação e constatar que uma medida emergencial deve ser adotada hoje para que possamos ter uma vida em condições aceitáveis daqui a alguns anos. A situação já é preocupante, porém, necessita de que as pessoas se livrem de seus interesses pessoais e comecem a pensar de maneira coletiva.

As mudanças são realmente inimigas do comodismo. Estudantes universitários contemporâneos estão cada vez mais ligados à tecnologia, inclusive dentro de sala de aula. Tal situação me deixa incrivelmente surpreso, inclusive. Prestes a completar 30 anos, me vejo numa sala de aula rodeado de jovens que poderiam ser meus irmãos mais jovens. E o surpreendente é que o nível de responsabilidade que eles carregam consigo não condiz com a posição que ocupam. Os celulares teimam em permanecer nas mãos 100% do tempo. As mudanças incomodam. Como deixar de olhar o Whatsapp mesmo durante a aula? Seria exigir uma mudança brusca demais para quem acabou de deixar o ensino médio. Felizmente tal constatação não se aplica a todos.

Importante frisar, por fim, que se chegamos onde estamos hoje, foi por que alguém em determinado momento decidiu fazer diferente do que todos faziam. Se a evolução aconteceu ao longo dos tempos, foi pelo fato de que alguém decidiu inovar. Todos os que venceram, venceram porque fizeram diferente do que todos os outros estavam fazendo. Ou ao menos, fizeram a mesma coisa de forma melhor.

Com esse sentimento de que nem sempre a mudança é prejudicial, devemos nos encorajar para fazermos tentativas. Um povo inteligente é flexível ao que pode lhe
surpreender positivamente. Se as mudanças incomodam tanto, pensem-nas como fretes. Eles às vezes podem ser vistos não como uma transformação radical, mas um simples transporte de algo para um novo lugar a um preço mais razoável. Assim, talvez consigamos entender que nem tudo se transforma para pior. E se assim o for, devemos ter a consciência de que na vida tudo se modifica, e assim como tal, teremos o discernimento e a coragem necessária para mudar novamente.

Crédito da imagem: filosofiadosucesso.com

15 Minutos Para a Felicidade

Hoje tenho a alegria de compartilhar com vocês uma de minhas criações. Há 3 anos escrevi um livro chamado “15 Minutos Para a Felicidade”, no qual busquei abordar questões importantes para o aprimoramento pessoal de cada leitor e levar uma elucidação sobre questões inerentes aos ensinamentos da doutrina espírita. E é com esse enfoque que a obra visa promover um autoconhecimento e desenvolvimento a respeito de si próprio.

Ao escrever tal obra, minha intenção nunca foi a de ganhar dinheiro ou algum destaque que fosse. Escrevi com a única intenção de que as palavras ali colocadas pudessem chegar ao interior das pessoas e de que o livro fosse distribuído em diversos lugares a fim de que se promovesse a sua real função. No entanto, nestes 3 anos que separam a sua criação para a divulgação que agora faço, não obtive qualquer apoio para que ao menos algumas poucas unidades pudessem ser confeccionadas. Tentativas não faltaram, porém, as grandes editoras não se importam com escritores desconhecidos e o custo para arcar com uma publicação independente é consideravelmente elevado.

Em virtude desse desestímulo, muitas vezes perpetuado em nossa própria cidade, é que diversas coisas interessantes ficam para sempre engavetadas e esquecidas. Incomodado com a possibilidade dessa obra se tornar mais uma coisa dessas coisas esquecidas, fiz um único exemplar para que pudesse guardar de recordação e resolvi divulgar o arquivo em PDF do livro para que aqueles que se interessarem pelo conteúdo, possam ler e compartilhar com quem quiserem.

15 Minutos Para a Felicidade é uma história fictícia que se passa durante a Segunda Guerra Mundial. Possui elementos leves para levar o conhecimento ao leitor em meio ao ambiente hostil no qual os personagens estão inseridos. Acima de tudo, é uma obra que procura mostrar que nada é impossível. Fiquem à vontade para baixar o arquivo do livro e espero que as palavras nele escritas sirvam de algo edificante na vida de todos os que dela se apropriarem.

LEIA AQUI O LIVRO DIGITAL “15 MINUTOS PARA A FELICIDADE”, DE JOHNNY MACHADO PEREIRA