Pet Mania

Uma das coisas que mais tem no Brasil, além de flamenguistas (sem títulos) é farmácia!

A Grande Bicas, que engloba Juiz de Fora e região, tem farmácia pra todo lado. Eu já havia falado sobre isso quando também contei o número de templos e igrejas de todas as religiões. Cheguei a ousadia de dizer que existiam mais igrejas do que botequins. Acredito até que esse equilíbrio entre a fé e a cajibrina é benéfica para a humanidade sem a necessidade de pedir a opinião dos nobres ministros do STF (Sentenças Trocadas e Frustrantes), mesmo por que quando é pra serem rápidos, eles são muito lentos, assumem a síndrome do Barrichello. Agora, quando não interessa aos 98% da população que recebe menos de 3 salários mínimos por mês, eles conseguem chegar próximos a velocidade da luz…

Pois bem, ultimamente a quantidade de farmácias recém-inauguradas e com um novo conceito do tipo: estacione, compre seus remedinhos e outras drogas placêbicas, aproveite leve algumas guloseimas mais cosméticos e outros produtos que antigamente só existiam nos supermercados, tem aos montes, em toda esquina.

Tem farmácia ou neo farmácia que você compra sem sair do carro tipo “drive-thru”, ou seja: você leva seu resfriado de carro, compra um combo de vitamina C, antitérmico, descongestionante nasal e vick vaporub, depois vai pra casa sem contaminar ninguém.

Além desse monte de farmácia, com vendedores que sabem mais que os médicos cubanos, na verdade o que mais tem é Pet Shop, ou melhor: loja voltada para seu animal de estimação. Pode ser qualquer animal. Pode ser cachorro, gato, passarinho, coelho, ganso, papagaio, etc… Tem gente que tem porco de estimação, pombo, iguana, tartaruga, peixe e até cobra…

De uns tempos pra cá, todo mundo passou a adotar um animal de estimação, primeiro por que a televisão mostra, segundo pela diversidade de raças e tipos de animais que são comercializados pra todo canto e terceiro porque é uma grande companhia pras pessoas.

O meu primeiro pet foi a Filó, uma cachorrinha malhada tipo jack russel terrier, pequena e invocada. Ótima pra ficar dentro de casa apesar de não suportar nenhuma presença desconhecida, antissocial.

Depois, disse pra mim mesmo que nunca mais queria saber de outro cachorro e acabei comprovando a teoria de que nunca devemos dizer nunca isso ou aquilo. Ganhei um filho de schnauzer, filho do Amaro da minha prima Delinha. Foi paixão a primeira hipnotizada. Essa raça hipnotiza qualquer um e o meu foi batizado de Freud. É alemão, barbudo e faz terapia na gente sem cobrar nada, quer dizer: só Freud explica!

Então ele começou a crescer e precisava de uma companhia. Compramos uma fêmea, a Lola, linda, rechonchudinha, parece um urso de pelúcia. Nisso o casal teve cinco filhotes e a matilha estava formada, a despesa também, além de mandarem e desmandarem na casa.

Resumindo, consegui vender e doar 3 filhotes, só que ainda fiquei com dois, um mais preto, o Tico e outra mais cinzenta, a Brigite ou Bibi para os íntimos.

Hoje sou refém desses bichinhos hipnotizantes e barulhentos… Passam horas comigo no escritório. A vantagem é que moro numa casa com quintal e o espaço é grande pra eles correrem.

Nessas alturas, passei a ser um grande consumidor de pet shop’s com as rações, biscoitos, bifinhos, palitos, patês, banho, tosa, veterinário, vacinas, coleiras, guias, etc, etc.

Do jeito que a coisa vai a pet mania é cada vez maior e o cão é o melhor amigo do homem.

Hoje em dia, todo mundo tem seu pet. Pode ser vira lata, pode ser adotado… Todos querem um bicho pra chamar de seu e nisso o comércio referente aos produtos consumidos por eles só tende a crescer.

Antigamente quem poderia imaginar que o mundo e as cidades estão sendo adaptados para que você possa levar seu pet pra todo lugar?

Alguns hotéis aceitam animais… Shoppings também e até em aviões é permitido levar.

Portanto se você ainda não tem o seu amigo de estimação, nunca diga nunca, sua hora vai chegar. Au, au, au!!!

Criaturas do pântano

No início da minha vida de leitor e ser político achei que a imprensa brasileira fosse imparcial. Jornais como a Folha de SP, O Globo e revista Veja, que concentram alguns dos melhores jornalistas do país, figuras como Diogo Mainardi, Guzzo, Arnaldo Jabor, não poderiam estar falando tantas blasfêmias. Desses verdadeiros monstros da crônica política, geográfica e econômica da estratosfera, apenas o Guzzo continua na ativa desses periódicos citados e, por incrível que pareça, na Veja, ainda mais sentando a pua magnificamente na esquerda escrota brasileira.

O que se fala e vem sendo falado na mídia após a vitória incontestável nas urnas eletrônicas eleitorais, são verdadeiras aberrações socialistas de botecos da Zona Sul carioca e dos Jardins da capital paulista. São formadores de opinião que agora passados mais de 6 meses de governo, nota-se que falam pelos cotovelos.

Jesus no calvário já dizia: “Pai perdoai-vos pois eles não sabem o que fazem…”

O Lulla tá preso, babaca! Foi a frase mais bem articulada por um político com problemas na Lava Jato e irmão do Ciro Gomes, outro detentor das maiores blasfêmias verborrágicas do sertão nordestino.

As criaturas criticam tudo. Deputados e senadores só querem pra eles. Bolsonaro mexeu no bolso dos poderosos. Enquadrou os bacanas beneficiários da Lei Rouanet, que foi criada para incentivar novos artistas e quem pegava toda a grana eram os famosos de sempre, baianos folgados e chatos, globais de novela e jornalistas esquerdopatas, que estão em férias na Europa capitalista no mínimo 2 vezes por ano.

O pântano em que vivem essas criaturas possuem ilhas intocáveis, até que o Capitão começou a mexer no vespeiro. Eles não aceitam, não concordam que um caboclo de fora do reino da mamata, da boca livre, do aparelhamento dos órgãos estatais com cérebros lavados, de cargos e salários marajaônicos e outras criaturas, possa mudar o paraíso deles.

A cadeia, a penitenciária, a cabeça raspada e o macacão laranja passaram a fazer parte do visual e da preocupação dessa gentalha, desses facínoras. Imaginem a ojeriza do Renan, que gastou muita grana (afanada, diga-se de passagem) pra fazer aquele cabelinho ridículo, ou da Gleisi, que consignou os aposentados e agora é contra a nova previdência?

Está cada vez mais perto, com as delações do Pallocci e de outros grandes nomes desse partido da tramoia, trazendo a tona tudo que nós, pobres mortais e pagadores de impostos, temos sofrido desde que essa corja tomou de assalto os cofres públicos mais tudo o que tem pela frente.

Nessas horas sou a favor do uso de agrotóxicos injetados na veia desses zumbis do Castrismo. Manda essa galera pra Venezuela, tranca o portão e joga Randup neles. A solução é inserir glisofato diretamente na carótida dessa gente.

A roubalheira que foi praticada por esses caras, o MST de guerrilhas e anarquismo, a Petetização das escolas e da educação brasileira deixou a gente atrás até da Etiópia, no ranking mundial, e os caras letrados da literatura e da MPB ainda defendem essa canalhada, saboreando ostras frescas com espumantes do Vale dos Vinhedos…

Tem alguma coisa errada! Alguém tá ganhando muito dinheiro, principalmente os defensores de investigados pela Operação Lava Jato.

O pior da roubalheira, dessas criaturas pantanosas, é que além de garfarem todo o dinheiro do trabalhador, ainda, fazem lavagem cerebral no indivíduo, tais como: incentivam vadiagem, a libertinagem, a esperteza e o escárnio. Esses caboclos doentios se tornam verdadeiros escravos de idiotices ideológicas, ao invés de procurarem um trabalho digno, de empreenderem na sua cidade, de participarem mais da vida pública e filantrópica e não somente defenderem políticas podres.

Pobres criaturas do pântano com cultura de amebas no cerebelo!

Sofrência

Nosso país foi considerado o número um em sofrência, uma mistura de sofrimento com carência. E isso é bom, já que a partir daí somos também o maior produtor de duplas sertanejas, que enriquece jovens músicos ruins e suas melodiosas e grudentas canções chatas.

Dizem que a culpa foi de Getúlio Vargas que incentivou a interiorização do Brasil, outros juram que a culpa foi de Juscelino Kubitscheck. Eu pessoalmente tenho certeza que foi Getúlio, pois Juscelino, que veio de Diamantina, gostava mesmo era de uma boa seresta e tempos mais tarde se encantou com a música do Milton Nascimento, inclusive existe uma foto dele com vários integrantes do Clube da Esquina, no Beco do Mota, e o Bituca sempre incluía nos seus memoráveis shows o “Peixe Vivo”, música predileta do JK.

Pois bem, dessa interiorização surgiu a cidade de Goiânia, atual capital de Goiás e terra da grande maioria das duplas endinheiradas, digo, sertanejas, desse Brasil. Cristian e Ralf, Leandro e Leonardo, Zezé de Camargo e Luciano, Bruno e Marrone, Guilherme e Santiago, só pra citar alguns.

As músicas produzidas por essas duplas, além de horríveis, tocam o tempo todo pra todo lado e os shows desses caras ficam lotados.

A Som Livre, que foi criada pela Rede Globo e o pai do Cazuza, faturam muito com esses excrementos da MPB (Musica Pobre Brasileira). Qualquer intervalo ou plim plim, como diz o Faustão (outro chato de galocha), aparece uma dupla sertaneja que foi se proliferando igual uma epidemia de dengue…     

Abel & Caim

Alex & Yvan

Amado & Antônio

As Galvão

Cacique & Pajé

Cascatinha & Inhana

Cezar & Paulinho

Chico Rey & Paraná

Chitãozinho & Xororó

Craveiro & Cravinho

Chrystian & Ralf

Duo Glacial

Dino Franco & Mouraí

Gino & Geno

Jacó & Jacozinho

Joaquim & Manuel

João Carreiro & Capataz

João Mineiro & Marciano

Júnior Carvalho & Cristiano

Léo Canhoto & Robertinho

Liu & Léu, irmãos de Zico & Zéca

Lourenço & Lourival

Matogrosso & Mathias

Milionário & José Rico

Mococa & Paraíso

Moreno & Moreninho

Nhô Belarmino & Nhá Gabriela

Pardinho & Pardal

Pedro Bento & Zé da Estrada

Pena Branca & Xavantinho

Pirapó & Cambará

Praião & Prainha

Raul Torres & Florêncio

Sulino & Marrueiro

Silveira & Barrinha

Teodoro & Sampaio

Tião Carreiro & Pardinho, fizeram um dueto diferenciado (destaque para a 2ª voz do Tião Carreiro)

Tonico & Tinoco, uma das precursoras da música caipira (raiz)

Vieira & Vieirinha (Os reis do Catira)

Zé Carreiro & Carreirinho

Zé do Cedro & João do Pinho

Zé Fortuna & Pitangueira

Zé Mulato & Cassiano

Zé Tapera & Teodoro

Zico & Zeca, irmãos de Liu & Léu

Depois, alguém disse que sertanejo estilo tradicional são esses…

Adalberto & Adriano

Alan & Aladim

André & Adriano

As Marcianas

Ataíde & Alexandre

Bruno & Marrone

Cezar & Paulinho

Chitãozinho & Xororó

Chrystian & Ralf

Duduca & Dalvan

Edson & Hudson

Felipe & Falcão

Gian & Giovani

Gino & Geno

Gilberto & Gilmar

Guilherme & Santiago

João Mineiro & Marciano

João Paulo & Daniel

João Pedro & Cristiano

Jorge & Mateus

Leandro & Leonardo

Lucas & Luan

Luiz Cláudio & Giuliano

Matogrosso & Mathias

Milionário & José Rico

Rick & Renner

Rionegro & Solimões

Rud & Robson

Teodoro & Sampaio

Zezé Di Camargo & Luciano

Nessas alturas, pra piorar meu sistema auditivo, surgiu o sertanejo universitário e tome na orêia…

Anselmo & Rafael

Breno & Caio Cesar

Bruninho & Davi

Bruno & Barretto

Cácio & Marcos

Carlos & Jader

César Menotti & Fabiano

Conrado & Aleksandro

Edson & Hudson

Fernando & Sorocaba

Fred & Gustavo

George Henrique & Rodrigo

Guilherme & Santiago

Henrique & Diego

Henrique & Juliano

Hugo Pena & Gabriel

Hugo & Tiago

Humberto & Ronaldo

Israel & Rodolffo

Jads & Jadson

Jhonny & Rahony

João Carreiro & Capataz

João Bosco & Vinícius

João Lucas & Marcelo

João Neto & Frederico

Jorge & Mateus

Lucas & Luan

Luiz Gustavo & Rafael

Maiara & Maraisa

Marcos & Belutti

Maria Cecília & Rodolfo

Matheus & Kauan

Munhoz & Mariano

Pedro Paulo & Matheus

Simone & Simaria

Thaeme & Thiago

Victor & Léo

Zé Henrique & Gabriel

Zé Neto & Cristiano

Zé Ricardo & Thiago

Ufa, se você acha que o pior já passou e muda de estação, entra o funk carioca, que é outra discrepância ruidosa onde vários seres, ditos humanos, embelezam seus automóveis com possantes equipamentos de produzir ruídos em volumes catastróficos pra audição normal.

Então você vira de frente pra mim, com fone de ouvido e murmura: – E a música baiana, o Aché? E a Anita, a Claudia Leite? Sabia que a Sandy e o Junior voltaram?

Isso sim é que é sofrência infinita!

Alguém falou em metal sertanejo?

Pegou pesado, é melhor desligar, ou melhor: deixa eu no rock! 

Marmita requentada

Quem nunca se esbaldou matando a fome, forrando o aparelho digestivo com uma marmitinha requentada?

No Brasil, a maioria dos trabalhadores comem de marmita e ainda nessa mesma maioria, leva de casa a marmita que foi preparada na véspera pra comer na sua hora de almoço. Uns esquentam na lata de sardinha com álcool, outros costumam fazer uma fogueira pra aquecer várias marmitas ao mesmo tempo.

O peão de obra, da construção civil, geralmente descola uma lata de sardinha vazia ou coisa parecida, um pedaço de tábua usada pra forma de concreto, prego e monta seu pequeno fogareiro com álcool.

Enquanto isso, no Supremo Tribunal Federal, onde os magistrados ou togados recebem o teto do salário permitido acrescido de vários benefícios, muitas vezes maiores que o salário de 95% dos trabalhadores desse país, tais como: auxílio moradia, auxílio saúde, auxílio transporte e outros, ainda comem do bão e do melhor da culinária internacional… Os melhores pratos harmonizados com vinhos nobres, pontuados em no mínimo 94 pontos Robert Parker!

Além disso, esses verdadeiros banquetes servidos em qualquer dia da semana, duram em média de 2 a 4 horas, pra poder dar tempo, pro caboclo diferenciado dos demais seres humanos, de degustar o primeiro prato ou entrada, o segundo prato (carnes, frutos do mar e massas), sobremesa, licor e cafezinho 100% arábica, moído naquele exato momento sem deixar a água ferver… Essa sequência não pode ser interrompida nem por um pedido de habeas corpus do nosso mais famoso presidiário.

Nessas alturas, o peão engoliu seu grude salgado e com pouca proteína, mas muito glúten e já está estendido num canto da obra fazendo o “quilo” de pelo menos 30 minutos corridos, tentando absorver aquele bolo fecal que se formou no seu primitivo sistema digestivo.

Outros trabalhadores, além de não terem nem 30 minutos de hora de almoço, comem em pé nas copas improvisadas de estabelecimentos ou correm pra algum selfie service sem balança, com um pedaço de carne a R$10,85, podendo repetir logicamente desembolsando mais 4 mirreis pra pegar mais uma carne.

No fim do dia, a produção desses 95% tem que ser suficiente pra movimentar toda a máquina administrativa executiva, legislativa e judiciária do Brasil, senão no dia seguinte o preço da gasolina sobe, falta remédio nos postos de saúde e as estradas ficam esburacadas, além de faltar dinheiro pra falta, digo, pra educação. E como diria Federico Fellini: E La Nave Vá!

Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, no hemisfério norte, mais precisamente no velho continente, onde existe uma casta de pessoas, também, conhecida como jogadores do esporte bretão, apesar do fuso horário, também, são filhos de Deus e comem nababescamente os produtos filtrados pelo padrão de primeiro mundo. Quer dizer: a carne é brasileira, o café também e o cacau idem, pra dizer alguns produtos nossos, só que você não encontra-os no mesmo padrão nas gôndolas dos supermercados nacionais.

Pois bem… Mesmo assim tem gente que sai do subdesenvolvimento cultural, econômico e gastronômico desse lado infeliz da Linha do Equador só que esse lado “karmaleônico” do individuo não sai dele. Ou seja: o elemento foi criado à base de marmita requentada e como tem muito “larjam” manda buscar no Brasil pra comer em locais discretos, porém sofisticados, comidinhas que tem aos montes em Paris, por exemplo.

Porque não saborear um steak au poivre com um belo beaujolais ou ostras frescas de Marselha com champagne nacional?

Não, o cara prefere ir na contramão e se estrepar todo, pois comida requentada pode estar fora da validade.

Uma versão de bastidores, que não para em pé, assim como o nosso ex-craque, zapeada nas famosas redes sociais “hackeadas”, é de que a tal da marmita foi adquirida por 30 mil mais as despesas de viagem em primeira classe, já que a comida veio de longe e na fotografia parecia coisa de primeira. Porém, depois de comer e saciar a fome intercontinental, veio a conta: 30 mil euros ou melhor: R$ 150.000,00!

Isso é que eu chamo de marmita requintada!

A onça

A Mata do Krambeck, situada no coração, que, na verdade, é o pulmão de Juiz de Fora,  é uma área de preservação permanente (APP) e a maior mata urbana do interior mineiro e logicamente da Zona da Mata.

Parte desse verdadeiro santuário ecológico foi adquirido pela UFJF e transformado em jardim botânico. Magnifica iniciativa!

As ideias que se sucederam, depois da compra, que se arrastou por um longo período, como tudo que é gerido pelo governo (de esquerda principalmente), foram ótimas, inclusive, até um teleférico começou a ser construído, só que o dinheiro foi direcionado pra outros fins mais necessitados, tais como o Puerto Mariel, a mesada da viúva do Hugo Chaves (que mora nos EUA), o Sitio do Guarujá e o Tríplex de Atibaia, não necessariamente nessa ordem e progresso.

Acontece que, mesmo com tudo isso, os gastos necessários com os ex-presidentes da Republiqueta das Bananas Nanicas: seguranças, carros com motoristas, auxílio moradia de alto luxo, vale alimentação a base de iguarias e vinhos de safras de 1980 e 1990, ah, ia me esquecendo charutos Cohiba’s e conhaques espanhóis, inauguraram o tal do Jardim Botânico de Juiz de Fora.

Um dos grandes lances desse jardim botânico é que ele é em JF. Situa-se na Manchester Mineira! Não é igual ao Aeroporto Regional de Juiz de Fora, que como o próprio nome diz, fica fora de Juiz de Fora…

Aí você que não é do tempo do onça, pois disseram que a última onça que apareceu nessas paragens, faz mais de 80 anos, vira bruscamente de frente pra mim e exclama: Mas, como?

E te respondo prontamente: Nesse mundo todo mundo é igual. Você é que nem eu e eu como você!

Uma curiosidade sobre o aeroporto regional Presidente Itamar Franco, na verdade são 3, e dizem que são lendas urbanas.

Primeira: a construção do aeroporto demorou muito porque durante o movimento de terra descobriram um cemitério indígena (Tupi ou Guarani?).

Segunda: o dinheiro gasto com as desapropriações consumiu toda a verba,  pois, da noite pro dia, a valorização foi melhor que a poupança na época do Sarney (O Maribondo). OBS: Diz a lenda que lote foi vendido a preço de fazenda e fazenda vendida a preço de jatinho do Neymar Jr. (depois o cara sai dando porrada “nuzotro” e logo vem um engraçadinho e diz que o cara previa tudo, só esqueceu de prever que a igreja com seu nome ia pegar fogo…). Ô mané… Aquele era o Nostra Damus!!!

Terceira: A pista do tal aeroporto fica em Goianá e a sala de embarque, o terminal etc ficam em Rio Novo… Então a receita de impostos vai pra Rio Novo. Isso tem dado confusão até hoje. Na verdade, o salão de embarque ou terminal deveria ficar no meio, né não?

Voltando pro jardim botânico… Na hora que a imprensa começou a noticiar, apareceu um monte de “pai da criança” e,  eu quero saber agora quem é o pai da crionça, a mãe da onça, a família da onça, ou seja, essa onça tá sozinha? E se tiver mais um porrão de onça? Não confunda um pouquinho de macarrão com um porrão de macaquinho…

Já estou mais tranquilo depois que fiquei sabendo que tem moradia pra todo mundo, até pra onça, do minha casa minha vida, no Eldorado, e agora o da Inter perto campo do Tupi… A arquitetura é de caixa. Vem pra Caixa você também!

Muita gente fala que Juiz-forano é carioca do brejo, pela proximidade com o Rio e que, na verdade, tá ficando uma cidade surpreendente: deram uma facada no Bolsonaro, que foi obrigado a ficar com uma bolsa. Depois teve um tiroteio no estacionamento com direito a mala de dinheiro falso, jatinhos e ninguém ficou sabendo direito da história. Então, o prefeito renuncia pra ser senador e a Dilma toma outra e desanda a passear pelo mundo afora com o nosso rico e suado dinheirinho. Por fim, essa coisa da onça pintada.

Tem um vídeo rodando no “zap zap”, como diz o pessoal lá de BH, onde a onça pintada é grande, passeia silenciosamente pelos caminhos do jardim botânico. Dá medo. Imagine um bicho daquele tamanho te pegando por traz e te comendo? Tô fora! Num quero saber de jardim nem botânico e nem de jardim nenhum!

Só pra concluir: o bicho tá solto e já tem uns engraçadinhos dizendo:  tem que prender a onça. Na minha modesta opinião, eu tenho certeza que antes de prender o animal pintado, tem que prender muito animal racional manchado. Tem Angorá, tem Morcego, tem Marimbondo, tem Senador, tem Deputado de tudo quanto é espécie, tem Ministro, tem ex-governador e ex-presidente, tem o Amigo do Amigo da Onça…

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

Bonde da Tchutchuca

Pra início de conversa tchutchuca é a mãe!

O nosso país é mesmo um caso clínico, sem solução para os próximos milênios. É simplesmente impossível visualizar a mais remota chance de reverter os parâmetros atuais num raio de 8 milhões de anus luz.

A imprensa brasileira é impressionante e muito eficiente, principalmente, quando se trata de seus próprios interesses, comerciais, claro.

Vejam os senhores e senhoras o caso da vereadora assassinada no Rio, cidade que tem seus últimos governadores na cadeia e outros na tábua da beirada, indo pra Bangu se juntarem aos moradores daquele presídio de segurança máxima e quente. Depois que descobriram que a morte da Mariele foi encomendada por pessoas ligadas em ligações perigosas e comprometedoras com certas pessoas, as notícias sobre o caso se arrefeceram como se nada mais a declarar…

Já o caboclo que esfaqueou o presidente, cujo advogado circula de jatinho pra cima e pros lados, a qualquer momento, tem seu cliente considerado, depois de sete laudos (sete é conta de mentiroso), que tem problemas mentais! Ora bolas, exclamou o jurista sem toga Bário Mérito: Isso eu já sabia! Um caboclo que circula pelo Brasil afora e sai metendo a faca no primeiro que aparece com vontade de sumir com o PT (Período das Trevas) e toda essa baderna criada nesses anos perdidos e irrecuperáveis, só pode ser maluco. Agora, vai ver se ele rasga dólar, euro. Veja se ele joga pedra em avião?

Então tem uma tal de CCJ (Comessão de Cargos e Jabás), que foi criada com o intuito de ressuscitar a oposição formada por três mulheres, histéricas e mal informadas, fãs do Maduro e outras pragas sociopatas  com patologia cerebral.

Enquanto isso, o que precisa ser feito e que todo o país aguarda, não anda, não sai do lugar. As despesas com o congresso sim, com o judiciário também; principalmente os tais dos penduricalhos como o auxílio moradia e outras mordidas de jacaré do papo amarelo!

O amigo do amigo do meu pai, que dizem as más línguas, tentou por duas vezes passar no concurso pra juiz e tomou pau, hoje preside o STF e não pode se sentir melindrado que manda fazer busca e apreensão através de seu colega de toga ou da Família Adams.

Esses primeiros meses do governo Bolsonaro estão causando o maior rebuliço em Brasília e no Brasil porque tá mexendo no bolso de muita gente, inclusive nas verbas astronômicas publicitárias que, a meu ver, não mostram o verdadeiro Brasil. Mostram obras inacabadas e projetos malucos como o Trem Bala, que nem saiu do papel e já consumiu a verba toda.

A ministra Damares Regina Alves (Paranaguá, 11 de março de 1964) é uma advogada e pastora evangélica brasileira, atual ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, subiu na goiabeira e viu Jesus. Agora alguém disse que ela subiu na bananeira e viu o namorado da Fatima Bernardes e ficou encantada com o deputado do PDT Túlio Gadêlha.

É cada coisa que parece duas e não para. As redes sociais estão cheias de notícias e notas mostrando tudo dessa gente bronzeada sem mostrar o seu valor.

Dizem que agora, depois da Semana Santa, é que o ano realmente vai começar e todo mundo empanzinado de chocolate e bacalhau gadus mohua…

Tem os filhos do Bolsonaro, o 01, o 02 e o 03… Agora, apareceu o 04 e já foi visto praticando tiro ao “Álvaro” nos stands da Polícia Federal. A imprensa descobriu e falou que não pode, mas, o Zé Dirceu solto pode, o Temer solto também e o Sarney ainda manda na Eletrobrás inclusive aquela graúna do Lobão comandando vários cargos e salários.

Então vem a notícia que a ex-senadora Grasiotin continua “trabalhando” no senado no gabinete de algum pau mandado e dizendo blasfêmias e outras asneiras pelos corredores sombrios do Congresso Nacional.

E o Aécio? E o Pimentel? Imagina todo mundo dentro de um bonde? Pilotado pelo Zeca Dirceu…?

No Rio, o Crivella continua fazendo nada e ao seu redor as coisas parecem piorar. Tim Maia lá de onde ele está pediu encarecidamente pra mudar o nome da ciclovia. Cada pedaço que cai, eles lembram dele e da mãe de alguém. Na Muzema, a milícia e o tráfico agora estão investindo pesado na construção civil de alto risco e em locais de preservação.

Em Minas, o Zema ainda não sabe e nem vai saber o tamanho do abacaxi que pegou pra descascar. Pelo amor de Deus: dá uma olhadinha na Zona da Mata!

Não temos bonde, não temos estradas, não temos escolas, a segurança tá patinando, a COPASA tá falhando, a CEMIG é a pior energia do Brasil… A concentração dos investimentos está em BH… E nóis ó!

O canalha

A palavra canalha surgiu da junção de outras duas palavras que tratam do mesmo tema: cana – não a cana de açúcar ou do caldo de cana, mas a cana de quem vai pro xilindró, de quem foi pego praticando atos ilícitos e vai em “cana” e tralha – que nada mais é do que uma pessoa de má índole, uma pessoa que só pensa no seu próprio bem estar e não se importa com os outros ou quem vai levar a pior, ou seja, você é tralha!

Tralha também pode ser um conjunto de cacarecos, um amontoado de inutilidades.

Como podem ver ser canalha é uma mistura de gente que vai em cana com um inútil.

Já dizia o Roger do Ultraje: “A gente somos inútil!!!”.

O grande problema do canalha é quando ele detém algum tipo de poder e isso alguém já falava. Uns dizem que foi Platão; outros, Abraham Lincoln…

Geralmente existem canalhas pra todo canto. Na praia, na fazenda, no judiciário, no legislativo, no executivo e na religião. Em todos os lugares sempre haverá um canalha.

Como saber se um caboclo é um canalha?

Aí é que mora o perigo, pois esse desvio de caráter não é perceptível a primeira vista, a olho nu. O canalha se faz de inocente em todas as situações. É difícil identificar um canalha de primeira e muitas das vezes a canalhice é tão grande que as próprias pessoas pensam que não é possível existir um sujeito tão canalha a ponto de cometer atos tão mesquinhos, atos que podem prejudicar milhares de pessoas, principalmente, pessoas mais humildes.

Sou a favor de que seja feita uma verdadeira sabatina em qualquer cidadão que seja indicado pra ocupar algum cargo no judiciário, no executivo e ou no legislativo: o cidadão não pode ser canalha!

Como saber se dentro de você existe um canalha? Se por traz da sua indumentária não existir um canalha encostado na sua traseira, baforejando na sua nuca… No seu cangote.

Todo canalha que se preza não mente, inventa a verdade!

Walter Franco, um compositor maldito dos anos 70, escreveu alguma coisa sobre o canalha, onde compara a dor com algo inesperado… Aparece quando você menos espera. De onde ela vem?

“É uma dor canalha

Que te dilacera

É um grito que se espalha

Também pudera

Não tarda nem falha

Apenas te espera

Num campo de batalha

É um grito que se espalha

É uma dor

Canalha”

Recentemente, estamos assistindo boquiaberto um festival de canalhices transmitidas ao vivo de todo o canto do mundo. Canalhas que estão saindo do armário porque sabem que existem salvos condutos pra má conduta. Canalhas que usam roupas de super-heróis e pele de cordeiro.

O Brasil nunca vai conseguir chegar a um nível de prosperidade razoável, enquanto não exterminar com seus maiores canalhas. Esses notáveis canalhas revestidos de argumentação fajuta, que justificam o fim fazendo merdas pelo princípio e meio do caminho.

Onde já se viu barragens explodindo em série pra todo lado, pessoas morrendo, rios sendo exterminados e ricos empresários/políticos cagando e andando pro planeta? 

Onde já se viu tamanha arrecadação de impostos ser triturada por um bando de canalhas que regem a forma de gastar fortunas com equívocos, favores e conluios?

Ninguém nasce canalha! Geralmente você reconhece um canalha quando para ele, o sujeito, todo mundo se vende… de menos o próprio!

Canalhice não é genético…

A esfera

Confesso que Berlim nunca foi prioridade pros meus sonhos de consumo. Das várias cidades europeias que gostaria de conhecer, e até me mudar pra lá, pra qualquer uma delas, Berlim, capital da Alemanha, um dos países mais civilizados do planeta, nunca apareceu na minha lista de desejos.

Acontece que, ao fazer um roteiro que teria Praga, na Tchecoslováquia, como passeio preferencial, Amsterdam, Holanda e Bruges, Bélgica pra complementar a viagem, Berlim surgiu como opção intermediária.

De opção virou uma surpresa agradabilíssima, pois a cidade é linda, moderna, segura e cheia de atrações espetaculares. Pra começar, o sistema de transporte, que eu insisto em falar sempre, é fantástico: mistura trens, metrôs, leves sobre trilhos e barcos.

Chegamos de trem vindos de Praga e de cara descemos numa estação que mais parece um aeroporto, com vários níveis, elevadores, escadas rolantes e lojas pra todo lado.

A sensação de civilização misturada com a pulsação do poderio econômico e cultural da cidade me envolveu como uma bolha. Ficamos anestesiados com a gama de opções pra qualquer lado que se olha. O clima bem mais frio do hemisfério norte obriga as pessoas a se vestirem melhor e a organização urbanística das ruas, calçadas e arborização tornam tudo muito mais agradável, além da arquitetura mesclada de passado hiper preservado e o futuro mega espacial…

No início tudo parece meio complicado, porém basta começar a andar pelas ruas e avenidas pra pegar o jeitão da metrópole, principalmente, numa cidade onde existe um epicentro famosíssimo: o Portão de Brandemburgo!

Esse Portão dividiu durante muitos anos a linda cidade em duas, durante a guerra fria. De um lado a parte ocidental, com influência americana e capitalista, do outro a oriental, comandada pela extinta URSS (comunista). Um muro, na verdade, um muro duplo, com um espaço entre eles pra dificultar ainda mais o intercambio, cortando a cidade de leste a oeste. Ainda bem que foi demolido – resta um pedaço todo grafitado pra turista fazer self, inclusive o grafite mais marcante e mais conhecido do Muro de Berlin, pintado por Dmitri Vrubel, inspirado em uma fotografia que existe, registrando um acontecimento em Berlin Oriental em 1979.

Quando Brezhnev terminou seu discurso, o então Presidente da Alemanha Oriental, Honecker, abriu seus braços para uma saudação com um beijo, comportamento habitual entre colegas comunistas, mas desta vez Honecker e Brezhnev foram além e, com todo o entusiasmo, deram um beijo mais “cálido”, tipo Jean Uilis.

O Rio Spree corta a cidade de cabo a rabo sem ser interrompido por nada, numa sinuosidade quase que desenhada a mão. A cidade é plana a perder de vista e os barcos são uma atração imperdível.

Além do parque Tiergarten, imenso e ótimo pra caminhar, tem também praticamente do lado o parlamento alemão (Palácio do Reichstag), tudo muito próximo e fácil de visitar (logicamente, com algumas filas e agendamentos).

Cidade perfeita pra caminhar ou pedalar ou deslocar de transporte público. Fomos em direção à Praça Alexanderplatz, Alex para os nativos, onde fica a antena de TV, numa torre conhecida com esfera. No trajeto, a Catedral Lutherana de Berlim majestosa, arquitetura barroca, com o Rio Spree passando nos fundos. O local é conhecido como “Ilha dos Museus…”

Bem, a “Esfera” é um colosso! Apesar de alguns procedimentos de segurança para subir na belíssima torre, tudo compensa, a começar pelo visual de 360º e o restaurante (ótimo) giratório.

Com 368 metros de altura, está situada no centro da Praça Alex, a mais importante da extinta República Democrática Alemã (zona soviética).

Uma curiosidade sobre essa torre é que o vidro que cobre a parte principal da estrutura faz com que, quando o sol da manhã “bate” na torre, uma cruz é refletida no centro dessa esfera. Esse fenômeno, que todo mundo ao olhar vê a cruz, fez com que os ocidentais chamassem o símbolo do poder soviético de “A Vingança do Papa”, derrubando por terra a propaganda comunista.

Vale a viagem!

O gastrônomo

Tanta tragédia acontecendo nesse começo de 2019 que nem dá vontade de escrever o quer que seja.

A imprensa geral, como sempre, procura noticiar tudo a toda hora e a preferência são as notícias de impacto, e as mais impactantes são as que causam o maior índice de comoção pública.

Quem poderia imaginar que depois da lambança da Vale, em Mariana, o crime ambiental mais horroroso que eu já tinha visto, a morte do Rio Doce, que tive o privilégio de conhecer numa viagem meio riponga, nos anos 70, com uma galera de malucos, por conta das estrepolias, de BH pra Vitória (Vitória-Minas), com 19h de duração, sempre beirando o belíssimo Rio Doce… Agora em Brumadinho, cidade famosa pelo Inhotim e a incrível Serra da Mantiqueira…

Achei melhor parar por aqui e mudar radicalmente de assunto, apesar de algumas notícias boas como: a renúncia e derrota do cangaceiro Renan mais o pente fino da receita sobre o que resta da cabeleira do Beiçola.

Com várias tragédias, em sequência avassaladora, ainda temos a morte do Ricardo Boechat, esse caboclo fora de série que acompanho desde os tempos da Coluna do Ibrahim Sued. Putcha qui los paros!

Bem, que tal falarmos de comida, de gastronomia, de guloseimas, bebidas e harmonizações?

Já que lembrei dos anos setenta, era de ouro do rock progressivo, muita gente naqueles idos já sonhava em partir pro meio do mato, construir uma pousada e viver pertinho da natureza. Várias pessoas fizeram isso e os mais organizados hoje em dia estão estabelecidos, influenciando toda uma geração.

Nos tempos atuais, temos pousadas pra todo canto, principalmente, em cidades históricas, próximas a cachoeiras, em reservas ecológicas ou locais de puro charme.

No embalo das pousadas, surgiram os restaurantes que também viraram febre nacional. Tem comida de todo tipo e sabor, sendo que algumas são verdadeiros banquetes dos deuses, porém tem muita picaretagem maquiada também.

Reparem como houve uma proliferação de chef’s pra todo lado. O cara acha que vestir um avental branco e aquele chapéu de mestre cuca (toque blanch), que surgiu na França durante a Idade Média, pode sair misturando doce com salgado de qualquer maneira, com redução de qualquer coisa salpicada de alho poró etc e daí se auto intitulando o mais novo “master chef” do pedaço.

Aliás, naquela época o cozinheiro chefe era tão importante, na corte, que recebia o nome de officiel de bouche ou oficial de boca.

Pois bem, realmente, alguns cozinheiros podem ser considerados chef’s, só que a grande maioria acha que pode sair fazendo misturebas contemporâneas e que todo mundo vai adorar seus pratos. Nada disso! Um caboclo pra ser bom de cozinha tem que aprender o BEABÁ da cozinha, tem que saber fazer um excelente café, saber fritar ovo, um arroz, um feijão, um filet na chapa… Aí sim o cara pode começar a tentar fazer coisas mais apuradas, molhos complexos, massas e frutos do mar, por exemplo.

Agradar o paladar de todo mundo não é tarefa pra qualquer um… O problema é que atualmente tem “chef” que acredita  que o cidadão é obrigado a reverenciar qualquer coisa que sai da sua cozinha. Alto lá Claude Troigrós! Né bem assim não filim! E o pior: ainda mete a mão na conta!

Tenho visto alguns filmes sobre cozinhas estreladas e realmente o sujeito pra conseguir uma mísera estrela do Guia Michelin tem que ser phoda. Tem que ir ao mercado escolher pessoalmente as verduras, os legumes, os peixes. Depois tem saber limpá-los e prepará-los. Os temperos e molhos não são coisas pra amadores.

A mídia às vezes promove uns cozinheiros medianos em verdadeiros mestres da gastronomia. Gororoba eu mesmo faço! Eu prefiro ver pra crer. Um bom chef não precisa ser famoso, dar entrevista em revista gourmet a todo momento, precisa fazer o básico diferenciado e bem feito, inclusive uma bela sobremesa…

E o mais importante de tudo: que a conta não seja salgada!

Brocoió de fivela

O Brasil é um país formado por “brocoiós de fivela” e assim se manterá por muitos e muitos séculos, até que parem de ver novela e big broder ou que incorporem um mínimo de civilização!

Essa belíssima frase, elaborada em um momento de extrema felicidade e espasmos de lucidez do recém-cateterizado Barioso de Montalcino.

Por falar em Montalcino, quem estiver pretendendo ir “bordejar!” pela Itália, não deixe de visitar Firense (Florença) e arredores. Lá viveu boa parte de sua iluminada e criativa vida um dos caboclos que nunca foi um brocoió de fivela, Leonardo Da Vinci.

Fiquei deverasmente decepcionado com o FHC (Fumou Habanos e Canabis) durante as eleições. Suas declarações sobre em quem votar foram simplesmente ridículas, ainda mais quando eu soube que possui mais de uma aposentadoria e que seu instituto recebe verbas astronômicas do governo, quer dizer: nós pagando a conta do brocoiosão. Já tenho certeza que o Plano Real só foi consolidado por causa do Itamar.

Somos todos brocoiós de fivela apertada!

O STF, além de ser formado por brocoiós de toga e fivela, ainda só pronunciam coisas e xuru melas que atrasam a vida dos pobres mortais e passivos cidadãos brasileiros.

No apagar das luzes de 2018, o brocoió do Marco Aurélio, ali colocado pelo brocoió de marajás, pra soltar o bandido mor queria por na rua apenas 160 mil presidiários… Só colocando uma fivela cor de rosa na toga da mironga desse caburetê sô!!!

A bola da vez agora é o filho do Bolsonaro. O caboclo ganhou pra senador no Rio de Janeiro, sendo que o mês de janeiro nem acabou e a Globo, a Folha de SP e a Veja, que estão sem as publicidades do Planalto, estão chafurdando a assembleia da cidade maravilhosa (sem os bandidos), pra ver se o cara andou metendo a mão no erário público.

Dizem, com grande sabedoria, que pra limpar um chiqueiro deve-se retirar os porcos do local…

Pois bem, enquanto isso, a Barbie do Proletariado Temerário, foi assistir a posse do Maduro e ficou indignada porque estavam questionando a sua ida a Caracas, diga-se de passagem, comprada com dinheiro do PT ou do governo federal?

O Eremildo, que é um idiota do Gaspari ficou indignado foi que ela voltou. Isso sim é que magoou todos nós, brocoiós de fivela de boca aberta.

Nesse ínterim, com o judiciário em seu recesso merecidamente combinado com a brocoiozada toda existente nesse país imenso e demarcado indigenamente, está fazendo a bolsa subir e o dólar baixar justamente porque calado não causa pânico e nem alteração aos contratos.

Enquanto o Supremo descansa, merecidamente no inverno europeu, mais precisamente em Lisboa, Porto, Madri, Londres, Paris e Praga, surgiu como num passe de mágica o COAF (Clube de Outros Aparelhados Filiados), formado por técnicos extremamente zelosos com o andar da carruagem, digo com o andor da ladroagem, ou melhor, com a movimentação bancária dos políticos brasileiros. Esse órgão, cabide de cargos e altos salários, de uma hora pra outra resolveu bisbilhotar a vida do novo presidente e sua família. Alguém disse que da forma como está sendo investigado, apesar do sigilo da ação, se fosse com o presidiário de Curitiba teriam achado até o dedo do rapaz… É por isso que eu sou brocoió!!!

É por isso que eu quero a liberação não só de armas de fogo mas de mísseis atômicos também. Imaginem se pudéssemos ameaçar o congresso brocoió com mísseis intercontinentais???

Como o ano no Brasil só começa depois do carnaval e o carnaval esse ano é no mês de março, o ano já começa no 3º mês, ou seja, só temos mais esse restinho de ano pra aturar tantos e tantos brocoiós de fivela!

Oh glória!!!