Bicas – Chuvas – Secretário de Obras fala sobre problemas enfrentados na Rua Dona Miquelina
Grupo Bahamas – Nota Oficial – Novo trevo de acesso à Bicas – Obras do Bahamas Mix em breve
Hoje, dia 04 de fevereiro, a Prefeitura Municipal de Bicas, representada pelo prefeito, reuniu-se com o CEO do Grupo Bahamas, Sr. Jovino Campos. Também participaram do encontro o Secretário de Desenvolvimento, o arquiteto da prefeitura representando a Secretaria de Planejamento de Bicas, além de executivos do Grupo Bahamas.
Durante a reunião, foi apresentada a maquete das futuras instalações do Bahamas no município. O prefeito informou que já estão sendo tomadas as providências necessárias para a construção do novo trevo na BR-267. Destacou ainda que a antiga adutora de amianto foi totalmente substituída por uma nova adutora pela Copasa, com as obras concluídas no dia 1º de fevereiro.
A reunião representa mais um passo importante para o objetivo final, que é a instalação do Grupo Bahamas no município de Bicas.


5ª edição da Corrida Rústica de Bicas
A 5ª edição da Corrida Rústica de Bicas foi marcada por muita determinação, espírito esportivo e alegria, ao longo dos 7 km de percurso pelas ruas da nossa cidade.
Cada passo foi sinônimo de esforço, saúde e união entre atletas e comunidade.
A Prefeitura de Bicas agradece a todos os participantes, apoiadores e equipe envolvida na realização desse grande evento esportivo.
Bicas em movimento! #corrida #atividadefisica #running
Êxito dos netos
Os avós, Celita e Milton Alhadas, estão felizes… contentes com o êxito dos netos… É bonito de se ver. Tanto que ela “desabafou” assim nas Redes Sociais, falando com o coração… Fala, aí, vovó!
“Sou uma avó muito orgulhosa e feliz! Três netos formaram e um aprovado no Sisu. 2025 foi um ano mágico: Júlia Alhadas, formada em Química, UFV; Ana Luiza Alhadas, formada em Medicina Veterinária, pela Univiçosa; João Gabriel Alhadas Chus, formado em Arquitetura e Urbanismo, pela UFJF… E agora, o Artur Albano Alhadas Oliveira foi aprovado em Engenharia Elétrica, pela UFSJ. Que Deus os abençoe e proteja. Amo vcs!!!”

Câmara M. de Bicas – Fevereiro Roxo e Laranja
Fevereiro Roxo e Laranja é um período dedicado à conscientização sobre importantes doenças que impactam diretamente a saúde e a qualidade de vida da população. A campanha reúne duas iniciativas nacionais de saúde pública, representadas pelas cores laranja, voltada à conscientização sobre a leucemia, e roxa, que aborda o lúpus, a fibromialgia e a doença de Alzheimer.
O lúpus é uma doença autoimune crônica em que o sistema imunológico passa a atacar células saudáveis do próprio organismo, podendo causar inflamações em diversos órgãos e sistemas, como articulações, pele, rins, medula óssea, coração, pulmões, olhos e cérebro.
A fibromialgia é uma síndrome de caráter crônico, caracterizada por dor musculoesquelética generalizada e persistente, frequentemente associada a fadiga, rigidez muscular e alterações do sono, impactando significativamente o bem-estar e a rotina dos pacientes.
A doença de Alzheimer é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva, que acomete principalmente a população idosa, comprometendo funções cognitivas como memória, linguagem, raciocínio e comportamento, o que leva, de forma gradual, à perda da autonomia para a realização das atividades da vida diária.
A leucemia corresponde a um grupo de cânceres que afetam os glóbulos brancos do sangue, prejudicando o sistema de defesa do organismo. Em diversos casos, o tratamento envolve o transplante de medula óssea, cuja compatibilidade entre doador e receptor é rara, ocorrendo, em média, em uma a cada 100 mil pessoas. Por esse motivo, a ampliação do número de doadores é fundamental.
A Câmara Municipal de Bicas, comprometida com a promoção da saúde, da informação e do bem-estar da população, apoia e reforça a importância do Fevereiro Roxo e Laranja, destacando que a disseminação do conhecimento contribui para o diagnóstico precoce, a redução do estigma e o fortalecimento da solidariedade e do apoio às pessoas acometidas por essas doenças.

A mula fumou unzinho
Zé Arnaldo – omunicipioonline.com.br
Em São Sebastião da Vargem Alegre (MG), Zona da Mata, a inventividade queimou beiçola e a viagem não foi alegre. Dois iluminados, um de 15 e outro de 25 anos, resolveram inventar muita moda e acabaram recebendo uma conta apimentada: R$ 1.736,36 em multas. O motivo? Forçaram uma mula a pitar um cigarro.
O surto aconteceu há cerca de dois meses, mas só agora virou lance oficial, depois que o vídeo da “ideia genial” circulou pelas redes sociais e chegou até a polícia. O mais velho foi quem acendeu e colocou o cigarro na boca da criatura; já o adolescente, dono da mula, também entrou na conta, por conduzir do bicho nessas condições nada azuis.
A boa notícia é que a mula passa bem e não aderiu ao vício… Os dois artistas, por praticarem a parada torta, já estão respondendo na Justiça.
Aniversários do mês de fevereiro de 2026
omunicipioonline.com.br
01/02 – DAYANE GRANADO.
02/02 – MARIA AUXILIADORA S. MAZZOCO.
03/02 – WILLIAN M. ROCHA.
03/02 – SEBASTIÃO LUIZ CASSETTE.
05/02 – GISELA MACHADO, residente em Belo Horizonte/MG.
06/02 – JOSÉ CARLOS DE OLIVEIRA.
06/02 – MARIA DO CARMO MENDONÇA.
07/02 – Prof. WALTER MACHADO DE SOUZA, residente em Maripá de Minas.
08/02 – JORGE CARLOS CORREA, residente em Taruaçú.
09/02 – Dr. SÓCRATES FEIJÓ, residente em Niterói/RJ.
10/02 – MARIA DO SOCORRO NASCIMENTO LIMA.
13/02 – ALZIRA BIANCO.
14/02 – GUILHERME DUTRA ALHADAS, filho de Débora e Luiz Carlos Alhadas.
15/02 – JORGE SALOMÃO.
15/02 – FRANCISCO CARLOS ARRUDA ABRANTES, o Nem Abrantes.
16/02 – ANTÔNIO IRINEU NASCIMENTO FILHO.
16/02 – CARMEN LÚCIA LAMHA, residente nos EUA.
18/02 – RAFAEL MILÃO.
18/02 – SUELY SILVEIRA CHEVES residente em São Gonçalo.
19/02 – ULISSES CARDINELLI DE OLIVEIRA, residente em Vitória/ES.
19/02 – CARLOS AUGUSTO MOREIRA, residente em São Paulo/SP.
21/02 – JORGE GUILHERME CASTRO BARBOSA, residente em Petrópolis/RJ.
21/02 – JOSÉ CARLOS LEITE ALVARENGA, residente em Juiz de Fora/MG.
21/02 – SANDRA LAGROTA, residente em Vitória/ES.
23/02 – RENATA ROSSI GRASSANO.
23/02 – O cabeleireiro COSME FERNANDES.
23/02 – DELMA MARIA FERREIRA DOS REIS.
24/02 – LAURA BARROS LOURO.
24/02 – ALBERTO ROSSI.
25/02 – PATRÍCIA FERREIRA BORDONI.
25/02 – FERNANDO COELHO.
26/02 – MAELY RETTO.
27/02 – RAQUEL GUEDES GOUVÊA VEIGA.
27/02 – MATHEUS, filho de Fernanda e Marcelo Retto Veiga, residentes em Macaé/RJ.
Bicas – Nós da Rede – Museu da Loucura
Durante o curso Nós da Rede, ofertado pela Fiocruz, foi realizada uma visita técnica ao Museu da Loucura, em Barbacena, como atividade formativa voltada à reflexão crítica sobre a história da saúde mental no Brasil. A experiência possibilitou um olhar sensível e aprofundado sobre as violações de direitos ocorridas no contexto do antigo Hospital Colônia, reforçando a importância do cuidado em liberdade, da Reforma Psiquiátrica e da luta antimanicomial. A visita contou com a participação das enfermeiras Ana Lúcia Gomes e Isabella Calegari Maia, que representaram a saúde do município de Bicas, contribuindo para o fortalecimento das práticas de cuidado humanizado e do trabalho em rede no território.
Globo Esporte visita cidade de Danilo, que põe os pés no chão e vibra com protagonismo: “É para isso que escolhi o Flamengo”
Em Bicas, no interior de Minas, jogador busca se reconectar com o passado após 14 anos longe do Brasil: “Aqui eu sou o Danilo filho do Baiano e da Zezé, não o Danilo do Flamengo e da Seleção”
Por Carlos Gil, Emanuelle Ribeiro, Luiza Sá e Rodrigo Cerqueira — Bicas, MG

Quatorze mil pessoas. Um quinto de um Maracanã lotado. Este é o número de habitantes de Bicas, cidade que fica no interior de Minas Gerais, a cerca de 200 quilômetros do Rio de Janeiro. No centro, uma praça bem cuidada e uma igreja bonita. Crianças brincam entre os canteiros, moradores proseiam nos bancos. Nada fora do comum, a não ser pelo carro diferente que circula por ali e chama atenção. A curiosidade é sanada após a pergunta da equipe de reportagem, que interrompe o sossego: “Por favor, onde é a casa do Danilo, jogador do Flamengo?”. Um mineiro aponta desconfiado: “É logo ali”.

— Durante a minha trajetória toda, quase sempre em todas as minhas férias, às vezes até o único lugar durante as férias, eu vinha para cá. Todo mundo sempre falava “ah, eu vou para Maldivas, eu vou pra não sei aonde”, porque cada um faz o que quiser da vida. E eu vou para Bicas. Por que? Porque aqui eu posso botar o pé no chão da forma literal, porque eu ando descalço, eu boto o pé no barro. É literal mesmo. E aqui eu sou o Danilo filho do Baiano e da Zezé, não o Danilo jogador do Flamengo e da seleção brasileira. Isso me traz de volta para o meu interior, desinfla um pouco o ego, que muitas vezes faz mal. Faz mal para a gente que somos pessoas públicas. Vir para Bicas me faz botar o pé na terra, mas de forma literal — reforçou o zagueiro do Flamengo.
A entrevista com Danilo também vai ao ar no Globo Esporte deste sábado, a partir de 13h, na TV Globo.

O que diferencia um pouco Bicas das outras cidades pequenas do interior mineiro é um museu. A “Galeria Danilo” abriga artigos raros da carreira do jogador, que começou a jogar futebol no Tupynambás, de Juiz de Fora, ganhou projeção nacional no América-MG, foi campeão da Libertadores pela primeira vez pelo Santos, rodou o mundo com pompa — Porto (Portugal), Real Madrid (Espanha), Manchester City (Inglaterra) e Juventus (Itália) — e voltou ao Brasil para viver e ser protagonista de um dos melhores anos da história do Flamengo, seu clube do coração.

O ge esteve em Bicas por um dia e acompanhou de perto esta reconexão. Viu o orgulho do povo biquense pelo filho que levou o nome da cidade para o mundo. E a sensação do experiente jogador que volta a ser menino e pode vivenciar o simples quando está perto da família. Mas que não descansa tanto assim quando volta para casa.
Ao entrar na casa da Dona Maria José e do Seu José Luiz, uma mesa logo atrás da porta entrega que Danilo terá um pouco de trabalho nesta visita. Em cima dela estão inúmeras camisas rubro-negras, de pessoas da cidade e da região, todas etiquetadas com os nomes dos donos, à espera de autógrafos do jogador.
— Não é tão fácil também (andar pelas ruas), só que a abordagem aqui é diferente, porque pelo mundo afora as pessoas me veem como aquele jogador de futebol famoso. Aqui, tirando as crianças que não me conheciam, tem muita abordagem que é olha o Danilinho, aquele menino daqui que cresceu: “Ah não foi lá em casa, tomar um café, passa lá em casa para comer uma broa”. É uma abordagem diferente daquilo que acontece pelo mundo. A cidade aqui tem muito flamenguista, então hoje em dia está um pouquinho mais complicado, mas é possível sair, sim. Hoje, depois de almoçar, vou ali tomar um açaí com os moleques, vou de chinelo de dedo, tranquilo, sem camisa, sem estresse. Minha mãe chega com uma sacola de camisas para eu assinar, eu falo “cara, tem que parar, não tem como” (risos). Mas é super legal, um carinho imenso, muito bacana. E eu, dentro de um equilíbrio, estou tentando aproveitar isso, porque é para isso que eu escolhi voltar para o Flamengo.

Danilo ainda não entrou em campo pelo Flamengo em 2026. O zagueiro vem tratando um problema que sentiu no joelho esquerdo, e a expectativa é que seja relacionado para enfrentar o Corinthians, no domingo, pela decisão da Supercopa do Brasil. No ano passado, ele estreou justamente nesta competição, na vitória sobre o Botafogo, quando precisou de cinco minutos para levantar a primeira taça. Depois, ainda conquistou outras três com a camisa rubro-negra.

O museu de Danilo é aberto ao público. Basta apenas marcar um horário. É comum que escolas visitem o espaço para mostrar às crianças da região a história de alguém que ajudou a colocar Bicas no mapa. O espaço vai passar por uma reforma para acomodar melhor as conquistas que não param de crescer, especialmente depois da chegada ao Flamengo. O clube do coração ainda não está representado por lá, mas Danilo já sabe que fará um espaço especial para representar um dos grandes momentos da carreira.
— O equilíbrio entre prestígio, reconhecimento e dinheiro, parte financeira mesmo… E a minha escolha quando eu vim para o Flamengo foi muito por isso. Eu queria jogar no Flamengo, queria jogar também no Brasil um pouco para ter essa proximidade do pessoal. Abri mão da parte financeira, que seria muito melhor em outro momento, em outro lugar. E quando acontece esse episódio de ser campeão da Libertadores e ainda marcar o gol da final, aí sim eu entendi o porquê de eu ter feito essa escolha e de eu ter tomado esse caminho — declarou.

Assim como todo torcedor rubro-negro, Danilo também reviu o gol que marcou aos 21 minutos do segundo tempo em Lima diversas vezes. Ele explicou como o instinto o levou a subir muito alto, sem chance para qualquer marcação, para concretizar o tetracampeonato da Libertadores do Flamengo.
— Revi o gol da Libertadores 50 milhões de vezes. O Palmeiras tem uma marcação mista que se diz, alguns jogadores marcam a zona, três jogadores marcam individual alguns jogadores do Flamengo e eles deixam um jogador sempre livre, dependendo do número que vai atacar. A gente sabia que um de nós estaria livre. A equipe falava “o que tiver livre se separa e ataca a bola”, os outros limpam um pouco aquela zona e aí tem os bloqueios, é tudo trabalhado. Ali foi mais a questão do instinto em saber mais ou menos ler onde o Arrascaeta conseguiria bater aquela bola e onde eu poderia atacar. Eu tenho o padrão de atacar mais ou menos naquela zona ali. Então, obviamente, a informação para nós era importante e veio do Rodrigo Caio e da comissão. A partir daí, a nossa ambição de leitura e de atacar a bola, de entender a importância daquilo. Obviamente, eu vi que tinha um jogador ali que estava perto de mim e que, talvez, se ele tivesse um pouco mais ligado, poderia bloquear a minha corrida, poderia ter me atrapalhado um pouco, ainda bem que não e aí foi melhor.
Veja outras declarações de Danilo:
Como manter a motivação após um ano vencedor
— Foi comprido o ano passado, agora é um novo ano. Primeira palavra é humildade, eu diria. Essa é a maior característica dos grandes. Humildade, porque o que a gente fez no ano passado está na história, está nos livros, está nos vídeos, mas para esse ano conta zero. Quando a gente entra em campo, está 0 a 0 contra qualquer adversário, às vezes é muito mais fácil você chegar e conquistar uma coisa e depois pronto, abrir mão de seguir conquistando, ano após ano, temporada após temporada. No final das contas você vê a foto completa e você fala “caraca, agora sim”. Essa mentalidade é aquilo que a gente vem tentando desenvolver no Flamengo. Eu, quando me coloquei à disposição para vir, falei muito sobre isso com o Filipe, falei muito sobre isso com o Boto e hoje em dia, com a relação que eu tenho também com o presidente, falo muito em relação a isso e falo “essa mentalidade tem que continuar sendo desenvolvida em campo e fora de campo”. No que cabe a mim e aos outros jogadores é manter isso. Treinamento, preparação e espírito de sacrifício. E entender que agora começa tudo do zero de novo. Pior, aliás, porque todo mundo já no ano passado queria ganhar do Flamengo, esse ano querem muito mais e vão entrar muito mais preparados, muito mais motivados para jogar contra o Flamengo. É humildade de falar “eu preciso trabalhar mais, eu preciso melhorar”. Aquilo que foi feito basta para o ano passado, para esse ano não basta.

Emoção na Libertadores pela família
— Eu fiquei muito emocionado por causa dessa situação do meu pai, da minha tia e, como eu falei, pelo sacrifício que eu tive que fazer no final da temporada para estar em campo. Mas aí quando eu vim, eles foram ao jogo contra o Ceará e estava todo mundo reunido. A gente conseguiu comemorar todo mundo junto, compartilhar as medalhas, os abraços, os olhares. Minha família é uma família muito contida também nas comemorações, então eu vejo muito mais nos olhares, nos abraços o tamanho da euforia e o tamanho do orgulho que eu pude proporcionar para eles e para quem está perto da gente.



























