Não adianta quererem reformar a Previdência e as Leis do Trabalho sem antes – eles mesmos – os políticos – serem reformados.
A que reforma me refiro?
A Reforma política.
Para começar, acabar com os direitos políticos dessa maioria desavergonhada, e exigindo verdadeira ficha limpa, de cada um e de todos eles, abrindo o espaço, que eles ocupam, pela demagogia e pela retórica, para verdadeiros patriotas, que não se preocupam em falar, mas em fazer o que deve ser feito, e eles sempre temeram.
E o que deve ser feito?
É claro e simples:
1) Acabar com o voto obrigatório, que só favorece os politiqueiros corruptos e desonestos – e como existem.
2) Acabar com as reeleições, que só comprometem o direito de se fazer o certo, através de novos candidatos, a critério da maior liberdade democrática, evitando que aquele que está no poder use o dinheiro do povo para se reeleger, ou apoiar amigos.
3) Punir com rigidez jurídica todo aquele que for desonesto ou usar o poder em causa própria, ou de terceiros, pois o governo é do povo, pelo povo e para o povo.
4) Nova e abrangente – democraticamente! – Constituição, feita com plebiscito popular simultâneo, dando-lhe um formato realmente apto a trazer verdadeiros e patriotas candidatos aos cargos executivos, legislativos e, quem sabe, também aos cargos judiciários.
5) Manter fiscalização eleitoral antes, durante e até depois das eleições, acusando e punindo rigorosamente qualquer candidato, independente de eleito ou não eleito.
6) Que todas essas medidas sejam divulgadas antecipadamente para que todo eleitor tome real conhecimento e cobre suas aplicações.
Esperemos, pois, 2018 está próximo.
7) Alea jacta est!